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segunda-feira, 28 de março de 2016
Recordar o Rodrigo
Porque a Vida, porque os vivos me fatigam
Com a Morte, com os mortos eu me quero.
Rodrigo Emílio (18/2/1944 — 28/3/2004)
sexta-feira, 20 de junho de 2014
A tirania do conforto
“Hoje, os insignificantes tornaram-se os senhores, todos pregam a resignação, a acomodação, e a prudência e a aplicação, e as considerações, e todo o extenso ‘et caetera’ das virtudes miúdas”
Friedrich Nietzsche
Muito se fala da falta de credibilidade da classe política actualmente no poder, daqueles que, saídos directamente dos viveiros partidários, enchem a boca de “interesse nacional” enquanto vendem a retalho um País corroído pelo crédito desenfreado, pela miséria mais ou menos escondida e pelo abandono. São os chantres do “equilíbrio” e da “estabilidade”. Os condutores de um automóvel parado que se julgam no comando das operações, quando na realidade estão a ser transportados num cargueiro de pavilhão estrangeiro.
Mas a ilusão destes “pulhíticos”, como tão bem lhes chamava o saudoso Rodrigo Emílio, submissos às grandes empresas que canibalizam o Estado, projecta-se também para baixo.
Não vivemos hoje na terra das pequenas invejas e dos ódios bacocos? Um país de memória curta, toldado pela superficialidade, que premeia a mediocridade e fomenta a hipocrisia e a corrupção? Está assim garantida a fertilidade do pântano do qual parece que não conseguimos sair.
Por isso, vinga por cá a política de baixos salários – em nome da competitividade, garantem os “especialistas” – que qualquer dia não se distinguirão dos cheques de rendimento mínimo garantido.
Papagueando o refrão da cantiga dos tudólogos televisivos de fim-de-semana no café da esquina, os ignorantes crêem-se participantes num debate, numa intervenção cívica, sem se aperceberem de como estão anestesiados.
Mas a crise, enquanto começo, pode despertar os que têm apego à vida e que se recusam a ser autómatos. A diferença é feita pelos que têm a coragem de se libertar da tirania do conforto aparente. Homens que no seio da sua comunidade cumprem o dever pátrio da defesa dos seus.
O futuro de Portugal será garantido pelos portugueses que não se esqueceram de onde vêm.
Friedrich Nietzsche
Mas a ilusão destes “pulhíticos”, como tão bem lhes chamava o saudoso Rodrigo Emílio, submissos às grandes empresas que canibalizam o Estado, projecta-se também para baixo.
Não vivemos hoje na terra das pequenas invejas e dos ódios bacocos? Um país de memória curta, toldado pela superficialidade, que premeia a mediocridade e fomenta a hipocrisia e a corrupção? Está assim garantida a fertilidade do pântano do qual parece que não conseguimos sair.
Por isso, vinga por cá a política de baixos salários – em nome da competitividade, garantem os “especialistas” – que qualquer dia não se distinguirão dos cheques de rendimento mínimo garantido.
Papagueando o refrão da cantiga dos tudólogos televisivos de fim-de-semana no café da esquina, os ignorantes crêem-se participantes num debate, numa intervenção cívica, sem se aperceberem de como estão anestesiados.
Mas a crise, enquanto começo, pode despertar os que têm apego à vida e que se recusam a ser autómatos. A diferença é feita pelos que têm a coragem de se libertar da tirania do conforto aparente. Homens que no seio da sua comunidade cumprem o dever pátrio da defesa dos seus.
O futuro de Portugal será garantido pelos portugueses que não se esqueceram de onde vêm.
Publicado na edição desta semana de «O Diabo».
sexta-feira, 28 de março de 2014
A pena, o punho e o papel
Quando, entre si, medem forças
a pena, o punho e o papel,
— as palavras lembram corças
e o coração, um corcel.
Rodrigo Emílio (18/2/1944 — 28/3/2004)
terça-feira, 18 de fevereiro de 2014
Sempre

