sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Ramiro Ledesma Ramos (VI)

Um dos "cadernos livres de História" do brilhante historiador francês Jean-Claude Valla que sintetiza muito bem a relação entre Ledesma Ramos e a Falange Espanhola. O título do último capítulo diz tudo: "Um fascismo de esquerda?"

Ramiro Ledesma Ramos (V)


Um "romantismo de aço" é como José Cuadrado Costa classifica o pensamento político de Ramiro Ledesma Ramos neste livro, que tem prólogo de Carlos Caballero Jurado e R. S. Quintanilla e alguns apêndices com artigos de Ledesma.

Ramiro Ledesma Ramos (IV)

Interessante opúsculo que reúne artigos de R. S. Quintanilla, Juan Antonio Llopart, Santiago Montero Díaz e Raúl Morodo, para além alguma documentação gráfica.

Ramiro Ledesma Ramos (III)

Este "livro-documento" é a compilação de todos os escritos políticos do fundador das JONS no semanário «La Conquista del Estado», jornal de que era director. São mais de 300 páginas que incluem, também, bastantes fotografias e outras imagens.

Ramiro Ledesma Ramos (II)


A obra considerada capital de Ramiro Ledesma Ramos.

Ramiro Ledesma Ramos


Ramiro Ledesma Ramos foi fuzilado pelos republicanos a 29 de Outubro de 1936 em Aravaca. Amanhã, o MSR presta-lhe homenagem no cemitério onde se encontra enterrado. De notar que a habitual marcha foi (democraticamente) proibida.

A lembrar esta figura que ainda hoje fascina e inspira jovens em Espanha e noutros países, publicarei de seguida as capas dos livros dele e sobre ele que constam da minha biblioteca.

Utlagi n.º 28

Durante a minha recente ida à Table Ronde, passei pela banca da associação Utlagi e comprei um número da revista deles, que existe há dez anos. Uma publicação muito interessante para todos os interessados em descobrir a cultura, a história e as tradições da Normandia e da Bretanha. Estas são duas pátrias carnais que visitei demoradamente há alguns anos e pelas quais me apaixonei.

Neste número podemos encontrar uma homenagem a Jean Mabire, com a republicação de dois artigos originalmente publicados na revista «Viking», bem como artigos sobre megalitismo, o escritor bretão Erwan Ar Moan, os irlandeses Patrick Pearse e Michael Collins, a vila basca de La Rhune, entre outros, para além de notícias e poesia.

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Vai a pé...

... não andes de carro.

IdentidaD n.º 21

Mais um número deste excelente jornal que se venda nas bancas do país vizinho. As duas novidades nesta edição são: o preço mais baixo, € 2, e o suplemento em catalão nos exemplares vendidos na Catalunha.

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Synthèse Nationale n.º 15

A ligação para a Synthèse Nationale, há muito que constava da coluna à direita, mas esta é a primeira vez que refiro aqui a respectiva revista. Neste caso, o exemplar foi-me dado pelo próprio Roland Hélie, simpático e dedicado director, que teve a amabilidade de me oferecer aquando da minha recente ida a Paris.

O n.º 15 desta "revista política, cultural, nacional e identitária" tem como tema central "Reunir e resistir" e conta com artigos de Robert Spieler, François Ferrier, Philippe Randa, Jean-Claude Rolinat, Arnaud Raffard de Brienne, Franck Abed, Nicolas Tandler, Pieter Kerstens, Lionel Baland, Vincent Vallois, Patrick Goffman, Francis Bergeron, entre outros, para além da revista de blogs, críticas a livros e anúncios a eventos, como o grande "encontro nacional e identitário" que é o terceiro aniversário da Synthèse Nationale, que se celebrará em Paris, no próximo dia 11 de Novembro, com a presença de várias personalidades francesas e de outros países.

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Um jornal independente

A destoar da voz única da imprensa nacional, temos todas as terças-feiras «O Diabo». Para aguçar ainda mais a vossa curiosidade, revelo aqui algumas das matérias que me pareceram mais interessantes na edição de hoje desse semanário.

No seu habitual "fogo amigo", António Marques Bessa faz "um pequeno exercício sobre a política externa portuguesa", que afirma "tem-se revelado como unilateral, dependente dos USA e secundariamente dos governos, sem isenção para nenhum". Para o catedrático do ISCSP, os nossos governantes "ainda não perceberam que a política americana está errada e não devemos segui-la como cães de fila".

Nos artigos dos colaboradores habituais, o destaque vai para o de António Pina do Amaral, que analisa a "perspectiva revolucionária de Rolão Preto", demonstrando que "a ideia de que só a esuqerda é que é revolucionária nasce da incultura histórica de uns e da propaganda de outros". Acrescentando que, "a equação direita = conservadorismo é uma simplificação grosseira". A não perder.

