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quinta-feira, 1 de junho de 2017
A revista "Éléments" chega à televisão
A revista francesa "Éléments", que amiúde aconselho nesta casa, tem agora uma emissão na TV Libertés para anunciar cada edição e debater os respectivos temas com alguns dos seus autores. A não perder!
sábado, 5 de dezembro de 2015
A nova “Éléments” de sempre
Lançada há mais de quarenta anos como a voz do Groupement de recherche et d'études pour la civilisation européenne (GRECE), liderado por Alain de Benoist, a “Éléments” tem uma longevidade impressionante para uma revista de ideias. Agora, esta publicação de referência ganhou uma nova vida, passando a ter uma periodicidade mensal, mais páginas, um outro grafismo e uma edição totalmente a cores.
Para os que estavam habituados a ler o editorial de Robert de Herte na terceira página desta revista, não será grande surpresa encontrar agora o texto assinado por Alain de Benoist, que nesta renovação deixa o seu anterior pseudónimo a partir deste número. De seguida, um texto apresenta a nova fórmula e conta a história da revista, apresentando-a aos novos leitores.
O destaque nesta edição vai para a grande entrevista com Michel Onfray, um filósofo a quem a esquerda francesa acusa agora de “fazer o jogo” da Frente Nacional, devido às suas posições que contrariam o politicamente correcto. De elevada qualidade e interesse é o ‘dossier’ dedicado à direita face ao veneno liberal.
Nesta edição bastante variada, devemos ainda referir os artigos sobre a crise dos “migrantes”, a “máquina onusiana” que é a Conferência do Clima, o controlo social através do mundo digital, a fenomenologia da indústria da sideração que são as super-produções de Hollywood, o diferencialismo contra ateoria de género, para além das entrevistas com Alain de Benoist sobre a sua imensa colecção de livros e com o entrevistador Nicolas Gauthier. Por fim, uma nota para o anti-manual de filosofia de Jean-François Gautier, que questiona: podemos julgar objectivamente o valor de uma cultura?
Esta é uma nova “Éléments”, mas com a qualidade e criatividade de sempre, capaz de renascer quando o combate das ideias assim o exige. Porque a vanguarda do pensamento não se consegue sendo estático.
quinta-feira, 19 de junho de 2014
A actualidade de um centenário
No ‘dossier’ desta edição está em questão se o futuro do Velho Continente deve ser a “Europa mercado ou Europa potência” e, na abertura, Felix Morès conclui que “o eixo horizontal da construção de um grande mercado opõe-se ao eixo vertical da construção de uma potência política. Convém, consequentemente, separar a Europa política da Europa económica”. Dos vários artigos há a destacar “A audácia de um Estado federal europeu”, de Gérard Dussouy, “União Europeia, a objecção democrática”, de Éric Maulin, “O império, uma ideia muito antiga e muito nova”, de Pierre le Vigan, “É preciso sair do Euro?”, de Éric Maulin”, e “A união transatlântica: a grande ameaça”, de Alain de Benoist.
Como se não bastasse a qualidade do ‘dossier’, esta edição presenteia-nos com um texto de Ernst Jünger, inédito em francês, intitulado “Inclino-me diante dos que tombaram”, uma alocução proferida em Junho de 1979, enquanto convidado de honra das festas comemorativas de Verdun. De seguida, Julien Hervier, amigo, tradutor e editor de Jünger, desvenda as vulnerabilidades deste “homem de mármore”, numa entrevista concedida a Alain de Benoist. Por fim, Laurent Schang recorda o dia 25 de Abril de 1915, a partir do livro de Bernard Marris “L’Homme dans la guerre”, quando Jünger e Maurice Genevoix, combatentes em lados diferentes da Batalha de Les Éparges, foram feridos.
A abrir a revista, há ainda uma entrevista com Robert Redeker, filósofo e investigador, a propósito da publicação do seu ensaio original “Le soldat impossible”, sobre o desaparecimento do soldado no imaginário europeu. Redeker afirma que “só a guerra pode ressuscitar a política”.
Por fim, é de referir o artigo de François Bousquet sobre o “novo capitalismos criminoso” e a habitual secção “Cartuchos” com criticas a livros, o “Diário de um cinéfilo”, de Ludovic Maubreuil, e a “Crónica de um fim de mundo sem importância”, de Xavier Eman.
