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terça-feira, 16 de setembro de 2008

A (re)ver


Sobre o “despertar” da Rússia, aconselho aqui a (re)ver o grand débat, dedicado ao tema «Vladimir Poutine, nouveau tsar ?». Um programa do canal francês Histoire, muito bem conduzido pelo jornalista Vincent Hervouët, com os comentários de Eric Zemmour, do Figaro Magazine, e a presença dos convidados George Nivat, Marc Ferro, Jean-François Colosimo e Jean-Michel Carré.

terça-feira, 1 de abril de 2008

La Nouvelle Revue d'Histoire n.º 35

Anunciar a saída de mais um número de «La Nouvelle Revue d’Histoire» é para mim um prazer e uma obrigação. Um prazer porque não resisto a partilhar esta publicação excepcional que proporciona sempre óptimas leituras e reflexões. Uma obrigação porque sinto que não devo deixar passar despercebida uma revista de qualidade ímpar, que sobrevive apenas das assinaturas e vendas avulso; para que se mantenha é obrigatório comprá-la.

O tema do dossier do n.º 35 é “Nobreza e Cavalaria”, enquadrado pelo editorial de Dominique Venner que apresenta, com a clareza e sapiência que o caracterizam, a “Ilíada” como “o primeiro romance de cavalaria, prescritor de modelos eternos” e a “Odisseia” como “obra fundadora total”. Dos vários artigos, há a destacar “Dos cavaleiros aos Templários”, de Bernard Fontaine, “Um nobre na tormenta”, o interessante retrato do Marquês de La Fayette feito por Philippe Conrad, “O sentido da morte e da vida”, a reflexão de Dominique Venner sobre a dignidade do suicídio, onde nos fala dos casos de Drieu La Rochelle, Henry de Montherland e Saint-Exupéry, e o texto de Oswald Spengler, para quem a nobreza é “A quintessência da hereditariedade”, reflexões retiradas da sua obraO Declínio do Ocidente”.

Ainda neste número, destaque para a entrevista com George Nivat, professor universitário e tradutor de grandes autores russos, essencial para compreender a Rússia. Para além do artigo “René Bousquet: un homem de esquerda em Vichy”, de Jean-Claude Valla, a recensão crítica do livro de Ernst Nolte “Entre as linhas da frente, entrevistas com Siegfried Gerlich”, e a habitual crónica de Péroncel-Hugoz, desta vez intitulada “Revisionismo em Poitiers”.

Como sempre, a não perder!