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sábado, 4 de dezembro de 2010
De Lisboa a Vladivostok
Ganha força a ideia de um espaço económico euro-russo Desta vez não é uma proposta de algum grupo “estranho”, ou de algum autor “subversivo”, como costumam dizer os nossos detractores. Foi o próprio primeiro-ministro russo, Vladimir Putin, que afirmou num artigo publicado no Süddeutsche Zeitung, onde desejou uma “comunidade económica harmoniosa que irá de Lisboa a Vladivostok”.
Recordo novamente uma das teorias mais interessantes do recém-falecido Maurice Allais, a da “autarcia dos grandes espaços”, que inspirou, entre outros autores, Guillaume Faye, no que respeita à solução económica para um grande bloco etno-político europeu, ao qual chamou Eurosibéria.
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
Maurice Allais (31/5/1911 – 9/10/2010)
No dia em que foi anunciado o prémio nobel da economia, soube da morte de Maurice Allais, o único francês a ser laureado nessa categoria. Nascido em 1911, definia-se como um "liberal socialista" e era um defensor da comunidade europeia. No entanto, considerava que esta devia assegurar a sua segurança económica. Como afirmou no ano passado: "um proteccionismo racional, entre países de níveis de vida muito diferentes não é apenas justificado, como absolutamente necessário".Uma das teorias mais interessantes de Maurice Allais, a da "autarcia dos grandes espaços", inspirou, entre outros autores, Guillaume Faye, no que respeita à solução económica para um grande bloco etno-político europeu. Tal levou Faye a afirmar: "A Europa futura não pode ser encarada sob a forma indolente e ingovernável da actual União Europeia, que é uma medusa sem poder soberano, de fronteiras abertas, dominada pelo dogma do comércio livre, submetido à vontade americana e à OTAN. É preciso pensar numa grande Europa imperial e federal, etnicamente homogénea (quer dizer, 'europeia'), baseada em grandes regiões autónomas e, sobretudo, indefectivelmente aliada à Rússia. A este enorme bloco continental chamei 'Eurosibéria'. Este ouriço gigante, que em nada seria ofensivo mas simplesmente inatacável, seria de longe a primeira potência mundial (o mundo vindouro será dos grandes blocos) e, sobretudo, deveria ser «autocentrado» e romper com os muito perigosos dogmas da mundialização. Teria perfeitamente os meios de praticar a 'autarcia dos grandes espaços', da qual, com o Prémio Nobel da Economia francês, Maurice Allais, desenvolvi os princípios."
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