Uma revista que, apesar da sua longevidade, nunca perdeu a actualidade e importância no combate pelas ideias, essencial para a civilização europeia.
quinta-feira, 16 de janeiro de 2014
40 anos de “Éléments”
É um caso de longevidade impressionante para uma revista de ideias. Centena e meia de edições com “elementos para a civilização europeia”, num combate metapolítico, fazendo aquilo a que o GRECE chamou o “gramscianismo de direita”.
Na década de 70 do século passado, a corrente que ficou conhecida como “Nova Direita”, liderada por Alain de Benoist, tornou-se num importante contraponto à ditadura cultural de esquerda que tudo dominava. Era um movimento jovem, intelectual, inovador na estratégia e nos temas abordados, que conseguiu estremecer o ‘statu quo’ de então.
A influência do GRECE não se restringiu a França e rapidamente se alastrou a vários países europeus, incluindo Portugal. Apesar de Benoist afirmar, em entrevista a «O Diabo» em 2010, que “a Nova Direita nunca foi para ser uma internacional”, reconheceu que “houve manifestações noutros países” e que por isso “foi uma rede: política, cultural e nacional”. De facto, o livro de Alain de Benoist “Vu de droite. Anthologie critique des idées contemporaines”, publicado pela Copernic em 1977 e que ganhou o Grande Prémio do Ensaio da Academia francesa no ano seguinte, foi publicado no nosso país com o título “Nova Direita Nova Cultura – Antologia crítica das ideias contemporâneas" pelas Edições Afrodite” em 1981, com prefácio de José Miguel Júdice. Também a excelente revista de combate cultural “Futuro Presente”, onde encontramos nomes como Jaime Nogueira Pinto, António Marques Bessa, Nuno Rogeiro, Vítor Luís Rodrigues, Miguel Freitas da Costa, entre tantos outros.
Neste número especial de aniversário, com 96 páginas, o destaque vai naturalmente para o ‘dossier’ que revela os arquivos da revista, com vários textos escolhidos, incluindo a participação de figuras de relevo como: Eric Rohmer, Raoul Girardet, Mircea Eliade, Jean Cau, Peter Handke, Alexandre Zinoviev, Jean Anouilh, Henri Vincenot, Claude Imbert, Jean-Marie Domenach, ou Jean Raspail. Mas não há apenas um exercício de memória, pois no ‘dossier’ intitulado “Combate das ideias” encontramos vários artigos que reflectem sobre a actualidade, abordando os mais diversos temas.
Quarenta anos depois, esta continua uma revista aberta a todos os que reflectem sobre um renascimento da civilização europeia na era da mundialização.
sexta-feira, 8 de novembro de 2013
40 anos da «Éléments»
sexta-feira, 14 de junho de 2013
quarta-feira, 1 de maio de 2013
O fim da soberania
Mesmo não se concordando na totalidade com as posições desta revista, qualquer pessoa inteligente e intelectualmente honesta reconhecer que se trata de uma publicação thought provoking, que se debruça sobre temas actuais da maior importância com reflexões de fundo e não alinhadas com o carneirismo reinante.
No editorial, onde Alain de Benoist assina com o pseudónimo Robert de Herte, afirma-se que “o fim do mundo já aconteceu” e deu lugar a “um mundo líquido”. Dando o mote para o tema central, Herte afirma que “assistimos à entrada em cena da ‘governança’, uma espécie de cesarismo financeiro que governa os povos descartando-os”. Num excelente ‘dossier’ dedicado ao fim da soberania, essencial para perceber a actual crise e todas as suas consequências, podemos ler os artigos “Crise financeira: onde estamos?” e “O mito dos mercados eficientes”, de Alain de Benoist, e “Pequena genealogia do Pacto Orçamental Europeu”, de Félix Mores.
