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terça-feira, 29 de junho de 2010

O último dia

Hoje saiu a última edição do diário «24 horas». Estando sempre atento à imprensa no nosso país, não podia deixar de o referir. Apesar de não conseguir gostar do seu estilo, não deixo de registar que mesmo um jornal que se alimentava das chamadas "celebridades", algo que tantos asseguram que é sucesso garantido, também se afunda. Folheei-o algumas vezes e nunca o comprei, ao contrário de muita gente, que chegou a fazer com que este jornal chegasse aos números dos ditos de referência.

Contrariamente ao que alguns diziam, este não era um tablóide ao estilo inglês, com jornalismo de investigação. Tinha, aliás, uma característica muito estranha para mim, que era a de basear grande parte das suas notícias em programas de televisão e nos seus participantes. Percebo que atraísse, por isso, um público diferente do dos restantes títulos, mas até esse acabou por deixar de o comprar.

Seja como for, os ventos não estão realmente de feição para a imprensa escrita.