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sexta-feira, 15 de janeiro de 2016
Os inimigos dos livros atacam
A Livraria Il Bargello, em Florença, foi atacada pelos intolerantes do costume que, discordando de ideias, não hesitaram em destruir livros e agredir quem lá estava. Uma intolerância intolerável.
quinta-feira, 23 de julho de 2015
Devemos estar loucos...
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| Imigrantes chegam de autocarro a Casal S. Nicola (Roma) protegidos pela polícia que dispersou os locais com violência. |
No entanto, para as cabeças bem-pensantes, da esquerda à direita, o Velho Continente tem a obrigação de acolher todos os “migrantes”, como agora se diz na novilíngua do politicamente correcto. Quem discordar é automaticamente classificado como “racista” e “xenófobo”.
Mas os números são implacáveis e basta observar a dimensão da massa humana que atravessa o Mediterrâneo diariamente para nos apercebermos de que uma política de “portas abertas” é catastrófica.
Nada como um caso concreto para exemplificar o absurdo a que chegámos. Na semana passada, em Casale San Nicola, na periferia de Roma, a população local opôs-se à colocação na povoação de um grupo de refugiados africanos. O protesto contou com o apoio de militantes da Casa Pound e terminou com confrontos com a polícia de choque, chamada para garantir a passagem dos refugiados. Uma vez instalados, com direito a cama, alimentação, assistência médica e transporte, os refugiados protestaram e a Imprensa italiana publicou as queixas destes: querem acesso à Internet, cigarros, carregadores de telemóveis e mais computadores! A crise e a austeridade são só para os europeus?
Perante este caso, que não é isolado antes paradigmático, recordo-me de uma passagem do discurso premonitório do visionário político britânico Enoch Powell, proferido em 1968: “Devemos estar loucos, literalmente loucos, enquanto nação ao permitir o influxo anual de cerca de 50 mil dependentes, que são em grande parte o material do crescimento futuro da população de origem imigrante. É como observar uma nação ocupada na preparação da sua própria pira funerária”.
Editorial publicado na edição desta semana de «O Diabo».
quinta-feira, 26 de dezembro de 2013
Auguri!
quinta-feira, 26 de setembro de 2013
domingo, 10 de fevereiro de 2013
Adriano Scianca no Méridien Zéro
quinta-feira, 1 de novembro de 2012
Um poeta
"Mas eu sou poeta e sobre a minha tumba
Todos os homens hão-de espalhar pétalas de rosa
Antes que a noite mate a luz
Com a sua espada azul.”
Ezra Pound
sexta-feira, 25 de maio de 2012
sexta-feira, 13 de maio de 2011
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
Nessun Dolore
Do nascimento da CasaPound aos confrontos da Piazza Navona, um romance sobre os fascistas do terceiro milénio e a sua grande história de amizade. Flavio e Giorgio, encontram-se pela primeira vez em frente à escola e tornam-se amigos no estádio Olímpico quando Flavio tenta entrar sem bilhete. São filhos de Roma, mas de bairros diferentes. Flavio é do norte da cidade, um bom bairro. O seu futuro está já definido pelos seus pais, bons estudos, um mestrado nos Estados Unidos e certamente um dia um belo lugar na empresa familiar da família. Giorgio, por seu turno, cresceu na Garbatella, um bairro popular, antes de ficar na moda e de ele ser expulso com a sua família. Vai viver, com a mãe e o irmão, para a CasaPound, o edifício que se tornou o coração “negro” da capital. Nesse dia, no entanto, não há diferenças entre eles, são adeptos numa missão e é o começo de uma amizade indestrutível, que vai cimentar-se durante um concerto de Zetazeroalfa. Na CasaPound, viverão no seio de uma comunidade orgânica, regida por regras simples mas estritas (nada de drogas, de armas ou de crime). Empreenderão as suas batalhas, políticas e de rua, lado a lado. Giorgio e Flavio tornar-se-ão os chefes carismáticos do Blocco Studentesco, a organização juvenil da CasaPound nos liceus e nas universidades.
Domenico Di Tullio nasceu em Roma em 1969. É o advogado penalista que defende a CasaPound. Em 2006, publicou o livro «Centro sociali di destra. Occupazioni e culture non conformi» [Centros sociais de direita. Ocupações e culturas não-conformes].
