domingo, 31 de agosto de 2008

Réfléchir & Agir n.º 29

Neste número da óptima revista «Réfléchir & Agir» o tema central é “A nossa saúde envenenada”, com artigos de Eugène Krampon, Jean-Michel Vernochet, Robert Rodesches, Léon Camus, Christian Bouchet e as entrevistas com Jean-Philippe Desbordes e Jacques Baugé-Prévost, atravessando assuntos como o trabalho, os OGM, os laboratórios, a droga, a televisão, o cancro, entre outros.

Na sequência da crítica feroz ao último livro de Guillaume Faye “La Nouvelle Question Juive” no número anterior, é publicado agora um direito de reposta da Diffusion du Lore ao qual a revista afirma que “não tira nem uma linha à crítica de Eugène Krampon”.

Destaque ainda para a homenagem a François Duprat, o “historiador-militante assasinado” em 1978, assinada por Christian Bouchet e a entrevista com o comediante Dominique Zardi. Referência também para a reflexão de Edouard Rix sobre Werner Lass e Karl-Otto Paetel, “dois nacionais-blocheviques alemães”, o artigo de Julien Snorre sobre René Daumal “poeta do essencial” e a entrevista com o geopolitólogo Pierre Hillard.

Nas habituais secções de livros, pintura, música e cinema, destaque para o artigo de Pierre Gillieth “Murnau, o poeta da imagem”.

sábado, 30 de agosto de 2008

Terre & Peuple Magazine n.º 36

Mais um número da obrigatória revista da associação Terre et Peuple que tem como tema de capa “A terra, ela, não mente”, com os artigos “A terra na tradição indo-europeia”, de Jean Haudry, “Aqueles que não amam a terra” e “Civilização terrena, civilização do enraizamento”, de Pierre Vial, e “Henri Vincenot e o regresso à terra” de Jean-Pierre Delarge. A não perder, também, o artigo de fundo de Alain Cagnat intitulado “50 anos de naufrágio argelino: 1958-2008”. De referir ainda as reflexões de Jean-Patrick Arteault sobre o livro “La Guerre Probable”, do general Vincent Desportes, e o relato das actividades da delegação na Catalunha Norte, Terra i Poble.

Como sempre, podemos ainda ler críticas a livros e a álbuns de banda desenhada, bem como comentários sobre a actualidade e as habituais rubricas sobre genealogia e culinária.

segunda-feira, 21 de julho de 2008

Diferenças incómodas

A diferenças humanas são incómodas para certos bem-pensantes, já o sabemos. É por isso que o reconhecimento dessas evidências, ainda para mais com base científica, obriga a uma referência. Vem isto a propósito da notícia, citada e comentada pelo meu caro amigo Humberto, que nos dá conta de que existe um gene africano que facilita infecção pelo HIV e aumenta a protecção contra a malária. Mais um caso como o do “medicamento racista”, de que já aqui falei, a mostrar que os dogmas contemporâneos também caiem.

domingo, 20 de julho de 2008

Terre & Peuple Magazine n.º 35

Mais um número da obrigatória revista da associação Terre et Peuple que desta vez destaca na capa o tema “Raças e Inteligência: Um assunto sulfuroso?”, com um artigo de Pierre Vial que salienta os dogmas instituídos hoje em dia sobre a questão e a excelente análise de fundo de Michel Alain sobre este tema polémico. A não perder, também, é a grande entrevista com o presidente da Terre et Peuple, a fazer um ponto da situação actual do movimento e uma continuação do seu livro publicado em 2000 “Une Terre, un Peuple”.
De referir ainda os artigos “Elementos de uma iconografia indo-europeia”, de Jean Haudry, “Más e boas razões para ser contra a independência do Kosovo”, de Jean-Patrick Arteault, e “Líbano impossível!”, de Alain Cagnat.

Podemos ainda ler as habituais secções e notícias, merecendo destaque, nas recensões críticas, o livro “Aristote au Mont Saint-Michel”, de Sylvain Gouguenheim, professor de História Medieval, “Petit Frère”, do jornalista Éric Zemmour, “L´Épuration”, de Pierre Gillieth, e o volume da colecção Qui suis-je ? sobre Doriot, de Jean-Claude Valla.

quinta-feira, 17 de julho de 2008

Subsídio-dependentes

«Cerca de 90% da população activa residente na Quinta da Fonte beneficia do Rendimento Social de Inserção, de acordo com dados da Câmara Municipal de Loures. E muitos, apesar de pagarem rendas de 4,26 euros por mês, devem neste momento à autarquia quantias que chegam aos oito mil euros, apurou o CM junto da Divisão Municipal de Habitação. Quer isto dizer que, desde que foram alojados na freguesia da Apelação, em 1997, muitos dos que beneficiaram do Programa Especial de Realojamento nunca cumpriram com o acordado.»

Quando vejo notícias destas, lembro-me da música Public Assistance, dos americanos Agnostic Front, cuja letra gerou grande polémica na altura.