A merecer destaque, também, há a entrevista com o professor catalão Jean Soler, a propósito do escândalo provocado pela sua última obra, “Quem é Deus?”. Acima de toda a polémica, ele afirma que é preciso “manter vivo o modelo da Grécia antiga”. A seguir, um “Manifesto por um romance ‘noir’ total” defendido por Pierric Guittaut, Thierry Marignac e Olivier François. Dizem estes autores que querem “policiais que falem do Islão e do desemprego programado, dos identitários e dos construtores de mesquitas, de desindustrialização e da traição das elites”. A propósito de “Django Unchained”, de Quentin Tarantino, Nicholas Gautier regressa ao filme de Sergio Corbucci que o inspirou, num interessante e provocador artigo chamado “O western zapatista”, onde questiona se este é de esquerda ou de direita. E responde: “Os dois, pelo contrário...” Também sobre este “Django” original, Michel Marmin dedica um artigo à história de um western que é “mais europeu que americano”. Lugar ainda para a Banda Desenhada, com um artigo sobre Raymond Macherot, para o desporto, com um artigo contra os “milionários” do rugby, para a ciência, com um artigo sobre Física Quântica, ou o ensaio “Media por todo o lado, informação em lado nenhum”, de Ludovic Maubreuil. Mais uma óptima edição, a não perder!
sexta-feira, 28 de dezembro de 2012
A ideologia do género contra o sexo
O mais recente número da revista “Éléments” tem uma capa provocadora que chama a atenção para o óptimo ‘dossier’ sobre a “ideologia de género”, mostrando a bela Brigitte Bardot com o título magrittiano “Isto já não é mais uma mulher”.
Esta é uma revista que existe desde 1973 e cujo título completo, traduzido para português, é “Elementos para a Civilização Europeia”. É, das três publicações periódicas do GRECE, aquela que se destina a um público mais alargado e por isso é vendida em quiosques. Dirigida por Michel Thibault, tem como natural figura de proa o pensador francês Alain de Benoist, que ficou conhecido como o “pai” da chamada Nova Direita. Este não só é responsável por vários artigos de fundo e reflexões pertinentes, como também assina o editorial com o pseudónimo Robert de Herte.
O número referente ao último trimestre de 2012 desta “revista das ideias” é alargado e tem 96 páginas. O tema central é o das chamadas “teorias de género”, que partem do princípio que a identidade sexual é o resultado de uma construção social. Assim, as mulheres não seriam oprimidas se não existisse o conceito de “mulher”. Para os partidários desta corrente de pensamento, é então necessário destruir as categorias de “homem” “mulher”, que não existem, para libertar a humanidade. Por mais que nos possa parecer estranho, estas são posições que ganham cada vez mais adeptos e influência. Para as contrapor, este ‘dossier’ oferece vários artigos com argumentos inteligentes e fundamentados. Destes há a destacar os artigos de Alain de Benoist “Viva a diferença!”, que recorre à biologia, à neurobiologia e à psicologia evolucionária para responder à pergunta “o ser humano é ‘neutro’ em matéria de sexo?”, e “Abaixo os homens!”, sobre o novo feminismo moralizador e repressivo, e o artigo de Xavier Eman sobre a rede social Facebook, a infidelidade conjugal e o divórcio.
De referir, também, a entrevista com Myret Zaki, chefe de redacção de uma revista económica suíça que afirma que o doar se tornou a maior bolha especulativa da História. Sobre o caso Richard Millet, cuja publicação de “Elogio Literário de Anders Breivik” em apêndice ao seu ensaio “Língua Fantasma” gerou uma tempestade editorial e política em França, podemos ler os artigos de Michel Marmin, Gabriel Matzneff e Olivier Maulin, e a entrevista com Pierre-Gillaume de Roux feita por Pascal Eysseric.
Uma curiosidade para portugueses, no artigo de Pierric Guittaut sobre o romance policial, é a utilização para ilustração de uma capa de uma edição nacional de “O Pregador”, de Erskine Caldwell, com um desenho de Paulo-Guilherme d’Eça Leal.
Por fim, atenção para os artigos de Jean de Lavaur sobre Christopher Lasch, intitulado “O homem revoltado contra a mercadoria”, e a entrevista com o filosofo italiano Contanzo Preve.
Esta é uma revista que existe desde 1973 e cujo título completo, traduzido para português, é “Elementos para a Civilização Europeia”. É, das três publicações periódicas do GRECE, aquela que se destina a um público mais alargado e por isso é vendida em quiosques. Dirigida por Michel Thibault, tem como natural figura de proa o pensador francês Alain de Benoist, que ficou conhecido como o “pai” da chamada Nova Direita. Este não só é responsável por vários artigos de fundo e reflexões pertinentes, como também assina o editorial com o pseudónimo Robert de Herte.