Domenico Di Tullio, Nessun dolore, Il romanzo di Casapound [Nenhuma dor, o romance da CasaPound], 238 páginas, € 16,50. (publicado pela Rizzoli, uma das maiores editoras italianas).
Domenico Di Tullio nasceu em Roma em 1969. É o advogado penalista que defende a CasaPound. Em 2006, publicou o livro «Centro sociali di destra. Occupazioni e culture non conformi» [Centros sociais de direita. Ocupações e culturas não-conformes].
Domenico Di Tullio, Nessun dolore, Il romanzo di Casapound [Nenhuma dor, o romance da CasaPound], 238 páginas, € 16,50. (publicado pela Rizzoli, uma das maiores editoras italianas).
terça-feira, 10 de agosto de 2010
Mar e camaradagem

A CasaPound Latina dispõe de vários quartos para quem quiser passar uma noite ou vários dias de férias com um programa de camaradagem e praia.
Para mais informações sobre reservas de quartos, escreva para casapound2006@libero.it
Algumas palavras sobre Latina:
Latina é uma cidade italiana com 118 mil habitantes, que é também o centro administrativo da região da Lazio. Situa-se a 50 km a sul de Roma e foi fundada a 30 de Junho de 1932, o que a torna uma das cidades italianas mais recentes, mas também um exemplo da arquitectura fascista. Inicialmente foi nomeada Littoria, sendo rebaptizada depois da Segunda Guerra Mundial. Latina está no coração do Agro Pontina, uma planície agrícola fértil. O centro da cidade está a dez minutos das praias do Mar Tirreno.
Para mais informações sobre reservas de quartos, escreva para casapound2006@libero.it
Algumas palavras sobre Latina:
Latina é uma cidade italiana com 118 mil habitantes, que é também o centro administrativo da região da Lazio. Situa-se a 50 km a sul de Roma e foi fundada a 30 de Junho de 1932, o que a torna uma das cidades italianas mais recentes, mas também um exemplo da arquitectura fascista. Inicialmente foi nomeada Littoria, sendo rebaptizada depois da Segunda Guerra Mundial. Latina está no coração do Agro Pontina, uma planície agrícola fértil. O centro da cidade está a dez minutos das praias do Mar Tirreno.
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
Não esquecemos

Assinalando a terceira manifestação virtual, promovida pela CasaPound Italia, pela memória das vítimas das «Foibe», hoje, quarta-feira, 10 de Fevereiro 2010, às 11 horas, sites, blogs e perfis decorados com a bandeira tricolor observarão uma hora de silêncio pelos compatriotas assassinados e manterão o luto por vinte e quatro horas para manter viva a memória da feroz limpeza étnica que provocou 15 mil vítimas há sessenta anos e do êxodo forçado de centenas de milhares de italianos de Ístria, da Dalmácia e do Friuli.
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
CasaPound na imprensa

Chego a Roma na sexta-feira passada e mostram-me, à noite, no Cutty Sark, a revista «Vernerdì», do jornal «La Repubblica», que tinha uma reportagem onde falava da CasaPound, ilustrada com as magníficas fotografias de Alessandro Cosmelli, originalmente publicadas no "Oltrenero", livro que referi aqui. As mesmas imagens haviam já acompanhado o artigo, simplesmente inenarrável, de Miguel Mora, na revista do «El País», no mês passado. Para alimentar a campanha anti-Berlusconi, nada como ir buscar o fascismo, o "racismo", etc. Aquele filme que já conhecemos bem e que continua a vender que nem ginjas...
Foi então que, coincidência ou não, estando em plena CasaPound, recebo mensagens de Lisboa que me davam conta da publicação da tradução do chorrilho de disparates de Mora na revista «Visão». Dei conta disso ao Gianluca Iannone e aos restantes camaradas italianos. Depois de ele me pedir para lhe enviar um exemplar, a conversa que se seguiu foi a habitual. Conclusão: a imprensa continua a agitar o papão do fascismo e da extrema-direita, mesmo quando confrontada com casos de intervenção social louváveis como é o da CasaPound.
