quinta-feira, 30 de julho de 2015

Ir em cantigas...

Já se sabia que ia dar asneira... Diz o Eurico de Barros que «“O Pátio das Cantigas” versão 2015 é um calhau de comédia, pesado de graçolas chineleiras, de bocas “tás-a-ver-ó-meu?”, de humor de tasca, de situações apalhaçadas, de palha de riso, de glosas menores do filme original, sem uma ideia cómica, um rasgo visual, um “gag” que fique de recordação, uma piada que perdure nos ouvidos e seja citável para a posteridade.» O pior é que este filme é o primeiro de uma trilogia dos clássicos da comédia portuguesa, como “O Leão da Estrela” e “A Canção de Lisboa”. Uma desgraça nunca vem só... É melhor não ir em cantigas.


Os responsáveis por este remake não devem ter visto com atenção a famosa cena do candeeiro, porque há uma passagem que é exactamente para eles: «Julgam que são alguém sem se lembrarem que há outros que estão muito acima (onde é que eu já li isto!?)»

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