O número de Dezembro do «Magazine Littéraire» chama prontamente a atenção pela fantástica capa assinada por Enki Bilal, que anuncia o dossier "Orwell: Escritor e profeta político". A destacar, ainda, a crítica de Pierre Assouline à publicação da correspondência de Céline.
quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
Grande capa... e não só
O número de Dezembro do «Magazine Littéraire» chama prontamente a atenção pela fantástica capa assinada por Enki Bilal, que anuncia o dossier "Orwell: Escritor e profeta político". A destacar, ainda, a crítica de Pierre Assouline à publicação da correspondência de Céline.
quarta-feira, 30 de dezembro de 2009
Parabéns ao «Público»
Mas o «Público» está de parabéns sobretudo pela posição de rejeição do acordo assumida no editorial. Desmonta o ridículo argumento dos que o consideram essencial para a afirmação do português como língua universal, com a óbvia comparação com o inglês, que é verdadeiramente universal hoje, sem qualquer necessidade de um acordo planetário, e conclui com "uma última e fatal fragilidade neste acordo - as regras definidas são facultativas. Para que serve então um acordo global se, afinal, é indiferente escrevermos António ou Antônio?" Para nada!
Um desejo para 2010: que a imprensa portuguesa siga o exemplo do «Público» no que respeita ao (des)acordo ortográfico.
É de ler...
A crónica de ontem de Jaime Nogueira Pinto no jornal «i», intitulada "Como nós fomos...", vale a pena. A propósito do livro "Império, Nação, Revolução", de Riccardo Marchi (cuja leitura deve ser completada com o livro "Folhas Ultras", como já aqui referi), fala das direitas radicais portuguesas durante o Estado Novo, história da qual, como diz, fez parte. E conclui: "Éramos assim. Como as esquerdas radicais, vivemos intensamente os combates políticos da nossa época e, bem longe dos estereótipos de senhoritos reaccionários ou de caceteiros do regime, pensámos e lutámos por ideais de integração nacional e justiça social. Que hoje podem parecer utópicos, mas na época nos surgiram como a alternativa ao que estava e àquilo que vinha." Cabe-me apenas dizer que conheço alguns que ainda são assim...
terça-feira, 29 de dezembro de 2009
domingo, 27 de dezembro de 2009
Intolerâncias "esquecidas"
É o que podemos chamar às situações analisadas ontem no «Público», pela jornalista Margarida Santos Lopes, no artigo "Quando o apartheid religioso critica a islamofobia". Não interessam agora juízos de valor sobre as limitações nesses países muçulmanos. Interessa, sim, recordar que aqueles que pronta e rapidamente atiraram as pedras do "racismo" e da "xenofobia" aos suíços a proprósito da proibição da construção de minaretes "esqueceram" este pormenor. O "racismo" continua a ter apenas um sentido...
quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
Livros para o Natal
Aqui fica uma breve lista de livros saídos recentemente que são óptimos presentes de Natal:

“O Século de 1914. Utopias, Guerras e Revoluções na Europa do Século XX”, de Dominique Venner, publicado pela Civilização.

“Nuno Álvares Pereira - Homem, Herói e Santo”, obra colectiva, publicada pela Universidade Lusíada Editora.


“O Século de 1914. Utopias, Guerras e Revoluções na Europa do Século XX”, de Dominique Venner, publicado pela Civilização.

“Guerra Justa, Terrosimo, Estado de Urgência e Nomos da Terra: A Actualidade de Carl Schmitt”, de Alain de Benoist, publicado pela Antagonista.
“Folhas Ultras. As ideias da direita radical portuguesa (1939-1950)”, de Riccardo Marchi, publicado pelo ICS.
“Império, Nação, Revolução. As direitas radicais portuguesas no fim do Estado Novo (1959-1974)”, de Riccardo Marchi, publicado pela Texto.

“Nuno Álvares Pereira - Homem, Herói e Santo”, obra colectiva, publicada pela Universidade Lusíada Editora.

