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segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Réfléchir & Agir n.º 45


Mais um número da autodenominada “revista autónoma de desintoxicação ideológica”, relativo ao Outono de 2013, que tem como tema central “Sairemos da abjecção?”, num ‘dossier’ que inclui artigos sobre a Europa acéfala, a arte contemporânea, o casamento ‘gay’, a teoria de género, entre outros, e uma entrevista com Pierre-Yves Rougeyron. Destaque ainda para a entrevista com Robert Ménard e para os artigos sobre Alexis Carrel, a revista “Europe Action”, os Wandervogel e a homenagem de Camille Galic a Dominique Venner, para além das habituais notas de leitura e das secções de cinema e música.

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Desintoxicação ideológica

“Revista autónoma de desintoxicação ideológica”, é como se define esta excepcional publicação francesa, que desde que há uns anos começou a ter uma distribuição pública nas bancas teve como consequências directas uma subida significativa da tiragem e um aumento substancial de leitores. É sem dúvida um exemplo, o caso desta publicação que se tornou uma referência obrigatória, pela sua elevada qualidade e espírito interventivo e irreverente, iniciada há anos por um grupo de jovens motivado e dedicado.



A capa provocatória desta edição de Outono anuncia um óptimo ‘dossier’ sobre o tema dos ‘mass media’, canais que, como escreve Eugène Krampon na apresentação, “apesar das diferenças aparentes, difundem todos a mesma mensagem politicamente correcta”. Dos vários artigos há a destacar “Os ‘media’ como primeiro poder”, de Georges Feltin-Tracol, “A imprensa é mais livre nos EUA que na Europa?”, de Tomislav Sunic, “Oito meses de escola de jornalismo em Paris”, de Cyril Vachers, e as entrevistas com Camille Galic, jornalista que foi durante muitos anos a directora do “Rivarol”, e com Jean-Yves Le Gallou, presidente da Fundação Polémia, que afirma que “os ‘media’ do sistema apresentam todos o mesmo ponto de vista”.

O outro grande destaque nesta edição é para entrevista com o escritor anti-conformista e dissidente político russo Edouard Limonov, fundador e líder do Partido Nacional-Bolchevique, banido em 2007.
De referir, também, os artigos “Mundos virtuais”, de Thomas de Pieri e Benoît Leduc, sobre os videojogos, “Os guardas negros do Fuhrer”, de Christian Bouchet, sobre as relações entre os africanos e a Alemanha nacional-socialista, “A estratégia da anaconda”, de Edouard Rix, sobre geopolítica, “Jules Monerot ou a fome do Sagrado”, de Eric Norholm, e o de Flavien Blanchon sobre o modelo grego de cidadania.

Na parte cultural podemos ler os artigos sobre o realizador de cinema italiano Valério Zurlini e sobre o pintor francês Henri Matisse, de Pierre Gillieth.

Por fim, para além da secção “Um livro é um fuzil” sobre a obra de Hervé Ryssen “Compreender o judaísmo. Compreender o anti-semitismo”, temos onze páginas de notas de leitura sobre diversos livros publicados recentemente.

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Réfléchir & Agir n.º 38


O mais recente número da obrigatória «Réfléchir & Agir», a “revista autónoma de desintoxicação ideológica”, tem como tema central “As oligarquias que nos esmagam”, e inclui um óptimo dossier com artigos de Eugène Krampon, Michel Drac, Robert Steuckers, Richard Neuville, Pierre Hillard, Tanguy Douar e Aliénor Thibault, e duas entrevistas, uma com Tomislav Sunic e outra com Emmanuel Ratier. Nota especial para o artigo de Pierre Gillieth feito a partir do diário-áudio, gravado em cassete, de Olivier Thiriat, um francês que morreu em 1989 em defesa de um acampamento karen. Destaque ainda para o artigo de Pierre-Patrice Bélesta, “A França, pequeno polícia do mundialismo contra as identidades árabes” e a reflexão sobre “As ilusões do Eu e a revolta libertária”, de Claude Bourrinet. Nas notas de leitura, temos várias páginas de livros para descobrir. Não esquecendo as habituais críticas, música e cinema, os breves comentários à actualidade e outras secções habituais.

