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sexta-feira, 27 de novembro de 2009
Vacinações
À semelhança da situação em França, de que falei aqui, leio na edição de hoje do jornal «i» que "só 32% dos médicos e 18% dos enfermeiros foram vacinados" contra a gripe A. Perante tal desconfiança dos profissionais de saúde, como exigir que a restante população confie?
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
EngripAdos
Passado o pânico mediático inicial face à gripe A, sabemos agora que muita da histeria era injustificada. Um exemplo prático, muitos de nós — é o meu caso — conhecem pessoas próximas, familiares, amigos ou colegas, que foram infectados pelo vírus, adoeceram e depois recuperaram. Ou seja, a gripe A é, como o nome indica, uma gripe. É claro que pode causar a morte, mas sempre relacionada com problemas de saúde prévios ou falta de cuidados, tal como a gripe normal.
Vem isto a propósito das notícias que vi nos media franceses sobre a vacinação contra a gripe A. Em França a desconfiança face à vacina é grande e é de notar que do pessoal hospitalar, o primeiro a ser contemplado neste processo, apenas dez por cento se vacinou. Não é, como dizia o editorial do jornal «La Croix» de ontem, "o melhor augúrio".
Falei em Paris com algumas pessoas que fazem uma campanha contra a vacinação. Segundo estes activistas, um deles médico, a gripe A é uma gripe, a vacina não sabemos. Ao que acrescentavam que nesta vacina ainda sem testes fidedignos, se notavam já registos de vários efeitos indesejáveis. Dá que pensar...
Vem isto a propósito das notícias que vi nos media franceses sobre a vacinação contra a gripe A. Em França a desconfiança face à vacina é grande e é de notar que do pessoal hospitalar, o primeiro a ser contemplado neste processo, apenas dez por cento se vacinou. Não é, como dizia o editorial do jornal «La Croix» de ontem, "o melhor augúrio".
Falei em Paris com algumas pessoas que fazem uma campanha contra a vacinação. Segundo estes activistas, um deles médico, a gripe A é uma gripe, a vacina não sabemos. Ao que acrescentavam que nesta vacina ainda sem testes fidedignos, se notavam já registos de vários efeitos indesejáveis. Dá que pensar...
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