Na edição de hoje do «Expresso», a Presidente do Instituto Camões dá mais uma prova da esquizofrenia que é defender esta aberração ortográfica.
À pergunta “é preciso um Acordo Ortográfico?”, Ana Paula Laborinho respondeu: “O Acordo Ortográfico é um instrumento até de internacionalização. É a tentativa de, enquanto língua internacional e num contexto de ensino, não termos de ensinar o português nas suas diversas variedades.” Ou seja, o argumento habitual, se bem que defensivamente suavizado ao remetê-lo para uma “tentativa”.
Muito bem, a jornalista pergunta-lhe em seguida: “Foi lançado há uma semana um livro intitulado "Viva a língua brasileira" e está a ser preparada uma revisão curricular no Brasil que pode secundarizar a ligação com Portugal. Portugueses e brasileiros entendem-se ou desentendem-se em português?” E a resposta não podia ser mais contraditória: “Entendemo-nos bem. O reconhecimento da diversidade dos povos não é impeditivo de nos entendermos.”
Um caso clínico!


