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Réfléchir & Agir n.º 37

O último número da imprescindível «Réfléchir & Agir», a “revista autónoma de desintoxicação ideológica”, tem como tema central “Para uma economia enraizada e solidária”, e oferece um dossier com artigos de Eugène Krampon, Georges Feltin-Tracol, Henri de Robert, Tanguy Douar, Fabrice Léhenaire, André Fauvin, François Pernet e uma entrevista com Michel Drac. Destaque ainda para a grande entrevista com a Philippe d'Hugues sobre o cinema, o artigo de Christian Bouchet sobre a história da direita radical russa, a reflexão sobre “Modernidade, pós-modernidade e hipermodernidade”, de Edouard Rix, e os artigos “Nas fontes da ecologia”, de Thomas de Pieri, e “O caso Houellebecq”, de Pierre Gillieth. Nas notas de leitura, temos várias páginas de livros para descobrir. Não esquecendo as habituais críticas, música e cinema, os breves comentários à actualidade e outras secções habituais. Referência ainda para a breve entrevista com Lieutenant Sturm, o principal animador do Méridien Zéro, o programa francês da Radio Bandiera Nera.

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Réfléchir & Agir n.º 35

O número de Verão da obrigatória «Réfléchir & Agir», a “revista autónoma de desintoxicação ideológica”, tem como tema central “O catálogo dos nocivos”, título inspirado no livro homónimo de Serge de Beketch, que nos fala dos partisans e teóricos da sociedade aberta, da hiperclasse mundial, de Bernard-Henri Lévy, de Finkielkraut, dos antifas, do homo festivus, da economia moderna, dos ecolocratas, com artidos de Eugène Krampon, Pierre Gilleth, Marion Fintan, Eric Norholm, e uma entrevista com o almirante François Jourdier que desmonta o diário «Le Monde» e a sua desinformação. Destaque ainda para a grande entrevista com a histórica directora do «Rivarol», a jornalista Camille Galic, o artigo de Christian Bouchet sobre a América de que podemos gostar, a reflexão sobre o panfleto dos anos 20 «Les Derniers Jours» redigido por Pierre Drieu La Rochelle e Emmanuel Berl e o artigo “Cristóvão Colombo o impostor”, de Henri Durant. Nas notas de leitura, temos várias páginas de livros para descobrir. Não esquecendo as habituais críticas, música e cinema, os breves comentários à actualidade e outras secções habituais.

Este número da revista esteve em destaque numa emissão recente do Méridien Zero, o programa francês da Radio Bandiera Nera, onde foi entrevistado Eugène Krampon.

domingo, 11 de julho de 2010

Eugène Krampon no Méridien Zéro

Hoje às 22 horas, Eugène Krampon, um dos responsáveis pela excelente revista «Réfléchir et Agir», será entrevistado no Méridien Zéro, o programa francês da Radio Bandiera Nera.

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Réfléchir & Agir n.º 33

O número de Outono da obrigatória «Réfléchir & Agir», “revista autónoma de desintoxicação ideológica” que divulgo sempre que sai, tem como tema central “As pátrias carnais, pelo fuzil ou pelas urnas?” e faz um périplo pela Córsega, o País Basco, a Bretanha, a Irlanda, a Flandres, a Catalunha e a Occitânia, com artigos de Pierre Gillieth, Bertino Bassotti, Enrique Ravello, Daniel Leskens, Laurent Rodesches, e as entrevistas com Julen de Mandraga, fundador da ETA, Frederig Ar Bouder, presidente do Adsav, o partido do povo bretão, e Xavièr Alopex, sobre o interesse e a actualidade de aprender línguas como o bretão, occitano ou alsaciano. A encerrar este magnífico dossier, a reflexão de Eugène Krampon “Rumo à Grande Europa das etnias”.

Destaque ainda para a grande entrevista com o comediante Dieudonné, a reflexão sobre Georges Sorel, de Éric Norholm, e os artigos “A experiência de Cantenbury”, de Bruno Favrit, “Peter Sellers ou a esquizofrenia cómica”, de Pierre Gillieth, entre outros. Nas notas de leitura, temos dez páginas de livros para descobrir. Não esquecendo as habituais críticas, música e cinema, os breves comentários à actualidade e outras secções habituais.

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Réfléchir & Agir n.º 32

O último número da excelente «Réfléchir & Agir», a autodenominada “revista autónoma de desintoxicação ideológica”, tem como tema central “A Matriz. A deriva autoritária da democracia”, com artigos de Eugène Krampon, Jacques Kotoujansky, Léon Camus, François Costes, Eric Pinel, e as entrevistas com Thierry Meyssan, Aymeric Chauprade e Éric Delcroix.

