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quarta-feira, 23 de novembro de 2005

20-N... atrasado

Lembra bem o Paulo, nos comentários, que deixei passar aqui um 20-N em branco. Na impossibilidade de assinalar atempadamente a data, resta-me remeter-vos para os arquivos do ano passado.

segunda-feira, 25 de abril de 2005

Os invejosos

Aqui ao lado, alguns dos nuestros hermanos, roídos de inveja da nossa História Contemporânea, decidiram reabrir uma ferida e, não contentes com isso, cobriram-na com sal. Falo dos invejosos, daqueles que preferiam ter tido um 25 de Abril e principalmente um PREC, em vez de uma transição pacífica.

Os invejosos retiraram recentemente a última estátua de Franco que existia em Madrid. O que se esqueceram de dizer foi que a alguns metros do local deixaram ficar estátuas de antifranquistas. Abriram a ferida, para exigir agora a destruição do Valle de los Caídos, na maior manifestação de falta de respeito por Espanha, pela sua História e, principalmente, pela Paz. Na Basílica do Vale dos Caídos estão sepultados, para além de Francisco Franco e de José Antonio Primo de Rivera, os corpos de milhares de combatentes da Guerra Civil de Espanha de ambos os lados, naquele que foi o colocar simbólico de uma pedra nesse conflito fratricida.

Tal como os Taliban destruíram as estátuas dos Budas, os invejosos tencionam agora, com os mesmos argumentos, destruir este monumento que é património nacional espanhol. Tudo porque é obra do “fascismo” e, perante isto, nada mais interessa. Os invejosos não aceitam que os “fascistas” tenham honrado a memória não só dos seus, mas daqueles contra quem combateram. Não aceitam que o “fascismo” tenha permitido o nascimento de um regime parlamentar sem violência. Os invejosos não aceitam o respeito e a tolerância.



Valle de los Caídos


sábado, 20 de novembro de 2004

Invocação


Foi no mês de Novembro de 34 que eu conheci, em Madrid, José Antonio Primo de Rivera.
Rara e extranha figura de revolucionário que sabia aliar, com elegância extrema, a irreverente audácia do “frondeur” à natural e requintada gentileza do Grande de España.

Nervoso, espiritual, culto, José Antonio seduzia logo ao primeiro encontro, pelo seu encanto com que emanavam, da sua personalidade, confiança e fé, através de altos conceitos intelectuais da mais pura linhagem europeia e revolucionária.

Estou ainda a ver com que avidez ele escutava e absorvia qualquer ideia que lhe despertasse sentimentos inéditos numa visão mais audaciosa da vida e da esperança humana. Então os olhos, os seus largos olhos profundos, alargavam-se ainda mais, como janelas que se abrissem de par em par, a-fim-de que entrassem por elas, sem entraves, livre e benéfica, a clara luz do sol.
Conversámos muito. Trabalhámos bastante, em poucas horas. Talvez que de tantos amigos que lhe recolheram, dia a dia, o pensamento generoso, poucos tenham, como eu, bem sentido a verdadeira projecção dessa bela alma.

Toda a sua batalha política levava-a de vencida como um apostolado. Amava as Ideias, no verdadeiro sentido da palavra amar, isto é, devotava-se-lhes totalmente.
Por isso, o seu pensamento surge-nos sempre como penetrado duma mística poderosa, iluminada pelos reflexos interiores da sua sensibilidade admirável.
Era um crente, antes de ser um soldado.

Pobre José Antonio! Como não considerar, num constrangimento de angústia, a ingratidão, a injustiça do Destino para com este homem singular, o rude e incansável semeador que não chegou a contemplar a seara doirada, a alta e ondulante seara doirada, que, com tanto amor, com tanta fé, sonhara e entrevira…

Um Estado Nacional-Sindicalista, Uma Revolução que toma os Vinte e Sete Mandamentos por bandeira, ó José Antonio! Eis o teu sonho a quem tu, generosamente, concedeste tudo, tudo até a própria vida.

Jamais, jamais se me apagará na memória a figura esbelta, viril, triunfante, de José Antonio Primo de Rivera.

Ei-lo, aprumado, desenvolto, enquadrado na porta de sua casa na Calle Serrano, despedindo-se de mim, braço ao alto, tranquilo e forte – romanamente!

Até sempre, disse… Neste mundo, era até nunca mais!

Rolão Preto
in “Revolução Espanhola”

20-N


A 20 de Novembro de 1936, José Antonio Primo de Rivera era assassinado pelos rojos na prisão de Alicante. Morria jovem – como morrem os heróis – o sonhador da Revolução.
Estas foram as suas palavras para os seus fuziladores:

«Quereis verdadeiramente que eu morra? Quem vos disse que eu sou vosso inimigo? Quem vos disse não tem nenhuma razão para afirmá-lo. O meu sonho era a Pátria, o Pão e a Justiça para todos os espanhóis e sobretudo para todos os que se sacrificam. Quando se está próximo da morte não se pode mentir. Repito-vos antes de morrer: nunca fui vosso inimigo. Porque quereis que eu morra?»