Para além das notícias sobre a actualidade nacional, a opinião de Brandão Ferreira, Alberto João Jardim, entre outros, os comentários acutilantes de Fra Diavolo, bem como as "munições" de Henrique Afonso, referência para o artigo de Gonçalo Magalhães Collaço, "Da verdadeira bandeira de Portugal". Razões de sobra para comprar «O Diabo».

Cadernetas de cromos (XVI)

As cadernetas de cromos voltaram a esta casa! Ainda me falta partilhar grande parte da minha colecção e não resisto a divulgá-la. Bem sei que alguns não compreendem o fascínio que estes rectângulos de papel exercem sobre alguns de nós. Mas, pelo menos o meu amigo Mário Martins sabe do que falo...

A caderneta de hoje é o álbum n.º 2 de A Conquista do Oeste, uma colecção de 576 cromos esmaltados a cores, publicada em 195 pela Ibis, baseada num original espanhol da editorial Edigesa de 1956.

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

XIV Table Ronde

No passado dia 4 de Outubro, decorreu perto de Paris o maior encontro identitário europeu, a Table Ronde, promovida pela associação Terre et Peuple, que se realizou pela décima quarta vez. Portugal esteve mais uma vez representado por uma delegação de cinco pessoas.

Este ano o tema foi «Pela Reconquista, volta Charles Martel!» e a abertura dos trabalhos foi feita por Pierre Vial, que leu uma mensagem de apoio de Daisy Pirovano, representante da Lega Nord, impossibilitada de estar presente, devido a um acidente natural que atingiu a sua terra, na qual foi recentemente eleita presidente da câmara. Seguiu-se a intervenção do presidente da Terra e Povo, Duarte Branquinho, que fez uma introdução à história do povo português e da Reconquista em Portugal e dos seus exemplos, falando depois das diferenças entre o nosso país e outros países europeus no que toca à questão da islamização, lembrando no entanto a necssidade de se manter vivo o "espírito da Reconquista" e terminando com a importância de uma rede identitária europeia. Teve de seguida a palavra o austríaco Helmut Müller, da associação SOS Heimat, que falou da questão da imigração/invasão no seu país, referindo estudos que prevêem que em 2030 a Áustria tenha 30% de população imigrante, maioritariamente de origem turca, facto ignorado pelos media. Concluiu dizendo que é preciso lembrar aos políticos que devemos "amar a nossa pátria como amamos a nossa família". Terminou a sessão da manhã o conhecido escritor e jornalista Jean-Gilles Malliarakis, que centrou a sua exposição no debate político sobre a entrada da Turquia na UE, tema do seu mais recente livro, publicado este ano pelas Éditions du Trident. Considerando a UE uma "Europa de pequenos homens cinzentos", Malliarakis afirmou que "não há um grande projecto geopolítico na cabeça de Barroso e dos eurocratas. Somos governados por políticos que nos mentem, que não se importam com os seus povos e com a Europa."


Da parte da tarde, a primeira oradora foi Hilde de Lobel, representante do Vlaams Belang, que falou da crescente islamização da Flandres, da necessidade de um combate comum contra a imigração/invasão e contra a adesão da Turquia à UE. Seguiu-se a intervenção de Enrique Ravello, presidente da Tierra y Pueblo, que traçou o percurso do pensamento identitário em Espanha e o trabalho da sua associação no plano cultural e metapolítico, revelando que os múltiplos micro-partidos na "área nacional" têm resultados eleitorais ridículos e que uma esperança surgiu na Catalunha com a Plataforma per Catalunya, que já conseguiu eleitos locais e que se espera venha a eleger pelo menos um deputado ao parlamento catalão. Depois foi a vez de Robert Spieler, delegado geral da recém-constituída Nouvelle Droite Populaire e excelente orador, que cativou a numerosa assistência com a sua intervenção centrada na questão da entrada da Turquia na UE e na situação actual da política francesa. A terminar os trabalhos, como é hábito, falou o presidente da Terre et Peuple, Pierre Vial, que lembrou a Reconquista como evento fundamental da história da Europa e a importância de o dar a conhecer às mais novas gerações. Lembrou os feitos de Charles Martel, citando alguns antigos manuais escolares que contrastam com a ausência de referências nos manuais de hoje. Afirmou que, por isso, "é preciso ensinar às crianças de hoje quem foi Charles Martel e a sua importância na história europeia".
Como nos anos anteriores foi montada uma extensa zona de bancas, onde era possível encontrar livros, revistas, música, artesanato, representações de associações, publicações e autores que autografavam as suas obras, e uma zona de refeições. O material da Terra e Povo esteve disponível numa banca conjunta com a Tierra y Pueblo.

