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Moscovo
A islamização é uma realidade no nosso continente à qual não podemos ficar indiferentes.
Desta vez não foi um "nazi", ou um skinhead ou uma daquelas figuras cómodas - idiotas úteis - que os media utilizam recorrentemente para descredibilizar os sucessivos alertas para a catástrofe em que se tornou a imigração maciça para a Europa. Foi Thilo Sarrazin, economista, membro do do Partido Social-Democrata e do conselho de administração do Banco Central alemão, o responsável por declarações polémicas como "os imigrantes trouxeram mais prejuízos do que benefícios à Alemanha", ou "o quociente de inteligência do país diminuiu por causa destes imigrantes".
Antes de “Até ao Inferno” começar, há um aviso de que vamos viajar no tempo. O logótipo da Universal é antigo e, pelo que confirmei numa pesquisa rápida, contemporâneo dos primeiros filmes da série “Evil Dead”, nos anos 80 do século passado. Um sinal do regresso de Sam Raimi aos filmes de terror que o celebrizaram.
O clã Zentropa é uma das referências desta casa e um exemplo para toda uma área. Agora decidiu fazer um breve questionário aos seus leitores para os ficar a conhecer melhor. Abaixo está a tradução das questões, que devem ser respondidas e publicadas como comentário aqui.




Tenho ouvido falar mal e bem da biografia política de Salazar da autoria de Filipe Ribeiro de Menezes, traduzida recentemente do original em inglês e publicada entre nós pela D. Quixote. O problema é que as pessoas com quem tenho falado, apesar de algumas reacções inflamadas, ainda não leram o livro. Pelo menos de fio a pavio...
Este é o primeiro número de "Europae", a revista da recém-criada Associação Cultural Genos, que nas suas 100 páginas inclui um extenso dossier sobre a Bretanha, um artigo sobre a geopolítica europeísta de Enrique Ravello, uma entrevista com Gabriele Adinolfi, e vários artigos sobre antropologia, cinema, poesia, história, entre outros. Excelente novidade!

Quando pensamos num filme de guerra norte-americano actual, lembramo-nos automaticamente do Iraque, o conflito que o presidente Obama decretou terminado deixando lá 50 mil soldados. Mas a construção na Nova Ordem Mundial implica várias frentes, como aquela onde no passado penaram ingleses e soviéticos e para onde o mesmo Obama enviou um contingente de reforço de 40 mil soldados no início do seu mandato. A outra guerra está a tornar-se a principal e a chegar ao cinema, como não podia deixar de ser.









Richard Kelly estreou-se em grande como realizador com “Donnie Darko” (2001) e é natural que a sua primeira obra – que é também a sua obra-prima – seja usada como termo de comparação para os trabalhos seguintes. Assim, este seu filme fica muito aquém do desejado, apesar de ser interessante. Estará o talento de Kelly confinado ao seu golpe de génio inicial? O futuro o dirá, mas espera-se sinceramente que não.
No início deste Verão, as notícias dos agentes secretos russos descobertos e acusados nos EUA trouxeram recordações da Guerra Fria. Coincidência cinematográfica, é o que faz “Salt”, realizado pelo australiano Phillip Noyce, que se tornou conhecido com “Calma de Morte” (1986), onde volta a reencontrar Angelina Jolie, depois de “O Colccionador de Ossos” (1999).