sábado, 28 de fevereiro de 2009
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009
«Lanceiro» volta à carga!
O «Lanceiro» volta à carga, desde o último número do jornal publicado em Novembro de 2007, agora com novo formato e o subtítulo “Cadernos Militares”. O n.º 1 foi-me oferecido pelo meu amigo Roberto de Moraes, autor do excelente artigo “Noventa Anos do Armistício. Algumas considerações sobre a Primeira Guerra Mundial”. Este número, dedicado à Cavalaria, a Lanceiros, à PM/PE, à Guerra do Ultramar (inclui as CPM e PPM que serviram em Angola e o nome de todos os seus oficiais) e à Vida Militar é enviado gratuitamente em formato .pdf, como divulgação, mediante pedido para o endereço electrónico jornallanceiro@gmail.com. O preço da versão impressa é € 5 e a periodicidade é semestral.O «Lanceiro» tem um objectivo claro, como nos diz a nota de abertura deste n.º 1: “Para que não se esqueça e não se faça tábua rasa da nossa História que como disse Mouzinho "foi obra de soldados" fazemos uma publicação paratodos os que sentem e vivem "os interesses permanentes e vitais da Pátria e têm o culto da sua História", tenham ou não passado pelas fileiras”.
terça-feira, 24 de fevereiro de 2009
Páginas culturais comparadas
O Jorge não publica muito no seu Testemunho do Estético, mas isso não me altera o hábito de visitar amiúde este excelente blog. Hábito totalmente justificado pela elevada qualidade das reflexões que aí encontro, como o exercício de comparação entre os suplementos culturais «Ípsilon» e «ABCD», que o leva a Heidegger e a Arendt. A não perder a Situação das "páginas culturais": o inconsciente ex-posto.
sábado, 21 de fevereiro de 2009
Sobre o MAP
O Nonas disponibiliza hoje a digitalização da crónica de Catarina Portas no «Público» sobre o assassinato do Museu de Arte Popular (MAP). A não perder “O Museu Assassinado”, que termina com a questão desafiadora: “Não haverá, neste país, coragem para uma recuperação exemplar e modernamente interpretada do Museu de Arte Popular?”
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009
Há 100 anos
Olhai para nós! Não estamos esfalfados... No nosso coração não há a menor fadiga! Porque se alimentou de fogo, ódio e velocidade!... Ficais espantados? É que vos não lembrais, sequer, de ter vivido! De pé, no cimo do mundo, uma vez mais lançamos às estrelas o desafio!As vossas objecções? Basta! Basta! Conheço-as! É ponto assente! Sabemos bem o que a nossa bela e falsa inteligência nos afirma. — Só somos, diz ela, o resumo e o prolongamento dos nossos antepassados. — Talvez! Seja!... Que importa?... Não queremos ouvir! Evitai repetir estas palavras infames! É preferível levantar a cabeça!
De pé, no cimo do mundo, voltamos a lançar uma vez mais às estrelas o desafio!
F. T. Marinetti
domingo, 15 de fevereiro de 2009
Jünger no CCB
Impedido por partilhas familiares, coisa sempre demorada, não consegui ir ontem ao CCB para assistir a “O Caso Jünger”, integrado no ciclo “Nazismo e Cultura: Confrontações”. Dizem-me amigos que estiveram presentes que não perdi nada. Acredito que não tenha trazido nada de novo, mas perdi uma coisa rara: um evento em Portugal sobre Ernst Jünger. Para quando outro?
terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
“Muito à frente”
É sabido que a CasaPound está “muito à frente”, para usar uma expressão muito comum hoje usada pelos mais jovens. Disto é prova mais recente a apresentação do livro de Valerio Morucci, ex-Brigadas Vermelhas, que encontrou neste espaço a liberdade de palavra que lhe havia sido negada noutros sítios. Un esempio, una ispirazione.
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
O Alvalade
Já aqui disse que o Alvalade foi um dos meus “cinemas de outro tempo”. Se o lembro, é porque as mudanças em marcos da nossa memória são sempre difíceis de digerir e encaradas com pessimismo. Depois da demolição do edifício do antigo Alvalade, foi com agrado que li na imprensa que o novo projecto contemplava salas de cinema. Depois do desaparecimento das salas no Centro Comercial de Alvalade — hoje decrépito e a viver os últimos suspiros —, da do A. C. Santos e, mais recentemente, das do Quarteto, ir ver um filme significava, para um habitante desta zona da capital, distância, carro, transportes, para além de centros comerciais, impessoalidade, massificação. Valia-nos o King, por vezes o Londres, mas não deixava de ser uma uma falta sentida.