Destaque ainda para a grande entrevista com Guy Sajer e os artigos “Breve história da floresta francesa”, de Thomas de Pieri, “O monstro de Loch Ness é um mito?”, de Pierre Gillieth, o in memoriam ao escritor chileno Miguel Serrano, por Arnaud Lallement, a reflexão sobre Claude Lévi-Strauss sobre a “afirmação das diferenças”, de Éric Norholm, e “AC/DC Autoestrada para o inferno”, de Pierre Gillieth, sobre o grupo de rock australiano.

Nas muitas notas de leitura, é de assinalar a que se refere ao primeiro número da revista da associação portuguesa Terra e Povo. Sem esquecer as habituais críticas a livros, música e cinema, os breves comentários à actualidade e outras secções habituais, referência ainda para as conclusões de um inquérito feito aos assinantes da revista, através do qual se pode ficar a conhecer melhor o público da «Réfléchir & Agir».

sexta-feira, 10 de abril de 2009

Réfléchir & Agir n.º 31

O último número da «Réfléchir & Agir» tem como tema central a “extrema-direita em França”, e faz uma excelente análise e reflexão sobre esta família política. O dossier, muito bem conseguido e de leitura obrigatória, conta com entrevistas com Dominique Venner e Jean-Marie Le Pen, os artigos “Psicopatologia da direita nacional”, de Léon Camus, “Le Pen e a Frente Nacional”, de Michel Schneider, “Viva a crise!”, de Alfred Montrose, e “Queremos verdadeiramente ganhar? Tornemo-nos sérios!”, “As sete famílias da extrema-direita francesa” e “Em direcção a que recomposição?”, de Eugène Krampon. Destaque ainda para os artigos “Platão e as três funções indo-europeias”, de Edouard Rix, “Pierre Drieu La Rochelle. O sonho e a acção”, de Daniel Leskens, e “Quatro bolas de couro”, de Pierre Gillieth, sobre o boxe no cinema.

Nas muitas notas de leitura, é de assinalar a que se refere ao livro “Pensées Corsaires, Abécédaire de Lutte et de Victoire”, de Gabriele Adinolfi, finalmente traduzido e publicado em França, considerado “um dos grandes livros políticos da década”. Sem esquecer as habituais críticas a livros, música e cinema, os breves comentários à actualidade e outras secções habituais, referência ainda para a breve entrevista com Batskin sobre o bar que abriu em Paris e as actividades aí desenvolvidas.

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

Réfléchir & Agir n.º 30

O editorial desta «Réfléchir & Agir», sobre a “nova mutação do capitalismo”, reflecte sobre a “terceira mutação do capitalismo”, que considera “condenado ao crescimento” e que opera sob a capa do “desenvolvimento sustentável”. Contra esta nova farsa, lembra o que já foi escrito [no n.º 27]: “o crescimento é vital para o capitalismo, o decrescimento é-lhe mortal. É a única via económica revolucionária. Ela faz doravante parte integrante do nosso corpus doutrinal”.

Neste número desta revista obrigatória, cujo tema é “A nebulosa esquerdista”, podemos ler um óptimo dossier com artigos de Alfred Montrose, Jean-Michel Vernochet, Hervé Ryssen, Robert Rodesches, Eugène Krampon, Pierre Gillieth e Stéphane Hintereck. Referência também para a entrevista com Patrick Gofman, um “esquerdista arrependido”, hoje jornalista e escritor identitário.

Destaque ainda para os artigos sobre o neo-paganismo na Rússia, por Christian Bouchet, “O mito espartano”, de Edouard Rix, “Baudelaire e o pensamento”, de Claude Bourrinet, e “Sandro Botticeli, simplesmente a beleza”, de Pierre Gillieth.

Nas muitas notas de leitura, é de assinalar a que se refere ao livro “Je ne suis personne”, de Christian Bourgois, sobre o nosso Fernando Pessoa, sem esquecer as habituais críticas a livros, música e cinema.

domingo, 31 de agosto de 2008

Réfléchir & Agir n.º 29

Neste número da óptima revista «Réfléchir & Agir» o tema central é “A nossa saúde envenenada”, com artigos de Eugène Krampon, Jean-Michel Vernochet, Robert Rodesches, Léon Camus, Christian Bouchet e as entrevistas com Jean-Philippe Desbordes e Jacques Baugé-Prévost, atravessando assuntos como o trabalho, os OGM, os laboratórios, a droga, a televisão, o cancro, entre outros.

