
Mais um número de «La Nouvelle Revue d’Histoire», que tem como tema central a Reconquista.
Mais um número da obrigatória revista da associação Terre et Peuple que desta vez destaca na capa o tema “Raças e Inteligência: Um assunto sulfuroso?”, com um artigo de Pierre Vial que salienta os dogmas instituídos hoje em dia sobre a questão e a excelente análise de fundo de Michel Alain sobre este tema polémico. A não perder, também, é a grande entrevista com o presidente da Terre et Peuple, a fazer um ponto da situação actual do movimento e uma continuação do seu livro publicado em 2000 “Une Terre, un Peuple”.
Como já disse no Jantar das Quartas, é possível ver em linha o programa do canal francês Histoire grand débat dedicado ao tema «De Gaulle 1958 : la grande méprise ?», que contou com a presença entre os convidados de Dominique Venner, historiador que muito prezo e director da revista «La Nouvelle Revue d'Histoire», que tanto aprecio, bem como autor, entre tantas outras obras, de «De Gaulle: La grandeur et le néant».

O último número da revista da associação identitária Tierra y Pueblo, dedicado à Rússia, é simplesmente imperdível. Como nos diz Enrique Ravello no editorial, “a Rússia reabre a História”, considerando que “Putin desmente Huntington e Fukuyama”. Com diversos artigos que versam desde a história russa à política actual, passando pela geopolítica, não esquecendo a arte, a literatura e a poesia, o destaque vai para o excelente dossier intitulado “De onde vêm os russos?”, com artigos de Jean Haudry, Pierre Vial e Juan Gilabert.
Já aqui tenho falado no decrescimento e na impostura do progresso, algo muito importante para reflectir e agir nos tempos que correm. É por isso que aconselho vivamente a leitura das respostas sobre este tema de Alain de Benoist, autor de “Demain, la décroissance ! Penser l'écologie jusqu'au bout”, publicadas no inconformista.info.
Não há dúvida que em certas coisas vale a pena gastar dinheiro. Uma delas é comprar «La Nouvelle Revue d’Histoire» que, como vem sendo hábito, aconselho aqui regularmente por se tratar de uma publicação de elevada qualidade.
A Irlanda rejeitou o Tratado Reformador da União Europeia em referendo. Os intelectuais bem-pensantes, incomodados com a vontade popular que não interessa, apressaram-se a “explicar” e “prever soluções”. Esperemos outra consulta, porque quando finalmente o resultado for o que (lhes) interessa, já não há mais votações.
Antes no Desfile Patriótico promovido pelo PNR no dia 10 de Junho, foi lançada a revista «Terra Portuguesa», órgão oficial do partido de periodicidade trimestral, num encontro que reuniu cerca de 80 militantes e onde se discutiram estratégias de acção.
Quando leio que o “número de alunos a aprender Latim diminuiu 80% em dois anos” nas escolas portuguesas, só posso lamentar a forma como se vai atirando o nosso país para níveis inacreditáveis de ignorância. Já aqui relatei como reencontrei o Latim na parte curricular do mestrado e como me recordou os tempos de liceu. Tanto no ensino secundário como no superior tive Latim por opção. Esta é uma situação que critico desde quando frequentava o 1.º ano de Latim, no 10.º ano de escolaridade, considerando que devia ser, naturalmente, uma disciplina obrigatória. Obrigatória no secundário, mas também, logicamente, em muitos cursos superiores. Como aceitar que esta seja uma matéria opcional para as licenciaturas em História, Filosofia e Direito? E mesmo no campo das ciências, nos cursos de Biologia e Zoologia, por exemplo?
O último número da revista de referência «Réfléchir & Agir» tem como tema central a “Geopolítica da Nova Ordem Mundial” e oferece-nos um dossier excepcional com as entrevistas com Alain de Benoist, sobre o neoconservadorismo, e com Jean-Michel Vernochet, sobre a geopolítica do islão, e os artigos “O lobby pró-israelita e a política externa americana”, de Léon Camus, “Os tiranos estão entre nós. O exemplo de Dominique Strauss-Kahn”, de Thierry Meyssan, “Como sair da falência económica e monetária internacional?”, de Pierre Leconte, “Rússia: Restauração putiniana e perspectivas geopolíticas”, de Robert Steuckers, “De Lisboa a Tallin... e mais além”, de Alfred Montrose, entre outros.