Rodrigo Emílio
18 de Fevereiro de 1944 — 28 de Março de 2004
18 de Fevereiro de 1944 — 28 de Março de 2004
O sempre nosso Rodrigo faria hoje 70 anos, se ainda estivesse entre nós em corpo, porque em espírito nunca deixará de estar.
terça-feira, 14 de janeiro de 2014
Direita?
quarta-feira, 25 de dezembro de 2013
Tempo de Família
É nesta época de recolhimento, em que paramos por momentos a azáfama da apressada rotina diária, que encontramos no seio da família a nossa verdadeira razão de existir. Recordamos os nossos antepassados, celebramos os ausentes e enchemo-nos de esperança com a geração futura.
É na Família que perpetuamos a nossa comunidade, é com os nossos filhos que garantimos a nossa imortalidade. Percebemos o valor imemorial de tão importante ligação, em especial nestes tempos de imediatismo e materialismo exacerbado. Compreendemos que o que perdura é o que fica, que nos marca, que nos dá ânimo.
Assegurar a Família, enquanto instituição basilar da nossa sociedade, é um combate pelo essencial. É uma luta pela nossa sobrevivência enquanto povo. Portugal vive, porque vivem as famílias portuguesas.
Que tenhamos sempre presente este sentimento, porque os ataques à vida repetem-se diariamente, com grande intensidade, e vêm até de onde menos os esperamos. Estejamos atentos e dispostos a defender uma herança ancestral que, por dever, nos cabe manter e projectar para o futuro.
É nos olhos das nossas crianças que vemos o céu limpo do amanhã e reforçamos assim o sentimento de segurança que lhes devemos transmitir.
A este propósito, recordo uma estrofe da “Microbiografia de Natal”, do saudoso Rodrigo Emílio, poeta pátrio que tanta falta nos faz:
É na Família que perpetuamos a nossa comunidade, é com os nossos filhos que garantimos a nossa imortalidade. Percebemos o valor imemorial de tão importante ligação, em especial nestes tempos de imediatismo e materialismo exacerbado. Compreendemos que o que perdura é o que fica, que nos marca, que nos dá ânimo.
Assegurar a Família, enquanto instituição basilar da nossa sociedade, é um combate pelo essencial. É uma luta pela nossa sobrevivência enquanto povo. Portugal vive, porque vivem as famílias portuguesas.
Que tenhamos sempre presente este sentimento, porque os ataques à vida repetem-se diariamente, com grande intensidade, e vêm até de onde menos os esperamos. Estejamos atentos e dispostos a defender uma herança ancestral que, por dever, nos cabe manter e projectar para o futuro.
É nos olhos das nossas crianças que vemos o céu limpo do amanhã e reforçamos assim o sentimento de segurança que lhes devemos transmitir.
A este propósito, recordo uma estrofe da “Microbiografia de Natal”, do saudoso Rodrigo Emílio, poeta pátrio que tanta falta nos faz:
"Sol para sempre posto,
eis que despede, porém, e ainda agora gera
renovados brilhos,
no nome e no rosto
de pérola
dos meus filhos."
Editorial da edição desta semana de «O Diabo».
quarta-feira, 28 de março de 2012
terça-feira, 29 de março de 2011
Língua
Passam hoje exactamente cinco anos da data da morte de Jean Mabire (8/2/1927 – 29/3/2006), escritor que tanto me influenciou e inspirou com as suas obras e com o seu exemplo. Apesar de defensor da Europa das Pátrias Carnais e de se definir a si próprio como “normando e europeu”, Mabire foi um dos grandes autores de língua francesa, com uma extensa obra publicada.
Defendia que a cultura francesa, encarnada numa língua, devia integrar todas as suas especificidades regionais, por oposição à actual promoção da “linguagem dos subúrbios”. Este empobrecimento, considerava ele, levaria a que se conhecesse em breve “uma espécie de francês básico muito análogo ao que é o americano em relação à língua de Shakespeare”.
É inegável que esse estado está à porta. Assistimos impávida e serenamente às repetidas machadadas no Português e aceitamos pacificamente atentados como o (des)acordo ortográfico. O pior, sem dúvida, é a ignorância generalizada e, para a contrariar, só o eterno regresso aos clássicos e aos mestres deverá continuar a ser o caminho.
Por falar em mestres das letras, também ontem se cumpriram sete anos do falecimento de Rodrigo Emílio (18/2/1944 – 28/3/2004), o poeta-soldado de quem os bem-pensantes tanto se tentam “esquecer”, apesar do seu talento e genialidade incomparáveis. Outro autor para quem a defesa da Pátria implicava necessariamente a defesa da Língua e de toda uma Cultura.
