Quando penso nas edições da Imprensa Nacional-Casa da Moeda há um nome que me vem logo à memória: José Leite de Vasconcelos. Mas, apesar de bibliófilo, confesso que não consigo enumerar a maioria dos autores publicados por esta editora e que raramente visito uma das suas livrarias. Apenas me lembrei do assunto, pois o Eurico de Barros fez hoje o justo elogio da INCM, que considera “uma das melhores editoras portuguesas”, mas que infelizmente é “invisível”. Aconselho, por isso, a leitura da sua crónica“A qualidade escondida”, no Diário de Notícias, e uma visita à página da INCM, para tomar conhecimento das inúmeras publicações disponíveis.