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quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Tierra y Pueblo n.º 20-21

O último número da revista da associação identitária Tierra y Pueblo é duplo e com 96 páginas. Tem como tema central “A Europa e a sua realidade etno-biológica”, cujo dossier ilustrado a cores tem dois artigos de fundo de Juan Gilabert e a recensão do livro “Problemas de la Identidad Española”. Podemos ainda ler artigos de Miguel Jardim, Gabriele Adinolfi, Enrique Ravello, Enrique Monsonís, Jean Haudry, entre outros.

Nas habituais referências a publicações, há que destacar o apontamento sobre a revista da Associação Terra e Povo. Não esquecendo as páginas de poesia de Juan Pablo Vitali.

Por fim, nas páginas consagradas às actividades da associação, é de referir a ida de Enrique Ravello a Moscovo e a reportagem sobre a Universidade de Verão da Terra e Povo, que se realizou em Lisboa e que contou com a presença, entre outros, do presidente da Tierra y Pueblo.

quarta-feira, 31 de outubro de 2007

Postal de Paris (III): Ponto de encontro

A Notre Dame, que melhor local poderíamos escolher? Aqui nos encontrámos com o Miguel, o eremita dos Cárpatos, que decidiu descer das montanhas para um encontro europeu entre amigos que não se viam há meses. Foi um daqueles momentos que ficam gravados na memória, porque a verdadeira amizade é eterna. Onde um abraço transmite o que milhares de palavras não conseguiriam, porque estas coisas não se explicam, sentem-se.

segunda-feira, 11 de dezembro de 2006

“A Nova Reconquista: da Ibéria à Sibéria”


O título deste post foi, como a maioria dos que me lêem saberá com certeza, o tema do I Encontro Internacional da Causa Identitária, associação de que sou actualmente o presidente, um evento transversal histórico que juntou várias organizações e participantes nacionais e estrangeiros e que teve lugar em Lisboa no passado dia 25 de Novembro. Quem me conhece, ou pelo menos acompanhe aqui as minhas ideias, sabe o valor que tem para mim conseguir que Portugal inclua o roteiro identitário europeu e o que significa a presença no nosso país de Pierre Vial e Guillaume Faye, duas referências maiores para mim. Quero neste post agradecer a todos os que comigo colaboraram para concretizar este projecto. Aos que sempre acreditaram que o nosso rectângulo também é Europa e que somos tão válidos quanto os demais. Aos que, na associação, deram o seu voto de confiança à actual direcção e se centraram neste objectivo tão importante. Aos meus camaradas e amigos Miguel Jardim e Humberto Nuno de Oliveira, pela sua extraordinária disponibilidade, Pierre Vial, Enrique Ravello e Guillaume Faye, pelo seu interesse em Portugal e pelo reconhecimento da importância deste país no nosso combate conjunto europeu. Obrigado! Outros desafios se aproximam.

Para mais informações aconselho que consultem a página da Causa Identitária e, concretamente, a notícia relativa à conferência.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2005

Activismo em alta

O número e a qualidade de acontecimentos e iniciativas na área nacional tem vindo a aumentar significativamente. Este é um óptimo sinal para o crescimento do nacionalismo em Portugal, tanto no plano político como no plano cultural.

Estive presente, na passada quarta-feira, no lançamento de um livro do Rodrigo Emílio, que correu da melhor forma. Na sala maior do Círculo Eça de Queirós lotada, assistiu-se à apresentação do “Pequeno presépio de poemas de Natal”, a cargo de António Manuel Couto Viana, seguida algumas músicas tocadas pelo José Campos e Sousa. Passou-se depois à sala de jantar, decorrendo a refeição num convívio salutar entre os presentes, para depois regressarmos à sala principal para mais umas músicas. Uma óptima noite a celebrar um dos nossos maiores poetas, infelizmente falecido no ano passado. Está de parabéns a editora Antília, em primeiro lugar plena existência, depois pelo autor escolhido para se estrear e, finalmente, pela óptima organização do lançamento.