Pois, quase 25 anos depois de ter encerrado, o cinema Alvalade reabriu ao público com a quilométrica designação de Cinema City Classic Alvalade, já ironizada por Miguel Esteves Cardoso no «Público», num edifício novo com o infeliz nome Hollywood Residence. As intenções para este novo espaço são óptimas, como por exemplo a previsão da utilização do espaço para diversas iniciativas culturais e uma nova atitude face ao cinema, de louvar, como a de “evitar a confusão dos Centros Comerciais”. No entanto, é para mim incompreensível a escolha daquilo a que chamam “ambiente renascentista” e o uso de frases promocionais como “será o renascimento bem à moda de Botticelli!”(sic)...
Fui lá há dias tomar café com um amigo que pela faixa etária nunca conheceu o espaço e falei-lhe na grande escadaria e a pintura mural de Estrela Faria (felizmente restaurada), na sala que para um miúdo como eu era descomunal, nos gigantescos cartazes exteriores pintados à mão e, claro, nos filmes que se viam e do que era ir ao cinema naquela altura, com aquela idade.
Com todos os defeitos que possa ter, o novo Alvalade trouxe o cinema de volta ao meu Bairro. E uma coisa está prometida, hei-de ir lá ver um filme.
Pois, quase 25 anos depois de ter encerrado, o cinema Alvalade reabriu ao público com a quilométrica designação de Cinema City Classic Alvalade, já ironizada por Miguel Esteves Cardoso no «Público», num edifício novo com o infeliz nome Hollywood Residence. As intenções para este novo espaço são óptimas, como por exemplo a previsão da utilização do espaço para diversas iniciativas culturais e uma nova atitude face ao cinema, de louvar, como a de “evitar a confusão dos Centros Comerciais”. No entanto, é para mim incompreensível a escolha daquilo a que chamam “ambiente renascentista” e o uso de frases promocionais como “será o renascimento bem à moda de Botticelli!”(sic)...
A sala e a escadaria.
Fui lá há dias tomar café com um amigo que pela faixa etária nunca conheceu o espaço e falei-lhe na grande escadaria e a pintura mural de Estrela Faria (felizmente restaurada), na sala que para um miúdo como eu era descomunal, nos gigantescos cartazes exteriores pintados à mão e, claro, nos filmes que se viam e do que era ir ao cinema naquela altura, com aquela idade.
Com todos os defeitos que possa ter, o novo Alvalade trouxe o cinema de volta ao meu Bairro. E uma coisa está prometida, hei-de ir lá ver um filme.
domingo, 8 de fevereiro de 2009
Nacional-moderação
A moderação chegou ao nacionalismo e pretende constituir-se como partido político. É o que leio n'A Cidade do Sossego, na qual o Harms, sem moderações, esclarece que “zero, é o que vale um nacionalismo moderado”. Sobre os “moderados”, volto a fazer aqui uso das sábias palavras do BOS: “Os que advogam a moderação em matéria política são quase sempre moderadamente inteligentes, moderadamente sensatos, moderadamente corajosos, moderadamente honestos, moderadamente virtuosos. Às vezes, até moderadamente moderados”. Sobre a atitude deste futuro partido que reclama o “nacionalismo moderado”, digo que me lembra aquelas pessoas que iniciam as suas intervenções desculpando-se, que pedem licença para pensar de outra forma e que perante a discórdia atiram o clássico “têm ambos razão, venha de lá esse aperto de mão”.
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
Grande entrevista
Foi a que deu o Pedro Guedes ao Sexo dos Anjos, no qual o Manuel Azinhal continua a excelente série de entrevistas a bloggers. Das suas respostas destaco as que se referem à internet e ao seu potencial de utilização, ora leiam: «É pacífico que a internet é nos tempos que correm a única ferramenta que permite a ideias não-conformistas obter alguma eficácia na transmissão da mensagem, a única que permite contornar o total bloqueio mediático que nos é imposto, a única que permite que seja passada uma imagem diferente da caricatura diabólica que se pretende fazer passar na imprensa tradicional. É por isso essencial que se use cada vez mais, que se observem as suas potencialidades e que todas elas sejam aproveitadas. Ainda para mais, a internet permite que toda a gente a aproveite, com inteligência, sem obrigações "pesadas": nem toda a gente tem que alimentar um blogue, isso não é tão importante quanto se pensa. Quem realmente gosta da ferramenta é bom que a utilize mas usá-la por obrigação ou por impulso é provavelmente errado e obtém efeitos contrários aos desejados. Mas quem por exemplo não gosta de escrever ou não se sente bem a falar para fora na blogosfera, já não terá grande desculpa para não usar ferramentas como o Facebook ou o HI5. A internet permite essa coisa fantástica que é a possibilidade de todos terem o seu público e se sentirem no seu próprio meio, consoante a idade ou os interesses, podendo em cada um desses postos ser de grande utilidade para causas comuns. Que ninguém se abstenha!»
