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quarta-feira, 28 de julho de 2010

Salazar morreu há 40 anos

No dia em que se cumprem 40 anos da morte de Salazar, há dois textos no jornal «i» de hoje para que chamo a atenção: "Salazar morreu há 40 anos, mas os discípulos ainda andam por cá", um artigo de Kátia Catulo, e o ensaio de Jaime Nogueira Pinto "Entre Repúblicas".

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Última crónica

Jaime Nogueira Pinto assinou ontem a sua despedida do «i». O título da sua última crónica, “Não se pode ter tudo”, podia bem aplicar-se à curta e atribulada vida deste jornal.

Nesta interessante análise aos “três dês” abrilinos, há duas coisas que quero realçar. Primeiro, as perseguições políticas tão “esquecidas”, que é sempre bom lembrar para que nunca se esqueçam: “Na crise Spínola, no 28 de Setembro, houve nova unidade antifascista: os maus da fita passaram a ser os partidos à direita do CDS - o Liberal, o Cristão-Democrata, o Partido do Progresso, o MAP. Que foram fechados. E os seus dirigentes e militantes, "malfeitores associados", foram também fechados - na cadeia, donde alguns só sairiam depois do 25 de Novembro de 1975.

Depois, o também muito esquecido “outro povo” e a sua importância: “Depois foi o Verão Quente e o PC, o MFA e o "povo unido" uniram-se na marcha vertiginosa para o socialismo. Foram parados pelo outro povo, o povo da direita, também unido, do Minho a Rio Maior, que, através de formas superiores de luta, criou as condições para o governo Pinheiro de Azevedo e o 25 de Novembro. Decidido pelos Comandos e pela Força Aérea, o processo foi travado pela recuperação que o MFA de Melo Antunes fez dos comunistas, sacrificando a extrema-esquerda.

quinta-feira, 25 de março de 2010

i agora?

Sempre atento à imprensa, às suas transformações e ao seu desenvolvimento, não deixei de referir aqui o aparecimento do jornal «i». Da mesma maneira, não posso deixar referir a notícia que dá conta da intenção do Grupo Lena de pôr este recém-aparecido e bastante inovador jornal à venda, devido à enorme dívida do grupo. Perante a falta de interesse aparentemente manifestada pelos grandes grupos de media nacionais, será que o «i» está condenado a uma vida curta?

quinta-feira, 7 de maio de 2009

i... vai disto

Num país de tão fraca imprensa, não pode deixar de ser notícia o projecto de um novo diário nascido hoje. O «i», que não resisti a comprar, é o mais recente jornal português, dirigido por Martim Avillez Figueiredo, que pretende agitar as águas paradas do panorama da informação no nosso país. A ver vamos...

Começo pelas coisas boas. Para além de aparecer, o que já é digno de nota, como referi, este jornal tem o formato de que gosto muito do espanhol «ABC». Ainda na forma, o design é atractivo e bem conseguido. Agora no conteúdo é que as minhas simpatias começam a desvanecer. Bem sei que é um diário, mas a maior parte das notícias são breves e ligeiras. A opinião, numa avaliação preliminar, adivinha-se como de “direita liberal”, e o “prato forte” são os exclusivos do «The New York Times», jornal que me dizem não atravessar os melhores momentos financeiros. Seja como for, esperemos que o «i» mostre que ainda há espaço para novos projectos de imprensa escrita em Portugal, para além da internet e dos gratuitos.