You spend your life on welfare lines
Or looking for handouts
Why don't you go find a job
You birth more kids to up your checks
So you can buy more drugs
Cash in food stamps and get drunk

Uncle Sam takes half my pay
So you can live for free
I got a family and bills to pay
No one hands money to me
You can go to school for nothing
Got that government grant
Get money in advance
When you're sick from shooting up
Medicaid pays full portion
When little Maria gets knocked up
She gets a free abortion

How come it's minorities who cry
Things are too tough
On TV with their gold chains
Claim they don't have enough
I say make them clean the sewers
Don't take no resistance
If they don't like it go to hell
And cut their public assistance

quarta-feira, 9 de julho de 2008

A conversão de Jünger

Jünger-Haus, Wilflingen

Na entrevista publicada no último número de «La Nouvelle Revue d’Histoire», Julien Hervier esclarece as razões da conversão de Ernst Jünger ao catolicismo pouco antes de morrer: “Jünger sempre teve o desejo de viver de acordo com os ritos do seu país. Considerava, assim, necessário adoptar a religião da sua comunidade. Ora a Suábia onde ele vivia há muito tempo é católica. Para além de a legislação alemã obrigar à declaração da confissão segundo a qual se quer ser sepultado. Foi uma das motivações da sua conversão tardia, a fim de que o funeral fosse celebrado de acordo com o rito das gentes da sua terra.” Sinceramente, não consigo lembrar-me de um motivo mais pagão para uma conversão.

terça-feira, 8 de julho de 2008

De Gaulle

Como já disse no Jantar das Quartas, é possível ver em linha o programa do canal francês Histoire grand débat dedicado ao tema «De Gaulle 1958 : la grande méprise ?», que contou com a presença entre os convidados de Dominique Venner, historiador que muito prezo e director da revista «La Nouvelle Revue d'Histoire», que tanto aprecio, bem como autor, entre tantas outras obras, de «De Gaulle: La grandeur et le néant».

sábado, 5 de julho de 2008

A arte está na rua


Há uma semana atrás dei de caras com um trabalho do meu amigo Devir em plena rua. Minutos passados, encontro-o. Dei-lhe os parabéns e falámos sobre muita coisa, como é usual, mas a conversa centrou-se na observação de que a quase totalidade dos transeuntes ignorava, pura e simplesmente, esta dádiva que ele havia deixado no nosso bairro. Um abraço e obrigado por esta brisa estética numa artéria tão movimentada da cidade.

sexta-feira, 4 de julho de 2008

Dois pesos e duas medidas

Mais uma demosntração de que o Tribunal Penal Internacional para a ex-Jugoslávia funciona num sistema binário, onde de um lado estão os "maus", os sérvios, e do outro os "bons", todos os outros. Foi ilibado após recurso o bósnio Naser Orić, o antigo comandante muçulmano das forças de Srebrenica, que havia sido condenado em primeira instância.



Nunca é demais rever este vídeo muçulmano de propaganda anti-sérvia, onde se louva o "herói" agora absolvido.

quarta-feira, 25 de junho de 2008

Tierra y Pueblo n.º 17

O último número da revista da associação identitária Tierra y Pueblo, dedicado à Rússia, é simplesmente imperdível. Como nos diz Enrique Ravello no editorial, “a Rússia reabre a História”, considerando que “Putin desmente Huntington e Fukuyama”. Com diversos artigos que versam desde a história russa à política actual, passando pela geopolítica, não esquecendo a arte, a literatura e a poesia, o destaque vai para o excelente dossier intitulado “De onde vêm os russos?”, com artigos de Jean Haudry, Pierre Vial e Juan Gilabert.

domingo, 22 de junho de 2008

Parar o crescimento

Já aqui tenho falado no decrescimento e na impostura do progresso, algo muito importante para reflectir e agir nos tempos que correm. É por isso que aconselho vivamente a leitura das respostas sobre este tema de Alain de Benoist, autor de “Demain, la décroissance ! Penser l'écologie jusqu'au bout”, publicadas no inconformista.info.

quinta-feira, 19 de junho de 2008

La Nouvelle Revue d'Histoire n.º 36

Não há dúvida que em certas coisas vale a pena gastar dinheiro. Uma delas é comprar «La Nouvelle Revue d’Histoire» que, como vem sendo hábito, aconselho aqui regularmente por se tratar de uma publicação de elevada qualidade.

O tema central deste n.º 36 é “Mai 68. Les enfants du gaullisme”, que nos oferece um óptimo dossier com os artigos “De Maio de 58 a Maio de 68 uma outra França”, de Dominique Venner, “O grande carnaval de Maio de 68”, de Antoine Baudoin, e “A invasão dos psis”, de Jean-Paul Rassinier, uma cronologia de acontecimentos entre 1944 e 1968 feita por Philippe Conrad, duas entrevistas com Philippe d'Hugues e Jean Bothorel, o retrato de Nimier pela pena de Jean Mabire, entre outros, magistralmente concluído pela reflexão de Venner intitulada “Quarenta anos depois”.

Destaque ainda para a entrevista com Julien Hervier sobre Ernst Jünger, a “redescoberta” do Imperador Juliano por Christopher Gérard e a entrevista com o filósofo François Jullien.

segunda-feira, 16 de junho de 2008

P&R

P.: Por que votaram os irlandeses contra o Tratado Reformador da União Europeia?

R.: Porque puderam.

domingo, 15 de junho de 2008

A lição irlandesa

A Irlanda rejeitou o Tratado Reformador da União Europeia em referendo. Os intelectuais bem-pensantes, incomodados com a vontade popular que não interessa, apressaram-se a “explicar” e “prever soluções”. Esperemos outra consulta, porque quando finalmente o resultado for o que (lhes) interessa, já não há mais votações.