domingo, 18 de outubro de 2009

O efeito Venner

Ainda ontem o comprou e já o citou... O Miguel Vaz associa muito bem uma passagem do livro de Dominique Venner — recém-publicado no nosso país e que referi aqui ontem — "O Século de 1914. Utopias, Guerras e Revoluções na Europa do Século XX", com uma notícia sobre a recente manifestação contra o aborto em Espanha.

sábado, 17 de outubro de 2009

Brain drain

As páginas centrais do semanário «Expresso» de hoje trazem uma notícia preocupante que mostra bem a situação pouco animadora em que nos encontramos. Sob o título "Mais de 100 licenciados deixam o país todos os meses", revela-nos que "Portugal está no top da fuga de cérebros". Ou seja, deixamos ir os melhores e importamos mão-de-obra desqualificada e barata, desiquilibrando ainda mais o mercado laboral nacional. É mais uma das "maravilhas" dos movimentos migratórios. Aqueles que tanto louvam a imigração, nunca tocam neste fenómeno de emigração que tanto prejudica o nosso país.

Obama e a paz

Ontem, ao ler a revista «Sábado» desta semana, lembrei-me do Miguel Vaz que, quando se atreveu a criticar a atribuição do Nobel da Paz deste ano, foi imediatamente acusado de cegueira, entre outros mimos. Criticar o "Santo" Obama é pecado nos dias que correm, é por isso que não resisto a citar aqui a linhas de Alberto Gonçalves nessa revista: "Obama merece o prémio? Repito: não é essa a questão. No máximo, admito que, depois de distinguir terroristas, belicistas, pantomineiros, demagogos, genocidas e uma freira tresloucada, o Comité é coerente em celebrar o pacifismo de um homem que, no dia do anúncio, discutia no Congresso o aumento de tropas e armamento no Afeganistão."

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Dominique Venner em português


A magistral obra de Dominique Venner — historiador de referência e amiúde referido neste blog — "O Século de 1914. Utopias, Guerras e Revoluções na Europa do Século XX" foi finalmente publicada em português pela Civilização Editora, com tradução do Miguel Freitas da Costa. Um volume obrigatório nas nossas bibliotecas. Foi a surpresa do dia, quando dei de caras com ele hoje, ao passar os olhos nas novidades da livraria, como faço habitualmente. Apesar de já ter a edição francesa, não resisti a comprá-lo automaticamente, não sem antes telefonar a dar os parabéns ao tradutor, que me havia dado conta de ter iniciado este trabalho há algum tempo.

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Há vida para além das eleições...

O eleitoralismo presta-se, por natureza, a muitas (demasiadas) ilusões. É por isso que me congratulo sempre com o fim destes períodos eleitorais, porque é quando se começam a dissipar entusiasmos passageiros e a soltar aqueles que apanharam uma boleia sem saber onde queriam ir.

No caso concreto do PNR, ao contrário de muitos que só entendem os partidos como forma de conseguir eleitos, gosto de ver que permanece com um eleitorado fiel e que sobrevive enfrentado grandes adversidades. Para além dos votos, o mais importante foi o aumento de candidaturas autárquicas, especialmente a juntas de freguesias, bem como os cerca de cem membros de mesas eleitorais que foi possível reunir. Um aspecto muito importante, que refiro muitas vezes aos que repretem incessantemente que tudo seria diferente "se tivéssemos dinheiro", foi o fracasso de certas candidaturas a quem os outdoors e restante marketing de nada serviram.

Como sempre, prefiro a militância. E a certeza do nosso caminho. Não confundamos nunca o nosso objectivo. Queremos a vitória das nossas ideias – da nossa concepção do mundo. Não podemos confundir esta nossa vontade com um efémero sucesso eleitoral do partido, ou de uma sigla. A nossa via não é a do imediatismo. A nossa luta é um longo caminho no qual nunca podemos esquecer os pontos-chave: a defesa da nossa identidade étnica, cultural e civilizacional; o combate ao liberalismo e ao mundialismo; a defesa da justiça social e do Ambiente.

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Renovar Lisboa

O Partido Nacional Renovador apresentou o seu programa para a Cidade de Lisboa, intitulado «Renovar Lisboa», com críticas aos «planos urbanísticos dos diversos políticos do sistema, a começar pelos autarcas, que são dos principais responsáveis pela actual situação», propondo-se acabar com aquilo que considera «políticas do betão, rodeadas de interesses e negociatas».

Programa do PNR para Lisboa.

Dia 11 de Outubro, vota PNR.

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Pinto-Coelho na revista de imprensa da SIC Notícias

“Uma observação sobre a república imperial americana”

O semanário «O Diabo», voz independente no panorama alinhado da imprensa nacional, traz-nos hoje, nas páginas 2 e 3, o artigo de fundo de António Marques Bessa intitulado “Uma observação sobre a república imperial americana”, a não perder. Para deixar água na boca, reproduzo aqui a conclusão: “A Pax Americana está a promover os homens da Idade da Pedra e a fornecer-lhes armamento pós-diluviano. Vamos fartar-nos de rir, todos: uns no Inferno e outros em outro lado”.