Porque se não soubermos quem foi Camões, a “Língua de Camões” deixará mais tarde ou mais cedo de ser a nossa. Perdendo o seu significado profundo e mecanizando-se passará a ser apenas um “meio” desprovido de conteúdo.
Editorial da edição desta semana de «O Diabo».
Defendia que a cultura francesa, encarnada numa língua, devia integrar todas as suas especificidades regionais, por oposição à actual promoção da “linguagem dos subúrbios”. Este empobrecimento, considerava ele, levaria a que se conhecesse em breve “uma espécie de francês básico muito análogo ao que é o americano em relação à língua de Shakespeare”.
É inegável que esse estado está à porta. Assistimos impávida e serenamente às repetidas machadadas no Português e aceitamos pacificamente atentados como o (des)acordo ortográfico. O pior, sem dúvida, é a ignorância generalizada e, para a contrariar, só o eterno regresso aos clássicos e aos mestres deverá continuar a ser o caminho.
Por falar em mestres das letras, também ontem se cumpriram sete anos do falecimento de Rodrigo Emílio (18/2/1944 – 28/3/2004), o poeta-soldado de quem os bem-pensantes tanto se tentam “esquecer”, apesar do seu talento e genialidade incomparáveis. Outro autor para quem a defesa da Pátria implicava necessariamente a defesa da Língua e de toda uma Cultura.
Porque se não soubermos quem foi Camões, a “Língua de Camões” deixará mais tarde ou mais cedo de ser a nossa. Perdendo o seu significado profundo e mecanizando-se passará a ser apenas um “meio” desprovido de conteúdo.
Editorial da edição desta semana de «O Diabo».
segunda-feira, 28 de março de 2011
Bem-hajam e até mais ver!
Quando eu morrer,
não haja alarme!
Não deitem nada,
a tapar-me:
— nem mortalha.
Deixem-me recolher
à intimidade da minha carne,
como quem se acolhe a um pano de muralha
ou a uma nova morada,
talhada pela malha
da jornada...
— E que uma lágrima me valha...!
Uma lágrima — e mais nada...
Rodrigo Emílio (18/2/1944 — 28/3/2004)
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
Ainda o requiem
Mas este poema havia sido musicado e cantado na RTP, quatro anos antes do 25 de Abril, como contou aqui o Mário Martins, numa bela recordação. Por (muitas) vezes a memória conforta-nos.
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
Depoimento
Se penso em mim por um bocado
E me pergunto quem sou eu,
Sobre mim mesmo debruçado
Sou um poeta que morreu.
Venho do mapa sem lugar
Onde a Terra é uma bola.
Atiro aos outros um olhar
Como quem dá mais uma esmola!
Quanto ao mundo - um ermitério.
Quanto à morte - a minha vida.
Caminho para o mistério
(Para a flor não colhida).
A negra calma difusa,
Eu quero a Noite mais noite,
Mais noite a Noite do Campo!
(-Nem só luza
Um pirilampo!)
Tão-pouco estertor de velas.
Eu quero a Noite mais a noite.
Mais noite no Firmamento!
(-Apague as estrelas
Um sopro do vento!)
Nem longe luz de luzeiros.
Eu quero a Noite mais noite,
Mais noite a noite na Rua!
(-Nem candeeiros,
Nem lua!)
Noite silente! - nem um balbuceio...
Noite de luto! - nem um bruxuleio...
Nem do ao longe uma canção,
Nem um fósforo se afoite!
-Perca-me eu, na Escuridão...
Perca-se a noite, na Noite!...
Rodrigo Emílio
in "Primeira Colheita (1957-1972)", Editora Pax (1973).
E me pergunto quem sou eu,
Sobre mim mesmo debruçado
Sou um poeta que morreu.
Venho do mapa sem lugar
Onde a Terra é uma bola.
Atiro aos outros um olhar
Como quem dá mais uma esmola!
Quanto ao mundo - um ermitério.
Quanto à morte - a minha vida.
Caminho para o mistério
(Para a flor não colhida).
A negra calma difusa,
Eu quero a Noite mais noite,
Mais noite a Noite do Campo!
(-Nem só luza
Um pirilampo!)
Tão-pouco estertor de velas.
Eu quero a Noite mais a noite.
Mais noite no Firmamento!
(-Apague as estrelas
Um sopro do vento!)
Nem longe luz de luzeiros.
Eu quero a Noite mais noite,
Mais noite a noite na Rua!
(-Nem candeeiros,
Nem lua!)
Noite silente! - nem um balbuceio...
Noite de luto! - nem um bruxuleio...
Nem do ao longe uma canção,
Nem um fósforo se afoite!
-Perca-me eu, na Escuridão...
Perca-se a noite, na Noite!...
Rodrigo Emílio
in "Primeira Colheita (1957-1972)", Editora Pax (1973).
segunda-feira, 29 de março de 2010
Para o Rodrigo

