
A festa do 10.º aniversário do
PNR que decorreu no passado sábado foi excelente. O local era óptimo e dezenas militantes acorreram com as respectivas famílias, o que tornou este evento num encontro como nunca antes havia visto no nosso país. Beneficiando do espaço, foi possível ter várias bancas com artesanato, produtos alimentares, livros, revistas, entre outros, bem como um palco onde discursou o presidente do partido actuou o José Campos e Sousa.
Esses para mim foram os pontos altos deste encontro. Em primeiro lugar, gostei especialmente das
palavras do meu amigo e camarada José Pinto-Coelho. Principalmente quando elogiou os anteriores presidentes – já que considero que quem foi presidente do PNR, apesar de qualquer divergência, merece o meu respeito e agradecimento – e quando traçou uma breve história do partido. Dividiu-a em três fases: a da "fundação", que corresponde ao período de criação do PNR; a da "projecção", que corresponde a da grande visibilidade do PNR para o exterior; e a da "maturidade", a actual, que corresponde a um período de organização e solidificação interna.
Por fim, não posso deixar de me congratular por ter cantado em conjunto a "Ressurreição", música sobejamente conhecida dos nacionalistas, que em breve será adoptada como hino oficial do PNR, segundo informou o presidente do partido.
O último comentário vai para a imprensa. O único órgão que se dignou aparecer foi a TVI, mas como nada relatou, fica a ideia de que a "extrema-direita" só é notícia quando há confrontos ou bizarrias. Neste caso, onde decorreu uma festa agradável, em família e que se pautou pela organização, já não interessa. Este é um critério "jornalístico" que deixo à consideração de cada um...