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sexta-feira, 17 de outubro de 2008

Tapar o Sol com uma peneira

Após os “incidentes” no jogo de futebol França-Tunísia, no Stade de France, na passada terça-feira — cujas imagens, ilucitativas, podem ser vistas aqui —, uns “estranham”, outros tentam “compreender” e o governo finge “preocupação”.

O problema não é de hoje. O falhanço do sistema de integração republicano em França é notório há anos e as suas consequências têm vindo a agravar-se, apesar de manobras mediáticas que aligeiram ou ocultam as tais notícias. Tal como escreveu Guillaume Faye na sua obra “La colonisation de l'Europe: Discours vrai sur l'immigration et l'islam, publicada em 2000, os media têm ordens para minimizar tais eventos, foi por isso que “a televisão nunca mostrou as florestas de bandeiras argelinas e os slogans escritos em árabe nos distúrbios nos subúrbios (como durante a "festa" do Mundial de 1998). Da mesma maneira, já não se fotografam ou filmam os inúmeros graffitis do género: "Os árabes fodem a França". Trata-se de dissimular qualquer sinal de hostilidade.

Mesmo a solução, tantas vezes apresentada como milagrosa, de uma equipa multirracial de nada serve, já que, como diz Faye no mesmo livro, “fazer coabitar raças diferentes, é possível numa equipa de futebol onde os jogadores são pagos a peso de ouro, não nos seio de uma mesma comunidade política e histórica de destino”.

E para aqueles que acham que esta é uma questão francesa, que nada tem que ver com o resto da Europa, nomeadamente com o nosso país, pergunto: lembram-se do jogo, igualmente “amigável”, entre Portugal e Angola, em 2001, marcado pela violência, pelos distúrbios e abstinência policial por medo de “racismo”, que resultou em grave perturbação da ordem pública?

segunda-feira, 24 de abril de 2006

“Os falhanços da sociedade multirracial”

Este não é o título de um artigo de uma publicação “racista” ou “xenófoba”, mas do insuspeito «Courrier Internacional», que o retirou de um jornal malaio. Refere-se ao caso da Malásia, na qual têm sido feitos diversos esforços e tomadas várias medidas para que a sua sociedade multirracial viva em harmonia e seja um exemplo para o resto do mundo. Apesar disso, nesta população de 25 milhões de habitantes, dos quais 60% são malaios, 26% chineses e 8% indianos, o racismo está implantado na sociedade, como o demonstra um inquérito realizado recentemente. Um investigador, citado na notícia, diz que “os critérios étnicos estão presentes a todos os níveis da vida pública”. Um advogado, líder de um dos quatro partidos multi-étnicos locais e defensor da proibição de partidos fundados com base na origem étnica, explica que “as comunidades vivem em paz, mas cada uma no seu canto. Temos escolas separadas, amigos separados, vidas separadas.” Vemos, assim, que a aparente situação pacífica se deve a uma espécie de apartheid de origem popular, não institucional, apesar de todos os esforços governamentais em contrário.

Lembro-me de Guillaume Faye, quando afirma que as sociedades multirraciais são, na realidade, sociedades multirracistas. E a Malásia é, como podemos observar, um caso onde isso acontece claramente. Talvez esta situação seja mais falada que outras e motive títulos de jornal como este, por um dos grupos étnicos em causa não ser de origem europeia. Porque, nesse caso, os intelectuais do politicamente correcto já tinham um pronto-a-culpar.

O mais espantoso é que se continue a insistir na aplição à Europa desta perigosa receita, que tão maus resultados tem dado. Que os nossos adversários e inimigos nos queiram impingir a utópica sociedade multirracial e multicultural, com o intuito de destruir o nosso povo e a nossa civilização, ainda entendo, pois o seu objectivo é o nosso enfraquecimento e, consequentemente, o nosso fim. Agora que nós — europeus — aceitemos passivamente a nossa destruição, como cordeiros no matadouro, revolta-me!

segunda-feira, 30 de janeiro de 2006

Guerra nas escolas francesas

No novo e muito recomendável Vanguarda, foi abordado o tema da escalada de violência nas escolas francesas, sobretudo naquelas em zonas de forte presença imigrante. O caso é preocupante e a crescente insegurança dos professores motivou já uma greve, mas o dedo acusatório continua a ser apontado na direcção errada. Não há coragem de culpar os culpados e a sistemática desresponsabilização dos “jovens” descendentes de imigrantes, através de supostas medidas de “integração”, apenas contribui para o agravamento da violência, pois os agressores sentem-se cada vez mais inimputáveis. Esta situação dramática está muito bem analisada no último editorial de Pierre Vial, presidente da Associação Terre et Peuple, “A Escola campo de batalha: um lugar privilegiado da guerra étnica”.