Na sequência da crítica feroz ao último livro de Guillaume Faye “La Nouvelle Question Juive” no número anterior, é publicado agora um direito de reposta da Diffusion du Lore ao qual a revista afirma que “não tira nem uma linha à crítica de Eugène Krampon”.

Destaque ainda para a homenagem a François Duprat, o “historiador-militante assasinado” em 1978, assinada por Christian Bouchet e a entrevista com o comediante Dominique Zardi. Referência também para a reflexão de Edouard Rix sobre Werner Lass e Karl-Otto Paetel, “dois nacionais-blocheviques alemães”, o artigo de Julien Snorre sobre René Daumal “poeta do essencial” e a entrevista com o geopolitólogo Pierre Hillard.

Nas habituais secções de livros, pintura, música e cinema, destaque para o artigo de Pierre Gillieth “Murnau, o poeta da imagem”.

quarta-feira, 14 de maio de 2008

Réfléchir & Agir n.º 28

O último número da revista de referência «Réfléchir & Agir» tem como tema central a “Geopolítica da Nova Ordem Mundial” e oferece-nos um dossier excepcional com as entrevistas com Alain de Benoist, sobre o neoconservadorismo, e com Jean-Michel Vernochet, sobre a geopolítica do islão, e os artigos “O lobby pró-israelita e a política externa americana”, de Léon Camus, “Os tiranos estão entre nós. O exemplo de Dominique Strauss-Kahn”, de Thierry Meyssan, “Como sair da falência económica e monetária internacional?”, de Pierre Leconte, “Rússia: Restauração putiniana e perspectivas geopolíticas”, de Robert Steuckers, “De Lisboa a Tallin... e mais além”, de Alfred Montrose, entre outros.

No que respeita ao posicionamento dos responsáveis pela revista, destaque para o artigo “Guillaume Faye: faz ele ainda parte do nosso movimento?”, na sequência da publicação do livro “La Nouvelle Question Juive”, com o qual, para a «R&A», o autor “transpôs uma linha ideológica maior” e por isso “já não faz parte no nosso movimento”. De seguida, num editorial assinado pelos directores da revista intitulado “A propósito dos Identitaires”, estes dão-nos conta da atitude do grupo francês “Les Identitaires” que recusou a presença da «R&A» e da “Terre et Peuple” numa tentativa de união de vários movimentos que já não se identificam com o FN, por estes serem “muito radicais politicamente e muito comprometedores”.

Referência ainda para os artigos “Ciência e Raça”, de Edouard Rix, e “Maurice Bardèche: Um archote na noite”, de Patrick Canet, bem como para as habituais notas de leitura, críticas de música e secção de cinema.

quinta-feira, 8 de novembro de 2007

Réfléchir & Agir n.º 27

Este é o número de Outono desta excepcional revista francesa, que recentemente começou a ter uma distribuição pública nas bancas, o que teve como consequências directas uma subida significativa da tiragem e um aumento substancial de leitores. É sem dúvida um exemplo, o caso desta publicação que se tornou uma referência obrigatória, pela sua elevada qualidade e espírito interventivo e irreverente, iniciada há anos por um grupo de jovens motivado e dedicado.

Nesta edição, o destaque vai para o excelente dossier Le progrès c'est la décroissance”, que inclui entrevistas com Arnaud Guyot-Jeannin e Alain de Benoist e vários artigos. Mas a referência especial é para o reencontro com Alain de Benoist, passados quase 40 anos do aparecimento do GRECE, a única verdadeira escola intelectual a surgir nesta área política, que influenciou tantos de nós. Certo é que hoje esta corrente pouco ter que ver com a chamada “extrema-direita” e mesmo com grupos que inspirou, como a redacção da «R&A», assumidamente mais próxima do GRECE dos anos 70. Apesar disso, reconhece as qualidades deste autor, a sua curiosidade insaciável, o espírito não-conformista e o seu trabalho de humanista e enciclopedista. Mesmo divergindo em muitas posições, nomeadamente a identidade étnica da Europa, convergem noutras, como o paganismo e o anti-capitalismo. A «R&A» assume: “nós somos filhos do GRECE. E se cada um seguiu o seu caminho, o diálogo e o respeito perduram.