O número referente ao último trimestre de 2012 desta “revista das ideias” é alargado e tem 96 páginas. O tema central é o das chamadas “teorias de género”, que partem do princípio que a identidade sexual é o resultado de uma construção social. Assim, as mulheres não seriam oprimidas se não existisse o conceito de “mulher”. Para os partidários desta corrente de pensamento, é então necessário destruir as categorias de “homem” “mulher”, que não existem, para libertar a humanidade. Por mais que nos possa parecer estranho, estas são posições que ganham cada vez mais adeptos e influência. Para as contrapor, este ‘dossier’ oferece vários artigos com argumentos inteligentes e fundamentados. Destes há a destacar os artigos de Alain de Benoist “Viva a diferença!”, que recorre à biologia, à neurobiologia e à psicologia evolucionária para responder à pergunta “o ser humano é ‘neutro’ em matéria de sexo?”, e “Abaixo os homens!”, sobre o novo feminismo moralizador e repressivo, e o artigo de Xavier Eman sobre a rede social Facebook, a infidelidade conjugal e o divórcio.
De referir, também, a entrevista com Myret Zaki, chefe de redacção de uma revista económica suíça que afirma que o doar se tornou a maior bolha especulativa da História. Sobre o caso Richard Millet, cuja publicação de “Elogio Literário de Anders Breivik” em apêndice ao seu ensaio “Língua Fantasma” gerou uma tempestade editorial e política em França, podemos ler os artigos de Michel Marmin, Gabriel Matzneff e Olivier Maulin, e a entrevista com Pierre-Gillaume de Roux feita por Pascal Eysseric.
Uma curiosidade para portugueses, no artigo de Pierric Guittaut sobre o romance policial, é a utilização para ilustração de uma capa de uma edição nacional de “O Pregador”, de Erskine Caldwell, com um desenho de Paulo-Guilherme d’Eça Leal.
Por fim, atenção para os artigos de Jean de Lavaur sobre Christopher Lasch, intitulado “O homem revoltado contra a mercadoria”, e a entrevista com o filosofo italiano Contanzo Preve.
domingo, 29 de abril de 2012
domingo, 22 de janeiro de 2012
Méridien Zéro
Hoje, o programa Méridien Zéro recebe Pascl Esseyric e Patrick Pehel, da revista "Élements", e Olivier Meyer, da revista "Homère". A emissão tem início às 22 horas portuguesas e pode ser seguida através da Radio Bandiera Nera.
sexta-feira, 4 de junho de 2010
Éléments n.º 135
Alain de Benoist e a «Éléments», a sua “revista das ideias”, são referências que acompanho regularmente, pese embora algumas discordâncias. O último número que comprei foi o 135, que abre com o editorial de Robert de Herte “A justiça ou a vingança?”, uma óptima reflexão para entrar no excelente e pertinente dossier com o tema “A justiça que mete medo”, que inclui artigos “A justiça vítima das ideologias” e “A justiça penal em questões”, de Alain de Benoist, “Os romanos não confundiam direito e lei!”, de Jean-Charles Personne, e uma entrevista com o magistrado François Franchi sobre a perda de credibilidade da justiça.A destacar, também, ao debate “Marx, Stirner e a questão proletária”, a entrevista com o especialista em política social e professor na Universidade de Múrcia Jerónimo Molina Cano e os artigos “Michel Déon é um escritor trágico”, de Christopher Gérard, e “George Orwell previu o pior”, de Pierre Le Vigan. Nas 64 páginas da revista há ainda muitas outras coisas a descobrir, como artigos, ideias, críticas a livros e filmes, etc. Última nota para o texto de Michel Marmin em memória de Jean-Claude Valla.
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
Jean-Claude Valla (16/5/1944 – 25/2/2010)
Soube hoje, por um amigo francês, da morte de Jean-Claude Valla, jornalista, editor, historiador – homem de cultura. Co-fundador do GRECE e seu secretário-geral nos anos 70, foi um dos intelectuais de relevo do que se convencionou chamar a "Nouvelle Droite". Colaborou em numerosas publicações e dirigiu várias revistas, incluindo tanto a «Éléments» como o «Figaro Magazine». Deixa uma extensa obra historiográfica, dedicada especialmente ao período contemporâneo, na qual se destacam os fascismos e a colaboração. Participou em diversas revistas de História, tendo actualmente presença habitual na «NRH». Conheci-o na XIII Table Ronde, em 2008, onde foi um dos oradores, e tive oportunidade de trocar com ele algumas palavras. Já não está entre nós. Descanse em paz.