quinta-feira, 22 de dezembro de 2005

O fracasso do sistema de integração republicano


É impressionante como a recente violência étnica em França parece que não aconteceu. Os media esqueceram habilmente o sucedido, fazendo-o parecer uma coisa de somenos importância, resolvida já com um simples “desbloquear de verbas” por parte do governo francês.

A realidade é muito diferente. Assistimos ao fracasso do sistema de integração republicano. A ideia utópica de uma república livre, igual e fraterna, regulada pelo contrato social desmoronou-se.

A França, tal como o resto da Europa, está a ser invadida e colonizada por massas de alógenos que não desejam integrar-se e que, pelo contrário, querem impor os seus costumes repudiando e ocupando o país que os acolheu.

Durante o pico dos confrontos, pude assistir na televisão a uma entrevista com um imigrante português em França, que foi bastante elucidativa e exemplificativa do que se estava a passar. O Micael tinha ido, ainda criança, com os pais para Aulnay-sous-Bois. Era mais uma de tantas famílias portuguesas que na altura procuravam melhor sorte noutros países. Lembrava-se que, no início, viviam naquela cité franceses, portugueses e outros imigrantes de origem europeia, argelinos, entre outros. Era o sonho da integração pelo urbanismo (curiosamente, o mesmo urbanismo que é hoje apontado como uma das causas da violência). Se todos tivessem um sítio agradável para viver, todos viveriam felizes, em paz e harmonia... O tempo e a convivência mostraram outra realidade. Segundo o jovem português, os primeiros a abandonar o local foram os franceses. A estes seguiram-se os imigrantes europeus, incluindo os portugueses. Tal havia sucedido, principalmente, por dois motivos: a ascensão social e a melhoria da situação económica desses franceses e dos imigrantes europeus, conseguida com trabalho árduo, estudo e desejo de sucesso, e, por oposição, uma atitude cada vez mais intimidadora da comunidade magrebina que, através de uma discriminação positiva, começava a conquistar terrenos “seus”, nos quais começavam a vigorar as suas regras, contrariando as leis francesas, um espaço onde a juventude optava pela vida fácil do crime e dos gangues recusando a educação e os valores de uma terra que não passava, para eles, de um inimigo opressor.

Para quem ainda está convencido das boas intenções da comunidade muçulmana em França, reproduzo aqui o que me contou um amigo meu que viveu alguns anos nos arredores de Paris e presenciou pessoalmente o expansionismo colonizador islâmico. Quando já era um dos poucos europeus que vivia naquele bairro, teve uma conversa elucidativa com o dono – também ele português - de uma mercearia local. Dizia o merceeiro que os “beurs” lhe tinham partido o vidro da montra pela segunda vez, por ele insistir em continuar a vender bebidas alcoólicas. Comunicou ao meu amigo que, ao contrário do que tinha prometido a si mesmo quando jovens magrebinos lhe vieram dizer que o álcool era ofensivo para a religião deles, iria deixar de vender essas bebidas que, aliás, praticamente já não vendia, porque a maioria dos residentes eram muçulmanos. Estava disposto a isso para não ser obrigado a passar a loja conseguida com o trabalho de uma vida, à semelhança do anterior proprietário de um talho ali perto, ameaçado por vender carne de porco e obrigado a vender o estabelecimento, para o ver transformar-se em talho hallal. Muita coisa tinha mudado por ali, a escola já não servia refeições que contivessem porco, já não se podia andar em segurança à noite, a mesquita e as associações islâmicas eram cada vez mais frequentadas e influentes, o trânsito era interrompido pelas orações diárias, mais importantes que a circulação rodoviária, os “jovens”, apesar do seu comportamento violento e do desrespeito às autoridades, beneficiavam de apoios ao estudo e de centres de loisirs, para além do aumento significativo dos “animadores culturais”, na realidade membros de gangues pagos pela Mairie para acalmar as hostes...