No Dia da Restauração da Independência, marcado pelo habitual “esquecimento” dos media, foi com grande alegria que participei nas comemorações que terminaram na Praça da Figueira com um discurso do Presidente do PNR, José Pinto-Coelho, perante todos aqueles que não se demoveram, apesar do frio e da chuva torrencial.

Ao fim da tarde, tive a honra de participar no Colóquio “Portugal (in)dependente”, que foi um sucesso. Os únicos pontos negativos foram a vandalização das paredes exteriores do edifício onde se realizou o evento, por parte dos habituais intolerantes da extrema-esquerda, e a exiguidade do espaço, incapaz de albergar todos os interessados. Esta iniciativa transversal, que envolveu várias organizações nacionalistas, decorreu de forma exemplar. Depois das excelentes exposições do Humberto Nuno de Oliveira e do Miguel Jardim, seguidas de uma pequena intervenção minha, teve lugar um debate com várias participações. Para terminar da melhor maneira, pudemos apreciar, ao jantar, a gastronomia típica portuguesa e, ainda, visitar uma banca que disponibilizava diversas publicações, entre outro material.

quarta-feira, 30 de novembro de 2005

Agenda (II)

Amanhã, comemoração do 1.º de Dezembro na Praça dos Restauradores, em Lisboa, às 16 horas, e no Porto, junto à Câmara Municipal, às 15 horas.

Às 18:30 terá lugar na Casa das Beiras, em Lisboa, o colóquio “Portugal (in)dependente”, organizado pela JN, com o apoio do PNR e da CI, onde serão oradores os meus amigos e camaradas Humberto Nuno de Oliveira e Miguel Jardim e para o qual fui convidado na qualidade de moderador do debate após as intervenções.

quinta-feira, 28 de abril de 2005

Aniversário (IV)


Pena e Espada, o mesmo combate

Pena e Espada representa a feliz síntese entre o puro combate intelectual e a lúcida, visionária, intervenção política na blogosfera. Sou leitor habitual e comentador acidental deste blog, criação do meu amigo Duarte Branquinho, que conseguiu aliar uma escrita sóbria, objectiva, clara nas ideias, abrangendo diversos temas da actualidade política e cultural, com um propósito esclarecedor, sem dogmatismos, nem intolerâncias.

Revelador de uma perspectiva profética quando aborda determinados assuntos, como seja a Europa, ou o prosaico quotidiano da vida nacional. Pena e Espada nunca se furtou ao diálogo, mesmo com aqueles, que por este ou aquele motivo, não comungam da mesma mundovidência.

Passado um ano, o balanço só pode ser encorajador e positivo. Espera-se que o verbo prossiga com mais frequência, associando-se ao desejável vigor combativo. É meu desejo que a Pena esteja sempre molhada de tinta fresca que a Espada, sempre bem afiada, corte a direito. É um combate que deve ter continuidade.
Votos de um feliz aniversário!

Miguel Ângelo Jardim

Aniversário

Faz hoje precisamente um ano que iniciei o Pena e Espada. Decidi que não ia fazer a habitual análise retrospectiva e desenrolar a lista dos agradecimentos. Quero, contudo, deixar um muito obrigado a todos os que passam ou passaram por esta casa, não podendo esquecer um abraço ao meu amigo Pedro Guedes, que permitiu a minha estreia blogosférica no seu Último Reduto, em Outubro de 2003.

Como qualquer aniversariante, achei que neste dia devia haver prendas. Assim, pedi a quatro amigos meus, comentadores ou colaboradores, que não tendo blog não lhes falta talento, para enviar uma participação a publicar hoje. Aqui ficam, pela ordem de recepção, em posts separados, os textos dos meus camaradas Paulo Cunha Porto, Mendo Ramires, Miguel Ângelo Jardim e Roberto de Moraes.

sexta-feira, 22 de outubro de 2004

Leitura obrigatória

Estive a matar saudades do meu amigo e camarada Miguel Jardim, comentador habitual deste blog (para quando colaborador?), afastado desta terra há muito (demasiado) tempo, lendo a excelente entrevista por ele concedida ao Causa Nacional, cuja leitura considero obrigatória.

Miguel, a tua entrevista lembrou-me as nossas longas conversas. Que saudades! Volta depressa, que conversar por e-mail não é a mesma coisa.