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Os deportados

Perante os resultados eleitorais previstos pelas sondagens para o Bloco de Esquerda e o crescente apoio a uma coligação entre este e o PS para (des)governar Portugal, alguns amigos dizem-me que abandonarão o país. A concretizar-se tal cenário, como lhes respondi, é bem possível que abandonemos a nossa terra, mas não voluntariamente...

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Protesto útil

Nas próximas eleições legislativas há quem, como tantas vezes, vota “contra”, alternando entre um dos do costume. Mas o que acontece é que acaba por votar nos mesmos “contra” os mesmos. Desta vez o protesto poder ser verdadeiramente útil ao votar num partido com um projecto nacional — o PNR.

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Tierra y Pueblo n.º 20-21

O último número da revista da associação identitária Tierra y Pueblo é duplo e com 96 páginas. Tem como tema central “A Europa e a sua realidade etno-biológica”, cujo dossier ilustrado a cores tem dois artigos de fundo de Juan Gilabert e a recensão do livro “Problemas de la Identidad Española”. Podemos ainda ler artigos de Miguel Jardim, Gabriele Adinolfi, Enrique Ravello, Enrique Monsonís, Jean Haudry, entre outros.

Nas habituais referências a publicações, há que destacar o apontamento sobre a revista da Associação Terra e Povo. Não esquecendo as páginas de poesia de Juan Pablo Vitali.

Por fim, nas páginas consagradas às actividades da associação, é de referir a ida de Enrique Ravello a Moscovo e a reportagem sobre a Universidade de Verão da Terra e Povo, que se realizou em Lisboa e que contou com a presença, entre outros, do presidente da Tierra y Pueblo.

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Nacionalistas do PNR à beira da eleição

Esta é a chamada de capa da edição de hoje do semanário «O Diabo» para uma notícia que analisa os resultados das sondagens relativos aos partidos sem representação parlamentar, coisa que mais nenhum outro órgão de comunicação social fez. Referindo a recente sondagem da Universidade Católica, que coloca o PNR à frente dos chamados “pequenos partidos” nas intenções de votos dos inquiridos, o que a confirmar-se possibilitaria a eleição de um deputado por Lisboa nas próximas eleições legislativas. A este propósito o jornal entrevistou o presidente do partido, José Pinto-Coelho, que afirmou: “temos vindo sempre a crescer de votação, o que nos permite acreditar num bom resultado. Estou convencido que vamos crescer. Agora, que ser prudente em relação às sondagens. Uma coisa é o que se diz perante um inquérito de opinião, outra é como se vota.

Ainda n'O Diabo

Algumas notas sobre outras coisas que me agradaram na edição de hoje de «O Diabo». A primeira para a coluna “O Diabo que o carregue” que desmascara o PPM de Nuno da Câmara Pereira, dizendo: “Está mais do que claro para que serve, afinal, o chamado Partido Popular Monárquico – um perigoso equívoco que consegue, sozinho, fazer mais estrago à causa monárquica do que todos os republicanos juntos.” A segunda para as “Munições” de Henrique Afonso, nas quais destaco as referências aos livros “Pourquoi je suis moyennement démocrate”, de Vladimir Volkoff, e “Histoire de l'Afrique”, de Bernard Lugan, e à homenagem da artista plástica portuense Gabriela Marques da Costa ao Condestável.

O Santo Destemido (100x60cm)

Um jornal que vale a pena

O semanário «O Diabo», que há muito refiro aqui, passou por uma recente restruturação, mas continua altamente recomendável. O novo subtítulo, “jornal independente”, descreve-o na perfeição. Numa altura em que a imprensa está cada vez mais alinhada e politicamente correcta, «O Diabo» não tem medo de pôr o dedo na ferida. Veja-se a edição de hoje que, para além da opinião de António Marques Bessa, Alberto João Jardim, João de Castro Mendia, entre outros, apresenta-nos nas centrais a forma como o presidente angolano, José Eduardo dos Santos, anda “a comprar Portugal”. Para além desta, podemos ler artigos sobre temas habitualmente “esquecidos” como, as ligações entre os maiores partidos e as grandes empresas, o crescimento das listas de espera nos hospitais, a situação precária de milhares de professores e a análise das últimas sondagens que indicam a possibilidade de o PNR eleger um deputado por Lisboa, complementada com uma entrevista ao presidente do partido, José Pinto-Coelho.

domingo, 13 de setembro de 2009

PNR no Prós e Contras

O presidente do PNR, José Pinto-Coelho, estará amanhã no programa da RTP Prós e Contras, desta vez dedicado aos dez partidos sem assento parlamentar que concorrem às próximas eleições legislativas.

sábado, 12 de setembro de 2009

Cutty Sark


A boa notícia é que hoje reabre o Cutty Sark — o pub mais odiado de Itália — no dia da fundação do Estado Livre de Fiume. Mas uma notícia ainda melhor é que vou lá voltar em Novembro! Já diz aquela música dos ZZA: Questo posto qua è casa nostra, è Cutty Sark!