Mas ainda havia mais. Chegado a Lisboa, um familiar tinha-me guardado o exemplar da revista «Pública» do passado domingo, onde "A decadência do império romano" titulava a capa que mostrava o presidente do Conselho de Ministros italiano de olhos fechados e boca coberta. Lá dentro, dois artigos de Alexandra Prado Coelho: "O que fizeste à Itália, Berlusconi?" e "Roma, cidade fechada". Havia uma óbiva vantagem sobre o publicado na «Visão», que se limitou a traduzir um artigo espanhol, é que pelo menos houve uma jornalista que se deslocou a Roma. O primeiro inseria-se na mesma campanha anti-Berlusconi e referia a determinada altura a CasaPound. A enviada da «Pública» foi lá bater à porta e falou com a pessoa que estava de turno. Dessa breve conversa, referiu algum do trabalho deste centro social, como o facto de terem recuperado este edifício agora ocupado e dado um tecto a quinze famílias italianas que não tinham casa, bem como a realização regular de encontros e sessões de debate. Muito ficou por dizer, de tantos projectos levados a cabo por estes ragazzi, mas foi além da habitual maledicência sem conhecimento. No segundo artigo, que se referia ao tratamento dos imigrantes, especialmente dos ciganos que vivem em Casilino 900, campo que existe há 40 anos, é de notar a seguinte passagem: "durante décadas nada aconteceu. Só recentemente - e, curiosamente, com o novo presidente da Câmara de Roma, Gianni Alemanno, um pós-fascista - é que houve ligeiras melhorias. Casilino 900 tem, desde há poucos meses, um ponto de água com meia dúzia de torneiras, alguns postes de iluminação pública e casas de banho químicas."
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
Ritorno alla città eterna
Depois do êxito da primeira deslocação a Roma organizada pela Terra e Povo, em Maio deste ano, decidimos regressar com um novo grupo para dar a conhecer o activismo dos nossos camaradas romanos. É já no próximo fim-de-semana que um grupo de portugueses ficará na CasaPound e terá contacto directo com esta vanguarda cultural e política italiana.Fonte: www.terraepovo.com
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
sábado, 12 de setembro de 2009
Cutty Sark

A boa notícia é que hoje reabre o Cutty Sark — o pub mais odiado de Itália — no dia da fundação do Estado Livre de Fiume. Mas uma notícia ainda melhor é que vou lá voltar em Novembro! Já diz aquela música dos ZZA: Questo posto qua è casa nostra, è Cutty Sark!
segunda-feira, 1 de junho de 2009
OltreNero
O Nuno, que ficou em Roma mais tempo que eu, trouxe-me um exemplar de “Oltrenero. Nuovi.Fascisti.Italiani”, récem-publicado pela Contrastobooks, uma incursão na “galáxia heterogénea” dos “fascistas do terceiro milénio”. Ainda não li o texto do jornalista Marco Mathieu, mas as 60 fotografias a preto e branco de Alessandro Cosmelli são simplesmente divinais e justificam, por si, a referência ao livro. Um trabalho artístico de elevado nível que entra no íntimo de uma realidade pouco conhecida. Abaixo fica um vídeo onde é possível espreitar a obra.
domingo, 31 de maio de 2009
Impressões romanas (II): CASAPOVND
A CasaPound é um antigo edifício público abandonado, situado na Via Napoleone, perto do Termini, que foi ocupado com o propósito de providenciar habitação a famílias italianas carenciadas. À frente deste projecto está Gianluca Ianonne, que esteve no nosso país no ano passado, que com os seus rapazes formou esta associação de promoção social que tem feito um trabalho extraordinário de solidariedade e acção cultural. Um exemplo e uma inspiração para toda a Europa.
sexta-feira, 15 de maio de 2009
quinta-feira, 14 de maio de 2009
Estado: ocupado
Estes últimos dias têm sido muito preenchidos, felizmente com activismo. Do apoio ao Humberto Nuno de Oliveira no debate na RTP1, na passada segunda-feira, que correu optimamente, à gravação do tempo de antena, o trabalho de campanha eleitoral do PNR está em alta. Por outro lado, a preparação do fim-de-semana romano que se aproxima, naquela que é “a primeira vez que uma delegação portuguesa organizada visita a CasaPound”, como disse o Miguel Vaz, tem sido igualmente esgotante. Resumindo, ando ausente da blogosfera, mas pelas melhores razões. Até para a semana.
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