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
Éléments n.º 132
Alain de Benoist e a «Éléments» são incontornáveis. Mesmo com algumas mudanças significativas de posição e apesar de várias polémicas recentes, não resisto a acompanhá-los. O facto de não se estar inteiramente de acordo com um autor ou publicação, não impede que lhe reconheçamos a qualidade e o interesse. Foi por isso que, da última vez que estive em Paris, me dirigi ao quiosque perto da Sorbonne onde sei que encontro a revista.O número que comprei tem como dossier “Rebeldes e falsos rebeldes”, com artigos de Pierre Le Vigan, que faz a apresentação e escreve sobre “os verdadeiros rebeldes da Rebelião”, François Bousquet, sobre a “a doença infantil do capitalismo”, e Pierre Bérard que se interroga “a rebelião é possível?”
A destacar, também, a reflexão de Alain de Benoist “por que a democracia deve ser reinventada” e a entrevista sobre o seu último livro, “Dictionnaire des prénoms”, bem como o artigo de Jean-François Gautier sobre “as grandes ilusões da bioética”. Nesta revista de 64 páginas há ainda muitas outras coisas a descobrir, entre vários artigos, ideias, críticas a livros e filmes, etc.
quarta-feira, 5 de novembro de 2008
“O Mediterrâneo não é a nossa mãe”
Por ler hoje no «Público» que foi ontem anunciado em Marselha que “a União para o Mediterrâneo, anunciada em Julho pelo Presidente francês Nicolas Sarkozy, vai ter sede em Barcelona”, volto ao tema do Mediterrâneo como havia prometido quando falei do último número da revista «Éléments». Criticando esse projecto, no qual Portugal também participa, bem como as posições de Alain de Benoist e as transmitidas pelo dossier da revista, Pierre Vial escreveu o lúcido artigo “O Mediterrâneo não é a nossa mãe”, na última edição da «Terre et Peuple», cuja tradução portuguesa está disponível na página da associação Terra e Povo.
quarta-feira, 15 de outubro de 2008
Éléments n.º 129
O último número da «Éléments» tem como tema central o Mediterrâneo, considerado “nossa mãe”, e oferece um dossier com uma entrevista com o professor de direito internacional Danilo Zolo, feita por Alain de Benoist, o relato de um ano no Mediterrâneo, “De Toledo a Cartago”, de Ange-Marie Guerrini, a entrevista com o professor de história comtemporânea Frédéric Musso, “O Mediterrâneo, fonte de toda a nostalgia”, e o artigo de Gabriel Matzneff “O Venus, regina Cnidi Paphique...”. Este tema e o editorial de Robert de Herte serão alvo de análise num post posterior.Destaque ainda para a entrevista com Julien Hervier, tradutor e especialista em Ernst Jünger, o “reencontro” de André Coyné com Jorge Luis Borges, e os artigos sobre Kenneth White, pai da geopoética, de Fabrice Valclérieux, sobre o escritor Charles-Ferdinand Ramuz, de Eric Werner, e sobre a obra de René Girard, de Alain de Benoist, para além da rubricas habituais.
sexta-feira, 11 de abril de 2008
Éléments n.º 127
“Ainda podemos salvar a Europa!” diz-nos Alain de Benoist nesta edição da revista «Éléments», dando o mote ao dossier intitulado “A Europa, da decepção à esperança”, com dois artigos seus de fundo, os quais, longe de merecer a minha total concordância, são excelentes reflexões thought-provoking, das que este autor nos habituou, seguidos da entrevista com Henri de Grossouvre, defensor de um eixo “Paris-Berlim-Moscovo” e que publicou recentemente o livro “Pour une Europe européenne”.A destacar, também, a entrevista sobre o decrescimento com Alain de Benoist, na sequência da publicação de “Demain, la décroissance ! Penser l'écologie jusqu'au bout”, a entrevista com o sociólogo italiano Carlo Gambescia e o artigo sobre o filósofo alemão Peter Sloterdijk e a sua última obra “Cólera e tempo. Ensaio político-psicológico”. Nesta revista de 60 páginas há ainda muitas outras coisas a descobrir, entre vários artigos, ideias, críticas a livros e filmes, etc.
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