quinta-feira, 3 de setembro de 2015

O problema europeu


Na semana passada, o vídeo que mostrava imigrantes muçulmanos, acumulados na fronteira da Macedónia, a recusar os pacotes de auxílio marcados com o símbolo da Cruz Vermelha dados pela polícia local arrasou com a imagem idílica que tantos querem dar da invasão em curso. Pelo que foi noticiado, a recusa deveu-se ao facto destes muçulmanos considerarem ofensivo o símbolo da cruz e por recearem que a comida fosse ‘haraam’, ou seja, proibida pelo Islão. Uma atitude de profundo desrespeito por aqueles de quem esperam acolhimento.

Mais, é no mínimo de estranhar as exigências de quem está supostamente “desesperado”... Os (maus) exemplos sucedem-se e muitos vêm relatados na Imprensa. Imigrantes que chegam às costas europeias e tiram ‘selfies’ com ‘smartphones’, para depois exigirem carregadores de telemóveis e ligação sem fios à Internet! Ao mesmo tempo, recusam certos alimentos (quem tem fome não recusa comida) ou determinado alojamento (quem não tem casa não recusa um tecto), entre tantos outros casos inacreditáveis.

A estes, muitos chamam agora “migrantes”, como se se tratassem de cidadãos de um mundo sem fronteiras onde a circulação é livre. Um termo errado e enganador para nos levar à aceitação sem reservas de um fenómeno que atinge proporções inimagináveis e põe em risco a nossa civilização.

À esquerda olham-se estes imigrantes como os novos oprimidos que os europeus, eternos culpados do “colonialismo”, têm obrigação de sustentar. À direita, os liberais vêem-nos como a mão-de-obra barata que aumentará a competitividade. Pior, ambos consideram que esta substituição populacional em curso é a “solução” para o problema demográfico europeu! É como tentar apagar um fogo com gasolina...

A invasão imigrante em curso não é uma questão de esquerda ou direita, de xenofobia ou de tolerância, mas da nossa sobrevivência. É o principal problema europeu. Os números são, pura e simplesmente, insustentáveis. Não haverá Europa sem europeus.

Editorial publicado na edição desta semana de «O Diabo».

3 comentários:

  1. Todos diferentes, todos iguais... isto é: todas as Identidades Autóctones devem possuir o Direito de ter o SEU espaço no planeta.
    [nota: Inclusive as de 'baixo rendimento demográfico' (reprodutivo)!... Inclusive as economicamente pouco rentáveis!...]
    .
    Devemos estar preparados para a CONVERSA DO COSTUME dos nazis made-in-USA [nota: estes nazis provocaram holocaustos massivos em Identidades Autóctones]: «a sobrevivência de Identidades Autóctones provoca danos à economia…»
    .
    .
    P.S.
    http://separatismo--50--50.blogspot.com/
    (antes que seja tarde demais)

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  2. Uma excelente análise que põe a nu a verdadeira face desta invasão do Islão (mais uma,,,) do solo europeu.

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  3. Obrigado, Delfim! A cegueira politicamente correcta é o caminho para o suicídio...

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