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Amanhã em Marvila


Amanhã estarei em Marvila no jantar-convívio daquela que será uma das quatro candidaturas a juntas de freguesia apresentadas pelo PNR nas próximas eleições autárquicas.

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Henri Vincenot por Pierre Vial

As Editions Pardès publicaram mais um volume da colecção "qui suis-je ?", uma obra de Pierre Vial sobre o escritor francês Henri Vincenot (1912-1985), autor de obras como Le pape des escargots (1972) ou Les Etoiles de Compostelle (1982).

Fazendo uma pequena biografia deste escritor enraízado, Vial diz-nos que ele "toda a sua vida foi um contador, um chantre da sua pátria carnal, a eterna Céltia, dos campos e das florestas onde estão as suas raízes, ou seja o seu solo e o seu sangue".

Fonte: Terra e Povo

terça-feira, 8 de setembro de 2009

La Nouvelle Revue d'Histoire n.º 44

O meu caro amigo Humberto Nuno, ultimamente, tem-se antecipado na compra desta revista obrigatória. Pois, desta vez, cabe-me informar em primeiro lugar que o último número de «La Nouvelle Revue d'Histoire» está disponível nas bancas do nosso país.

O tema central deste n.º 44 é “Violência e Política”, com um dossier onde podemos encontrar artigos de Dominique Venner, Jean-Joël Brégeon, Jean Bourdier, Martin Benoist, Charles Vaugeois, Philippe Conrad, Adrien Brocard, Antoine Baudoin, René Marchand, que vão desde a Revolução Francesa à violência do islão. Destaque ainda para a entrevista com um dos mestres da literatura medieval Philippe Walter, sobre o imaginário medieval, e os artigos “Há 2000 anos: Teutoburgo”, de Yann Le Bohec, “Henrique VIII, o fundador”, de Jean-Pierre Poussou, “A tese iconoclasta de Shlomo Sand”, sobre o historiador israelita que afirma que o povo judeu foi inventado, de François-Georges Dreyfus, e a análise geopolítica de Aymeric Chauprade sobre a armadilha afegã, entre outros. Como sempre, temos a crónica de Péroncel-Hugoz, desta vez sobre os ingleses que amaram a França, e as secções habituais, com destaque para a dos livros publicados, na qual é de referir a crítica de Dominique Venner ao último livro de Pierre Vial, sobre Henri Vincenot.

Pinto-Coelho na RTPN

domingo, 6 de setembro de 2009

PNR em Alcobaça

José Pinto-Coelho e João Pedro Amaral

O PNR apresentou ontem em Alcobaça a sua candidatura às eleições legislativas pelo círculo de Leiria, num almoço-convívio que contou com a presença do cabeça-de-lista João Pedro Amaral, militantes locais e dirigentes do PNR, entre os quais o presidente José Pinto-Coelho.

Pelas ruas de Alcobaça

Após o almoço decorreu uma acção de campanha de distribuição de folhetos e contacto com população, sendo a comitiva muito bem recebida pelas pessoas que transmitiram a sua preocupação com o actual estado do país, nomeadamente no que respeita à segurança e ao emprego, e aos problemas da sua região, com ênfase para a agricultura. Muitos demostraram abertamente o seu apoio ao partido, especialmente os mais jovens.

Com os jovens


Fonte: Leiria Terra Portuguesa

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Para amanhã

Estarei presente amanhã em Alcobaça para o almoço-convívio do PNR e posterior acção de campanha ao lado da oposição nacional que levanta a sua voz, lembrando as palavras do nosso Rodrigo Emílio, por Portugal e mais nada!

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

As colecções dos jornais

As quebras de vendas na imprensa escrita há muito que fizeram com que os jornais começassem a vender todo o tipo de produtos associados. Vem isto a propósito de uma conversa com um amigo que maldisse esta prática e ao qual respondi que nem tudo era mau. Desde algumas colecções em fascículos para posterior encadernação — coisa que parece ter caído em desuso —, bem interessantes, até outras actuais que recomendei. Em curso, estão duas que faço e aconselho: a tradução dos livros da Osprey sobre as batalhas da Segunda Guerra Mundial, distribuída às quintas-feiras com o «Correio da Manhã» e a «Sábado», e a banda desenhada de Bourgeon, “Os Passageiros do Vento”, distribuída às quartas-feiras com o «Público» e que incluirá um álbum inédito em Portugal. Uma das vantangens dos quiosques é que, contrariando instruções, vendem as colecções sem o respectivo jornal.