sexta-feira, 30 de janeiro de 2009
«IdentidaD» n.º 15
sábado, 24 de janeiro de 2009
Super-Obama
Contra o unanimismo dos media, valha-nos o Eurico de Barros que, a propósito da entronização de Barack Obama, se lembrou de uma «velha piada dos tempos da antiga União Soviética, em que um cidadão de Moscovo chega ao emprego no Dia de Lenine com a camisa por passar a ferro e o casaco todo amarfanhado. O camarada director pergunta-lhe se ele não tem vergonha de aparecer assim vestido no Dia de Lenine, e o cidadão responde: "Camarada, levantei-me hoje de manhã, liguei a televisão e só ouvia 'Lenine, Lenine, Lenine!'. Liguei então a rádio e só diziam 'Lenine! Lenine! Lenine!'. Tive medo de ligar o ferro de engomar..."»
quinta-feira, 22 de janeiro de 2009
Saudade do futuro
Completou ontem dois anos de existência um dos melhores blogs nacionais, o Eternas Saudades do Futuro, do qual sou leitor assíduo. O seu autor, que me honra com a sua amizade, está de parabéns por este trabalho cultural de elevado nível e pela óptima escolha do título. A esse propósito e à laia de presente de aniversário, aqui deixo um extracto do proémio do livro de António Quadros, “Memórias das Origens, Saudades do Futuro”, publicado pela Europa-América, em 1992.
“A saudade do futuro é uma paixão que animou toda a nossa história, como inspira toda a nossa cultura, fautora de acertos ou de erros, mas sempre omnipresente. O hoje é uma passagem evanescente entre um ontem que remonta às origens e um amanhã que é para nós mais, bem mais do que um mundo simplesmente melhor do que este, é um reino da primazia do espírito e dos seus valores, para o qual, consciente ou inconscientemente, trabalha tudo o que em cada um de nós é altruísta, dadivoso, generoso, visionário.”
“A saudade do futuro é uma paixão que animou toda a nossa história, como inspira toda a nossa cultura, fautora de acertos ou de erros, mas sempre omnipresente. O hoje é uma passagem evanescente entre um ontem que remonta às origens e um amanhã que é para nós mais, bem mais do que um mundo simplesmente melhor do que este, é um reino da primazia do espírito e dos seus valores, para o qual, consciente ou inconscientemente, trabalha tudo o que em cada um de nós é altruísta, dadivoso, generoso, visionário.”
terça-feira, 20 de janeiro de 2009
segunda-feira, 19 de janeiro de 2009
Alice Vieira arrasa sobre a educação
A educação no nosso país piora de dia para dia, já o sabemos. Há muito que colegas meus de curso, hoje professores, me transmitem o estado deplorável a que chegou esta área tão importante. Agora, a degradação tem sido de tal ordem que há cada vez mais pessoas a pôr o dedo na ferida. É o caso da escritora Alice Vieira que, em entrevista publicada hoje no «Público», não poupa críticas nem comede as palavras. Nesta constatação mostra bem ao que se chegou: “Eu comecei a ir às escolas há 30 anos, para apresentar o meu primeiro livro “Rosa, minha irmã Rosa” e ia falar com os alunos de 3.º e 4.º anos. Agora vou, exactamente com o mesmo livro falar a alunos dos 7.º e 8.º anos. Alguma coisa está mal.”
Sobre o acesso às novas tecnologias, afirma que “estamos a queimar etapas, a atirar computadores para os colos dos miúdos quando não sabem ler nem escrever. Só devia chegar quando tivessem o domínio da língua e da escrita.” E mesmo os mais velhos “não sabem utilizar a Internet, não sabem pesquisar, eles clicam, copiam e assinam por baixo. Eu chego a uma escola, vou ver e fizeram 50 trabalhos sobre um livro meu, todos iguais, com os mesmos erros e tudo, porque descarregam da Internet. Pergunto aos professores e respondem-me: “Mas eles tiveram tanto trabalho a procurar...” O professor tem que ensinar a pesquisar. Às vezes, estou a falar com os alunos e tenho a sensação nítida de que não estão a perceber nada do que eu estou a dizer.”