Ontem passaram seis anos da partida do Rodrigo Emílio (18/2/1944 — 28/3/2004) e hoje lembrei-me que em tempos lhe dediquei um poema, porque ele estará sempre connosco.
sábado, 20 de fevereiro de 2010
Um dia em cheio

Início da marcha
Hoje à tarde estive presente na manifestação pelo casamento e pela família. Entendo que a família é a base da sociedade e o casamento uma instituição social que a garante. Essenciais, por isso, para assegurar a sobrevivência de um povo. Foi com grande alegria que participei nesta mobilização transversal que levou milhares de pessoas a preencher a Av. da Liberdade numa marcha que terminou na Praça dos Restauradores. Juntaram-se representantes de várias áreas políticas (incluindo o PNR) e de diversos sectores da sociedade: um exemplo para acções futuras alargadas, em defesa de Portugal e dos portugueses.

A faixa do PNR
Logo a seguir, na SHIP, tive oportunidade de assistir ao lançamento do livro "Antologia Poética de Rodrigo Emílio", que terminou com uma sala lotada a ouvir e a acompanhar o José Campos e Sousa.
Há dias assim, só é pena não serem mais frequentes.
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
No aniversário do Rodrigo
O sempre nosso Rodrigo Emílio faria hoje 66 anos, se ainda estivesse entre nós em corpo, porque em espírito nunca deixará de estar. Óptima ocasião para lembrar que é já no próximo sábado o lançamento da "Antologia Poética" de Rodrigo Emílio, organizada por Bruno Oliveira Santos e prefaciada por António Manuel Couto Viana. Organizado pela Associação Cultural Areias do Tempo, que editou a obra, terá lugar, às 18 horas, na SHIP, (no Palácio da Independência, ao Largo de São Domingos, 11, em Lisboa) e contará com a participação de José Valle de Figueiredo, de Manuel Varella e a contribuição musical de José Campos e Sousa. Não faltem!
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
Indispensável
Nuno Rogeiro fala da "Antologia Poética de Rodrigo Emílio" na última edição da revista «Sábado». Diz que o Rodrigo, "como não se sabe, foi um grande poeta do pequeno Portugal." Refere a editora e o prefácio "subtil e completo" de António Manuel Couto Viana, para terminar assim: "Dizer indispensável é dizer pouco." É de louvar.Mas há um reparo a fazer; um "pormaior"... Nesta nota, "esquece" o Bruno Oliveira Santos. E não se percebe porquê, já que seria indispensável referir quem organizou a antologia e fez a introdução.
quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
Livros para o Natal
Aqui fica uma breve lista de livros saídos recentemente que são óptimos presentes de Natal:

“O Século de 1914. Utopias, Guerras e Revoluções na Europa do Século XX”, de Dominique Venner, publicado pela Civilização.

“Nuno Álvares Pereira - Homem, Herói e Santo”, obra colectiva, publicada pela Universidade Lusíada Editora.


“O Século de 1914. Utopias, Guerras e Revoluções na Europa do Século XX”, de Dominique Venner, publicado pela Civilização.

“Guerra Justa, Terrosimo, Estado de Urgência e Nomos da Terra: A Actualidade de Carl Schmitt”, de Alain de Benoist, publicado pela Antagonista.
“Folhas Ultras. As ideias da direita radical portuguesa (1939-1950)”, de Riccardo Marchi, publicado pelo ICS.
“Império, Nação, Revolução. As direitas radicais portuguesas no fim do Estado Novo (1959-1974)”, de Riccardo Marchi, publicado pela Texto.

“Nuno Álvares Pereira - Homem, Herói e Santo”, obra colectiva, publicada pela Universidade Lusíada Editora.

“Antologia poética Rodrigo Emílio”, com organização e introdução de Bruno Oliveira Santos e prefácio de António Manuel Couto Viana, publicada pela Areias do Tempo.
quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
Rodrigo Emílio em antologia

Uma óptima novidade que sairá mesmo a tempo do Natal é a "Antologia poética Rodrigo Emílio", com organização e introdução de Bruno Oliveira Santos e prefácio de António Manuel Couto Viana, publicada pela Areias do Tempo. O livro tem 294 páginas e o preço de € 10, podendo os pedidos ser feitos através do endereço de correio electrónico: areiasdotempo@gmail.com.
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
Para amanhã
Estarei presente amanhã em Alcobaça para o almoço-convívio do PNR e posterior acção de campanha ao lado da oposição nacional que levanta a sua voz, lembrando as palavras do nosso Rodrigo Emílio, por Portugal — e mais nada!
sábado, 28 de março de 2009
sábado, 29 de março de 2008
Rodrigo Emílio: poeta-soldado

Perpassa uma onda em terra,
Ombros a onda nos traz.
E a Raça em flor se descerra
— Que esta paz chama-se guerra,
Chama-se guerra esta paz.
Céu d'armas — ao sol soldado.
Dia crente. Ar, Terra e Mar.
Em parada ondulatória.
— E o passado no Presente
A passar
Na nossa História!
..........................................................
Ombros em onda. Ondas pardas.
Ronda de fardas e fardas.
Corpo de guerra, em renovo!
Fulgurações marciais
De espingardas.
Sobre Terra, vibram cardas:
— impressões digitais
de todo um Povo!
Ó armas e barões assinalados,
Em resplendor recortados
Sob um céu azul castor!
— Surtos de todos os lados,
no horizonte abrasador,
Soldados ao Sol dados.
Soldados, Senhor!
..........................................................
Rodrigo Emílio
in «Vestiram-se os Poetas de Soldados», Cidadela (1973).
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