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Cinema de propaganda

Der Fuehrer's Face, 1943.
A não perder o artigo do Eurico de Barros no «Diário de Notícias» de hoje sobre o cinema de propaganda na II Guerra Mundial, intitulado “Quando o Pato Donald saudou Hitler”, que lembra os grandes realizadores que, de ambos os lados, realizaram filmes e documentários de propaganda patriótica e militarista, rematando que “no final, as imagens dos vencedores passaram a valer como História”.

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Mais Pérez-Reverte

Finalmente foi publicado em português, pela Porto Editora, “A Sombra da Águia”, um livro de Arturo Pérez-Reverte cuja história é baseada num curioso acontecimento que teve lugar durante a campanha da Rússia em 1812. Em 2006 considerei-o “um divertido relato ligeiro sobre a pesada realidade da guerra e as relações humanas em condições extremas, que se lê de um fôlego”. Não li a tradução, mas foi realizada por Helena Pitta, que tem feito um bom trabalho na passagem da obra deste escritor espanhol para a nossa língua.

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Ponyo

O grande mestre da animação tradicional Hayao Miyazaki regressa com Ponyo à beira-mar, uma interpretação livre do conto de Hans Christian Andersen, “A Pequena Sereia”. Enquanto não vejo o filme, é sempre bom recordar as sábias palavras que este realizador japonês quer transmitir aos animadores mais novos, lidas no «ípsilon» de sexta-feira passada: “Preciso de lhes dizer que parem de usar a Internet e o correio electrónico, que voltem ao papel e ao lápis e utilizem os seus cinco sentidos para desenhar.

domingo, 30 de agosto de 2009

Pratt inédito


Na penúltima edição de «Le Figaro Magazine» vi alguns extractos do álbum póstumo de Hugo Pratt, publicado em França há dias. Trata-se de uma obra do início dos anos 70 que só foi encontrada em 2007 por um antigo redactor do «Corriere dei Piccoli», onde Pratt trabalhou. Se uma descoberta tardia destas é desde logo fantástica, a história não podia ser melhor, pelo menos para quem, como eu, cresceu no ambiente das aventuras de Emilio Salgari — considerado no artigo do «Le Figaro Magazine» como o Jules Verne italiano. Sandokan, o Tigre da Malásia, herói da minha infância — dos livros, da série televisiva, dos cromos — passado à nona arte pelo mestre Pratt, ainda por cima com grandes semelhanças com Corto Maltese, é uma surpresa daquelas. Directo para a lista de compras!

sábado, 29 de agosto de 2009

Mais Alatriste

O Capitão Alatriste volta ao panorama editorial português com “O Cavalheiro do Gibão Amarelo”, publicado pelas Edições ASA. Aguardemos agora a tradução de “Corsarios de Levante”, para termos em português todas as aventuras deste herói popularizado por Arturo Pérez-Reverte publicadas até agora.

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Terre & Peuple Magazine n.º 40

O último número da revista da associação Terre et Peuple tem como tema de capa “A nossa Europa” e oferece-nos um excelente dossier com os artigos “A Europa e as suas fronteiras”, de Alain Cagnat, “A Europa Branca”, de Pierre Vial, “A verdadeira pressão turca reforçar-se-á no seguinte ao votos dos cidadãos”, de Jean-Gilles Malliarakis, e a entrevista com Robert Spieler, delegado geral da Nouvelle Droite Populaire.

A destacar, a reportagem ilustrada com fotografias a cores da Universidade de Verão da Terra e Povo, realizada em Lisboa em Junho deste ano, com a presença de Pierre Vial, Gabriele Adinolfi, Enrique Ravello, entre outros. A não perder, também, o artigo e a dupla entrevista sobre o ensino Steiner-Waldorf e a publicação da comunicação de Kate Nauwelaers na XIII Table Ronde “A arte e o artesanato populares, uma ética e uma estética”.

Para além de outros artigos, podemos ainda ler críticas a livros, nas quais se destaca a de Pierre Vial ao último livro de Dominique Venner “Ernst Jünger. Un autre destin européen”, bem como comentários sobre a actualidade e as habituais rubricas sobre genealogia e culinária.

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

We must be mad...


Quando vejo notícias que nos dão provas do processo de substituição demográfica em curso em Portugal e na Europa, como a que informa que “dois em cada 15 bebés são filhos de estrangeiros”, sempre celebradas entusiasticamente pelos imigracionistas como sendo algo “positivo”, lembro-me do premonitório discurso de Enoch Powell, que ficou conhecido como “Rivers of Blood”, em especial desta passagem: “We must be mad, literally mad, as a nation to be permitting the annual inflow of some 50,000 dependants, who are for the most part the material of the future growth of the immigrant-descended population. It is like watching a nation busily engaged in heaping up its own funeral pyre.

