domingo, 27 de dezembro de 2015

A voz da alternativa cultural

É de saudar a continuação de uma revista portuguesa que se tem afirmado como a transmissora de uma cultura alternativa que contrasta com a massificação imposta pelo pensamento único. A “Finis Mundi” é, assim, uma voz dissidente contra o politicamente correcto que importa conhecer e urge apoiar.

Depois de ter sido dirigida por Flávio Gonçalves, a revista conhece agora uma renovação com um novo director que, não alterando a matriz desta publicação, lhe deu uma marca diferente. O n.º 9 foi lançado no passado dia 16 de Dezembro na Biblioteca Nacional de Portugal, em Lisboa, após o colóquio “Afonso de Albuquerque, 500 anos depois: Memória e Materialidade”.

Em entrevista a «O Diabo», quando assumiu a direcção da revista, João Franco afirmou que “mantendo os seus colaboradores valorosos, a ‘Finis Mundi’ irá aproximar-se mais da Ciência Política, da Geopolítica e da Estratégia, deixando um pouco de lado os textos mais esotéricos e herméticos. Pretendemos abordar também as grandes questões do nosso tempo, sejam elas a protecção do ambiente, as energias alternativas, as migrações, a inteligência artificial, ou mesmo o sistema capitalista actual”.

Neste número, referente ao mês de Dezembro de 2015, podemos ler artigos de Alain de Benoist, Alberto Buela, Brandão Ferreira, Ernesto Milá, Eduardo Amarante, Mário Casa Nova Martins, entre outros, para além de um texto de Eça de Queirós.

A “Finis Mundi” pode ser adquirida através da Internet, em wook.pt, ou encomendada em qualquer livraria Bertrand.

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