Esta não era já a França que o havia recebido e a quem tinha agradecido com muito trabalho. Pensava que, “se Deus quisesse”, dentro de poucos anos gozaria a reforma na sua aldeia, perto da Guarda. A este desejo respondeu o meu amigo com um adeus. Para ele não seriam uns anos, estaria de regresso a Lisboa daí a uma semana.

Sobre a tão apregoada “integração” tenho apenas a dizer que quem se quer integrar, integra-se. Os imigrantes portugueses em França foram um exemplo disso. Não necessitaram de medidas excepcionais de apoio. No início não viviam em cités, mas sim em bidonvilles com condições degradantes. Ultrapassaram-nas com trabalho e com respeito ao país de acolhimento. O panorama hoje é totalmente diferente. Os imigrantes afro-magrebinos são incomparáveis aos portugueses e aos restantes imigrantes de origem europeia. Apesar de todos os apoios, não se integram. Porquê? Por uma razão muito simples: porque não se querem integrar! E isto leva-me a fazer aquela pergunta difícil, aquela para a qual os integracionistas não têm resposta: Como integrar quem não quer integrar-se?

terça-feira, 8 de novembro de 2005

C’est la guerre!

Como era de esperar, a situação em França tornou-se incontrolável, tendo sido decretado o estado de sítio. Os ataques dos “jovens” afro-magrebinos islâmicos espalharam-se rapidamente por todo o país, atingido mais de duzentas cidades e não havendo região que escapasse.

Não deixa de ser curiosa a manchete do jornal «Público» de ontem: “A intifada francesa”. Talvez o título tenha sido motivado por alguma simpatia tradicional da esquerda, tanto para os imigrantes do terceiro mundo, como para os movimentos ditos de “libertação”. No entanto, sintetiza exactamente os acontecimentos, os seus motivos e os seus objectivos. Os “jovens”, ou seja, os descendentes dos imigrantes africanos e magrebinos, levaram para as ruas em larga escala a violência selvagem. Os seus alvos estão bem definidos. Com cocktails molotov incendeiam automóveis, que consideram símbolos dos franceses de origem, atacam edifícios públicos, a polícia e bombeiros, símbolos da autoridade e do Estado, destroem escolas e bibliotecas, símbolos da cultura europeia, bem como igrejas, símbolos da religião daqueles que consideram os “cruzados”. Toda esta ofensiva tem como fundamento o islão, utiliza como soldados jovens que preferem a vida fácil do crime e dos subsídios ao esforço do estudo e do trabalho e tem como objectivo aterrorizar a França e os seus habitantes autóctones, de modo a conseguir a criação de zonas “libertadas” onde vigore a charia – a lei islâmica -, numa clara estratégia de ocupação e colonização do país que os acolheu. Nesta intifada sui generis em solo europeu, os “jovens” desenraízados - que não se querem integrar nem respeitar o país onde estão -, motivados por um sentido de vingança histórica, usam a destruição e a chantagem para libertar o que consideram ser a “sua” terra, tendo por trás o apoio religioso do islão totalitário expansionista. É mais uma guerra contra a Europa.

Um abrir de olhos
As desculpas intelectuais dos colaboradores e idiotas úteis do costume perdem todo o sentido perante o descambar da situação. Apesar do discurso politicamente correcto, as televisões não deixam margem para dúvidas, mesmo com o controlo habitual e os repetidos pedidos de contenção. Os pulhíticos franceses, na impossibilidade de conter os “jovens”, tentaram conter os media, também sem sucesso. Como uma imagem vale mais que mil palavras, vemos claramente quem ataca e quem é atacado, enquanto a voz off nos tenta convencer do contrário, papagueando explicações desculpabilizantes.

Quando os líderes religiosos muçulmanos anunciam o repúdio pelas acções violentas, mas ao mesmo tempo exigem a demissão do Ministro do Interior e minimizam a situação lembrando as “condições de vida difíceis dos jovens”, é no mínimo suspeito. É a estratégia de dissimulação, típica do islão quando ainda não está em vantagem.

Entretanto, o conflito alastrou já à Bélgica e à Alemanha, o que prova a dimensão europeia do problema e contraria os disparates daqueles que o quiseram reduzir a um nível local. Este é o início de uma guerra de tipo novo que oporá outra vez a Europa ao Islão, mas desta vez tendo este último um “cavalo de Tróia” cada vez mais poderoso. O fosso entre nós e eles é cada vez maior. Esperemos que cada vez mais europeus abram os olhos e preparem o combate pela Nossa Terra. Reconquista!