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Réfléchir & Agir n.º 32

O último número da excelente «Réfléchir & Agir», a autodenominada “revista autónoma de desintoxicação ideológica”, tem como tema central “A Matriz. A deriva autoritária da democracia”, com artigos de Eugène Krampon, Jacques Kotoujansky, Léon Camus, François Costes, Eric Pinel, e as entrevistas com Thierry Meyssan, Aymeric Chauprade e Éric Delcroix.

Destaque ainda para a grande entrevista com Guy Sajer e os artigos “Breve história da floresta francesa”, de Thomas de Pieri, “O monstro de Loch Ness é um mito?”, de Pierre Gillieth, o in memoriam ao escritor chileno Miguel Serrano, por Arnaud Lallement, a reflexão sobre Claude Lévi-Strauss sobre a “afirmação das diferenças”, de Éric Norholm, e “AC/DC Autoestrada para o inferno”, de Pierre Gillieth, sobre o grupo de rock australiano.

Nas muitas notas de leitura, é de assinalar a que se refere ao primeiro número da revista da associação portuguesa Terra e Povo. Sem esquecer as habituais críticas a livros, música e cinema, os breves comentários à actualidade e outras secções habituais, referência ainda para as conclusões de um inquérito feito aos assinantes da revista, através do qual se pode ficar a conhecer melhor o público da «Réfléchir & Agir».

quarta-feira, 22 de julho de 2009

La Nouvelle Revue d'Histoire n.º 43

Disponível nas bancas nacionais está último número de «La Nouvelle Revue d’Histoire», cujo tema desta vez é “As raízes da Europa. De Homero a Clóvis”, com um dossier onde podemos encontrar artigos de Dominique Venner, Sylvan Gougenheim, Philippe Walter, Lucien Jerphagon, Yann Le Bohec, Karl-Ferdinad Werner e Denis Bachelot, e a cronologia de Charles Vaugeois e Jean Kappel. Destaque ainda para a entrevista com a historiadora Mona Ouzouf, sobre a França e a República, e os artigos “Erwin Rommel, Hitler e a Wehrmacht”, de François-George Dreyfus, “Um rei de guerra”, sobre Henrique II, de Emma Demeester, e “A Conquista da Sibéria”, de Philippe Conrad, entre outros. Como sempre, temos a crónica de Péroncel-Hugoz e as secções habituais, com destaque para a dos livros publicados, na qual é de referir a crítica de Jean-François Gautier ao último livro de Venner “Ernst Jünger. Un autre destin européen”.

terça-feira, 21 de julho de 2009

Para desintoxicar...

Na entrevista aqui publicada ontem saliento a importância da desintoxicação ideológica nos tempos “politicamente correctos” em que vivemos. Para tal, é necessário ler e reflectir, pensar e agir. De seguida aconselharei leituras que são um óptimo antídoto para o veneno do pensamento único hodierno.

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Vladimir Volkoff e o politicamente correcto

Excelente entrevista de Vladimir Volkoff sobre o politicamente correcto publicada no Perspectivas, que não resisto a republicar aqui, com a devida vénia. Leitura essencial, nos tempos que correm.

Vladimir Volkoff foi doutor em filosofia, professor de inglês, militar durante a guerra da Argélia, funcionário do Ministério da Defesa e, mais tarde, professor de línguas e literatura francesa e russa nos Estados Unidos. Foi o primeiro escritor que se dedicou seriamente ao estudo da manipulação informativa. Nesta entrevista, explica o conceito que conhecemos como “politicamente correcto”, tema de seu último livro publicado pelas Editions du Rocher: “La désinformation par l’image”.

Qual é a sua definição do “politicamente correcto”?
O politicamente correcto tal e como o conhecemos actualmente, representa a entropia do pensamento político. Como tal, é de impossível definição dado que carece de um verdadeiro conteúdo. O seu fundamento básico é o do “vale tudo”. Nele encontramos restos de um cristianismo degradado, de um socialismo reivindicativo, de um economicismo marxista e de um freudismo em permanente rebelião contra a moral do ego. Se compararmos a demolição do comunismo com uma explosão atómica, diríamos que o politicamente correcto constitui a nuvem radioactiva que acompanha a hecatombe.

Em que consiste o “politicamente correcto”?
O politicamente correcto consiste na observação da sociedade e da história em termos maniqueístas. O politicamente correcto representa o bem e o politicamente incorrecto representa o mal. O sumo bem consiste em buscar as opções e a tolerância nos outros, a menos que as opções dos outros não sejam politicamente incorrectas; o sumo mal encontra-se nos dados que precederiam à opção, quer sejam estes de carácter étnico, histórico, social, moral e inclusive sexual, e incluindo os avatares humanos. O politicamente correcto não atende à igualdade de oportunidade no ponto de partida, senão ao igualitarismo nos resultados no ponto de chegada.