Sobre as razões deste estado de coisas generalizado, diz: “No geral, as crianças têm muitas, muitas dificuldades. E os professores, logo à partida, têm medo que os alunos se cansem e nem tentam! “O quê? Dar isso? Eles não gostam, cansam-se”. Há um medo de cansar os meninos. Desde 1974 que os alunos têm sido muito cobaias da educação. E os professores e os alunos não sabem muito bem o que é que andam a fazer... Aconteceu uma coisa terrível é que tudo tem que ser divertido. Há duas palavras que me põem fora de mim: moderno e lúdico! Tudo tem que ser lúdico, tem de ser divertido, nada pode dar trabalho. Não pode ser!”
Soluções? “É preciso mais autoridade, o professor não pode fazer nada, não tem autoridade nenhuma. A solução passa por mais interesse e mais disciplina. O gosto pelo que se faz. E o professor tem que sentir esse gosto e passar aos miúdos. A profissão é de risco, de missionário e não de funcionário público na acepção pejorativa da palavra. Não é uma profissão como as outras e não é seguramente a de preencher impressos...”
Sobre o acesso às novas tecnologias, afirma que “estamos a queimar etapas, a atirar computadores para os colos dos miúdos quando não sabem ler nem escrever. Só devia chegar quando tivessem o domínio da língua e da escrita.” E mesmo os mais velhos “não sabem utilizar a Internet, não sabem pesquisar, eles clicam, copiam e assinam por baixo. Eu chego a uma escola, vou ver e fizeram 50 trabalhos sobre um livro meu, todos iguais, com os mesmos erros e tudo, porque descarregam da Internet. Pergunto aos professores e respondem-me: “Mas eles tiveram tanto trabalho a procurar...” O professor tem que ensinar a pesquisar. Às vezes, estou a falar com os alunos e tenho a sensação nítida de que não estão a perceber nada do que eu estou a dizer.”
Sobre as razões deste estado de coisas generalizado, diz: “No geral, as crianças têm muitas, muitas dificuldades. E os professores, logo à partida, têm medo que os alunos se cansem e nem tentam! “O quê? Dar isso? Eles não gostam, cansam-se”. Há um medo de cansar os meninos. Desde 1974 que os alunos têm sido muito cobaias da educação. E os professores e os alunos não sabem muito bem o que é que andam a fazer... Aconteceu uma coisa terrível é que tudo tem que ser divertido. Há duas palavras que me põem fora de mim: moderno e lúdico! Tudo tem que ser lúdico, tem de ser divertido, nada pode dar trabalho. Não pode ser!”
Soluções? “É preciso mais autoridade, o professor não pode fazer nada, não tem autoridade nenhuma. A solução passa por mais interesse e mais disciplina. O gosto pelo que se faz. E o professor tem que sentir esse gosto e passar aos miúdos. A profissão é de risco, de missionário e não de funcionário público na acepção pejorativa da palavra. Não é uma profissão como as outras e não é seguramente a de preencher impressos...”
domingo, 18 de janeiro de 2009
Hallal ou kosher?
Perante a actual situação em na Faixa de Gaza, aqui fica o comentário do presidente da associação Terre et Peuple:
A tragédia de Gaza demonstrou aos ingénuos que se recusavam a admitir que o Estado de Israel é capaz de massacrar friamente mais de um milhar de homens, mulheres e crianças em nome da sua dita segurança, apesar da evidente falta de proporcionalidade de forças presentes. Tudo isto em total impunidade (algo que nenhum outro estado no mundo poderia fazer) pois, graças ao apoio incondicional dos EUA (os de Obama como os de Bush), o Estado de Israel sabe que se pode permitir tudo e mais alguma coisa, ridicularizando aberta e totalmente os protestos-lamentos da ONU e das ONG.
Posto isto, mantemos a posição que sempre foi a nossa: enquanto alguns "nacionalistas" (a sua lista é eloquente) acham que é necessário pôr o keffieh ou a kippa, para se afirmarem uns solidários com o palestinos (por hostilidade a Israel), os outros com os israelitas (por hostilidade aos árabes), nós voltamos a dizer que este combate não é o nosso.
Os europeus não podem ser os supletivos dos loucos de Alá ou dos loucos de Javé.
Comer hallal ou kosher? Não, obrigado. Nós preferimos porco.