Foi com grande satisfação que encontrei uma tradução do artigo “O Tratado de Rapallo e suas consequências”, de Robert Steuckers, feita pelo Átrida, no portal de notícias No-Media, que a todos aconselho.
Este número da imperdível revista da associação Terre et Peuple tem como tema central “Kosovo e Rússia: a verdade”, apresentando um óptimo dossier sobre esta questão tão importante, da qual Pierre Vial nos diz: “O que está em jogo neste momento no Kosovo é decisivo para o futuro dos europeus.” Conta com os artigos “Testemunho de um patriota sérvio”, de Miodrag Jankovic, “Balcãs: É muito mais tarde do que pensamos”, de Alain Cagnat, “A independência do Kosovo-Metohija é injusta, ilegal e perigosa”, de Patrick Barriot, antigo capacete azul na ex-Jugoslávia, “O Unimikistão, novo estado da ONU”, do jornalista Maciej Zaremba, a “Declaração sobre o Kosovo”, do Patriarca de Moscovo Alexis II, feita ao Parlamento Europeu, e ainda duas comunicações apresentadas na XII Table Ronde, “A tomada de reféns de Beslan e as perspectivas do futuro da política russa”, de H. P. Falavigna, e “A História victimária como identidade negativa”, de Tomislav Sunic.
As recentes eleições britânicas resultaram numa vitória do British National Party (BNP), que subiu o número de eleitos locais para cem e conseguiu eleger Richard Barnbrook para a Assembleia de Londres. Na capital do Reino Unido, o BNP foi o quinto partido mais votado, com mais de 130 mil votos, superando a barreira dos 5%.
Depois de reproduzir aqui parte do polémico artigo de António Barreto, onde este reproduzia uma alegada carta de Rosa Coutinho dirigida a Agostinho Neto, houve quem comentasse assegurando que a carta era falsa, bem como quem garantia que era verdadeira. Reagi, na altura, dizendo: “É claro que não posso ter a certeza da veracidade da carta. Aliás, tenho amigos que me garantem que é falsa e outros que dizem ser verdadeira. Tenho que admitir que é de desconfiar... Mas onde está "comprovado" que é falsa?” Nunca me responderam, mas depois de algum alvoroço na imprensa e de ter falado com algumas pessoas mais informadas sobre o assunto, penso que a dita carta deve ser uma fabricação. É tão forçada, que deixa sempre dúvidas. Seja como for, faço uso das palavras de Pacheco Pereira sobre a carta: “O seu objectivo é fazer uma campanha negra, contra Rosa Coutinho, que não precisava da carta para ter tido um papel sinistro nos eventos da descolonização de Angola.”
Esta é uma reedição póstuma, feita pelas Edições do Templo, em 1978, que até há pouco tempo era relativamente fácil de conseguir.
Dos seis volumes que compõem esta obra, apenas tenho o III e o V, comprados há muito na Livraria Sá da Costa, quando os vendia ao desbarato.
Este é um livro do qual apenas tenho uma cópia, graças ao meu caro amigo Paulo, detentor de um original com dedicatória do autor.
Este folheto político, que não menciona o autor, é atribuído a Mário Saa apenas na sua obra “Erridânia”. A partir daí, nunca mais é referido, muito provavelmente por nunca se ter concretizado.
Esta é outra pérola da minha biblioteca, conseguida em conjunto com a anterior. Uma raridade, apesar do seu estado algo degradado.
Este opúsculo, bastante difícil de conseguir, chegou às minhas mãos através de um amigo alfarrabista que, na altura — já lá vai mais de uma dúzia de anos —, tinha acabado de abrir a sua livraria no Bairro Alto.

Por intermédio do meu caro amigo Mário Martins, soube da existência do livro “XII Objectos do Itinerário de Mário Saa” que, como referi, encomendei online e, devo dizer, valeu a pena. A obra, bastante bem conseguida — com uma edição cuidada, de qualidade e bem paginada —, não só nos dá conta de doze objectos bem ilustrativos do percurso singular deste autor, como nos oferece um apontamento biográfico de Mário Saa e uma pequena história da Fundação-Arquivo Paes Teles. Um trabalho que aconselho a todos.