Quem o inventou?
Ninguém inventou o politicamente correcto: ele nasceu como consequência da decadência do espírito crítico da identidade colectiva, quer seja esta social, nacional, religiosa ou étnica

Quem o pratica?
O politicamente correcto é de uso comum entre os intelectuais socialmente desenraizados, porém como é contagioso, é normal que outras pessoas estejam contaminadas sem que por isso estejam conscientes disso.

Como nos podemos desintoxicar?
A desintoxicação é difícil, na medida em que vivemos num mundo no qual os meios (e a palavra “media” é, em si mesma, um barbarismo politicamente correcto) adquiriram uma importância desmesurada e são precisamente estes os encarregados do contágio massivo. O primeiro remédio consiste em tomar consciência de que o politicamente correcto existe e que circula sobretudo através de nosso vocabulário. O segundo, seria tomar consciência de que o “eu” forma parte de um “nós” e de que este “nós” deve proteger o “eu” contra o “diz-se…” politicamente correcto. O terceiro remédio consiste em pôr em prática a consciência de renúncia a toda terminologia politicamente correcta e às ideologias nas quais se apoia. Por exemplo, há que dizer “aborto” em lugar de “interrupção da gravidez”, “surdo” em lugar de “deficiente auditivo”, “velhice” em lugar de “terceira idade”, “sem-vergonha” em lugar de “inadaptado”. Um “docente” nunca chegará a ser um “mestre”.

Quais são os estragos produzidos pelo “politicamente correcto”?
Consistem fundamentalmente em confundir o bem e o mal, sob o pretexto de que tudo é matéria opinativa.

À parte a nação, quais são os alvos predilectos do “politicamente correcto”?
Os alvos predilectos são a família, as tradições, e sobretudo a crença nestas, dado que para o politicamente correcto só há uma verdade e o resto é falso.

O senhor tem a impressão de que a França é um dos países mais atingidos pelo “politicamente correcto”?
O politicamente correcto é supranacional como todas as enfermidades. Se estamos em condições de afirmar que nasceu em determinadas universidades americanas, não é menos certo que se expandiu rapidamente por todo o mundo. Talvez nos países de tradição cristã ortodoxa se resista mais e melhor a esta epidemia, provavelmente devido à propaganda comunista, e talvez à própria fé religiosa. Constatámos isso recentemente nos casos da Sérvia e da Rússia.

Como detectar uma pessoa “politicamente correcta”?
Uma pessoa politicamente correcta considera-se tolerante, porém não pratica a tolerância…

Como evitar a contaminação?
É verdade que o politicamente correcto espreita-nos e apresenta-se sempre com argumentos inocentes e de fácil assimilação. Trata-se de recusar a sua inocência e repudiar essa facilidade de assimilação. É necessário, do mesmo modo, prevenir-se contra o mimetismo que consiste em falar como os outros. Repito, ainda que corra o risco de parecer incómodo: o vocabulário politicamente correcto é o principal veículo de contágio. Em qualquer caso, há que afirmar que o politicamente correcto é uma fé débil e que, como tal, não resiste a uma enérgica aplicação do espírito crítico. Não temos que ser submissos aos sentimentos e opiniões generalizadas: o espírito contraditório mais obtuso vale sempre mais do que a livre aceitação do pasto mediático.

Segundo o Sr., quais podem ser as consequências a curto e médio prazo do triunfo do “politicamente correcto”?
O politicamente correcto prepara o terreno de forma ideal para as operações de desinformação e para a expansão da globalização. Quando todo o mundo acreditar que as verdades podem ser objectos de truque, que não existem nem verdades nem mentiras, o mundo estará preparado para receber a mesma propaganda, de participar da mesma pseudo-opinião pública fabricada para consumo universal. E esta pseudo-opinião pública aceitará qualquer acção, inclusive as mais brutais que indefectivelmente irão em benefício dos manipuladores.

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Uma revista obrigatória

O meu caro amigo HNO antecipou-se novamente na compra da «NRH», uma revista obrigatória que aconselho aqui regularmente. Dirigida por Dominique Venner, esta é uma publicação de alto nível e óptima qualidade que temos o privilégio de poder comprar nas bancas em Portugal. A compra da revista é mesmo um acto militante, nos tempos que correm. É por isso que para além da mera compra e leitura, impõe-se que a divulguemos o mais possível, que é exactamente o que o HNO tem feito, desde conseguir a venda no quiosque em frente à sua Universidade à publicação da capa no seu blog. Vou ver se a compro ainda hoje, para depois fazer a habitual referência.

sábado, 4 de julho de 2009

Universidade de Verão da Terra e Povo

A Associação Terra e Povo organizou no passado fim-de-semana uma Universidade de Verão que trouxe a Lisboa Pierre Vial, Gabriele Adinolfi, Enrique Ravello e contou também com a presença de oradores nacionais. Segundo a associação, o objectivo foi cumprido. Ler mais aqui.