Pierre Vial
A tragédia de Gaza demonstrou aos ingénuos que se recusavam a admitir que o Estado de Israel é capaz de massacrar friamente mais de um milhar de homens, mulheres e crianças em nome da sua dita segurança, apesar da evidente falta de proporcionalidade de forças presentes. Tudo isto em total impunidade (algo que nenhum outro estado no mundo poderia fazer) pois, graças ao apoio incondicional dos EUA (os de Obama como os de Bush), o Estado de Israel sabe que se pode permitir tudo e mais alguma coisa, ridicularizando aberta e totalmente os protestos-lamentos da ONU e das ONG.
Posto isto, mantemos a posição que sempre foi a nossa: enquanto alguns "nacionalistas" (a sua lista é eloquente) acham que é necessário pôr o keffieh ou a kippa, para se afirmarem uns solidários com o palestinos (por hostilidade a Israel), os outros com os israelitas (por hostilidade aos árabes), nós voltamos a dizer que este combate não é o nosso.
Os europeus não podem ser os supletivos dos loucos de Alá ou dos loucos de Javé.
Comer hallal ou kosher? Não, obrigado. Nós preferimos porco.
Pierre Vial
sábado, 17 de janeiro de 2009
A História em liberdade vigiada
Já aqui tinha referido a associação “Liberté pour l'Histoire”, fundada por René Rémond e hoje presidida por Pierre Nora, e todo a contestação às “leis memoriais”. No último número de «La Nouvelle Revue d’Histoire», é-nos dado conta das últimas novidades desse combate pela liberdade e do protesto que Nora fez em finais do ano passado contra o projecto de decisão-quadro adoptado pelo Parlamento Europeu criminalizando todos os “genocídios, crimes de guerra de carácter racista e crimes contra a humanidade”, seja qual for a época dos crimes em causa e a autoridade que os estabeleceu. «La Nouvelle Revue d’Histoire» associou-se plenamente a este protesto.
sexta-feira, 16 de janeiro de 2009
Dominique Venner sobre a memória
Nunca é demais dizê-lo, mas Dominique Venner é uma referência maior para mim e os seus editoriais na «La Nouvelle Revue d’Histoire» são verdadeiros ensinamentos de mestre.O editorial do último número tem por título “Metafísica da memória”, do qual não resisto a publicar a conclusão, cuja tradução pilhei ao meu amigo HNO, que em boa hora a fez: Cultivar a nossa «memória», transmiti-la viva às nossas crianças, meditar ainda sobre as provações que a história nos impôs, é preliminar a qualquer renascimento. Face aos desafios inéditos que nos foram impostos pelas catástrofes do século de 1914 e sua mortal desmoralização, encontraremos na reconquista da nossa «memória» étnica as respostas para as quais os nossos antepassados e avós não possuíam ideia, eles que viviam num mundo estável, forte e protegido.
quinta-feira, 15 de janeiro de 2009
La Nouvelle Revue d'Histoire n.º 40
Saiu o número 40 da obrigatória «La Nouvelle Revue d’Histoire», óptima revista que felizmente é possível adquirir nas bancas em Portugal. O tema central, bastante actual, é “EUA: O fim do sonho?”. No dossier encontramos os artigos “O fim do sonho americano”, de Dominique Venner, “Permanências geostratégicas”, de Aymeric Chauprade, “Um capitalismo de Casino”, de Antoine Baudoin, “A guerra contra o terror”, de Xavier Raufer, “Os Estados Unidos e a Europa: relações conflituosas”, de Philippe Conrad, uma cronologia e uma bibliografia, bem como as entrevistas com Michel Crouzet e David Victoroff, para além do texto de Alexis de Tocqueville, “Um totalitarismo doce”.Podemos ainda ler os artigos “Quando Tucídides inventou a História”, de Emma Demeester, “Augsbourg e o destino alemão”, de Éric Mousson-Lestang, “A arte de não compreender a história da Alemanha”, de François-Georges Dreyfus, “Espanha: Guerra de memórias” e “A verdadeira morte de Garcia Lorca”, de Arnaud Imatz, e “A verdade sobre o Vale dos Caídos”, de Charles Hirribarrondo.
Destaque ainda para a entrevista com Bernard Lugan, africanista e colaborador regular da «NRH», autor de diversas obras sobre o continente negro e a sua história. Como sempre, para além de outros artigos, temos a crónica de Péroncel-Hugoz, desta vez sobre a Líbia, bem como as secções habituais.
A não perder!
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