“Antologia poética Rodrigo Emílio”, com organização e introdução de Bruno Oliveira Santos e prefácio de António Manuel Couto Viana, publicada pela Areias do Tempo.
Venner na rádio
Descobri hoje com agrado que no passado dia 11 de Novembro, data em que curiosamente estive em Paris, Dominique Venner participou no programa "Le Grand Témoin", da Radio Notre-Dame, animado por Louis Daufresne, no qual falou de Ernst Jünger, do século de 1914, da amizade franco-alemã, da queda do muro de Berlim, entre outros. A ouvir, aqui.
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
domingo, 20 de dezembro de 2009
sábado, 19 de dezembro de 2009
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
Última bicada
Fui à Buchholz. Atesto que, depois de morta, está agora quase totalmente devorada. Fui mais um dos abutres, mas limitei-me a uma pequena bicada — cinco livros, dez euros —, quase simbólica.
Quando saí lembrei-me do Eurico, que há tanto tempo escreveu sobre "o ocaso da Buchholz"...
Quando saí lembrei-me do Eurico, que há tanto tempo escreveu sobre "o ocaso da Buchholz"...
quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
Rodrigo Emílio em antologia

Uma óptima novidade que sairá mesmo a tempo do Natal é a "Antologia poética Rodrigo Emílio", com organização e introdução de Bruno Oliveira Santos e prefácio de António Manuel Couto Viana, publicada pela Areias do Tempo. O livro tem 294 páginas e o preço de € 10, podendo os pedidos ser feitos através do endereço de correio electrónico: areiasdotempo@gmail.com.
Inspirado
Ontem foi um dia especialmente inspirado num blog pelo qual tenho um amor louco. Falou da sociologia urbana de Lisboa e da higiene mental, mas sempre com princípio, meio e fim. Uma casa onde se faz a síntese perfeita entre Tradição e Vanguarda. Bem hajas, João!
quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
terça-feira, 15 de dezembro de 2009
Tintin vs. Tintim

Uma questão pertinente foi levantada a propósito das duas formas do nome do herói da banda desenhada franco-belga usadas aqui: Tintin e Tintim. Passo a explicar: Tintin é a forma original e aquela que uso; Tintim é a forma adoptada no nosso país, que não uso, excepto em citações, e com a qual não concordo. Ainda perceberia se tivessem aportuguesado o nome para Tantam, como fizeram com Milu, cujo original é Milou.
É curioso que, para o ano, o nome Tintin será uma das novidades já anunciadas pelos responsáveis pelas novas traduções e edições de todas as aventuras, que estão a preparadas feitas pela ASA, a editora que substituiu a Verbo como detentora dos direitos da obra. Segundo o editor, "É o nome da personagem e uma marca. Não há razão para não fazermos a alteração". Resta perguntar, e Milou?
É curioso que, para o ano, o nome Tintin será uma das novidades já anunciadas pelos responsáveis pelas novas traduções e edições de todas as aventuras, que estão a preparadas feitas pela ASA, a editora que substituiu a Verbo como detentora dos direitos da obra. Segundo o editor, "É o nome da personagem e uma marca. Não há razão para não fazermos a alteração". Resta perguntar, e Milou?
sábado, 12 de dezembro de 2009
Tintin regressará ao cinema
Faz hoje capa do «DN» o regresso de Tintin ao cinema, previsto para o fim de 2011, realizado em 3D digital, numa associação entre Steven Spielberg e Peter Jackson. O Eurico de Barros debruça-se sobre o assunto, no artigo "Tintim nas mãos de Spielberg", ao qual já se havia referido na conferência "Tintin: A paixão da Aventura", realizada na SHIP, em Abril deste ano. Escreve o Eurico que "são muitos os que temem que Tintim seja descaracterizado, americanizado e, pior do que tudo, spielberguizado". É o meu caso, apesar de confessar que estou curioso, especialmente devido à presença de Peter Jackson, que fez um trabalho extraordinário em O Senhor dos Anéis. Mesmo assim, temo o pior...
Subscrever:
Mensagens (Atom)






