quinta-feira, 23 de julho de 2015

Devemos estar loucos...

Imigrantes chegam de autocarro a Casal S. Nicola (Roma)
 protegidos pela polícia que dispersou os locais com violência.

No que mais parecia um golpe publicitário, a Imprensa noticiou que “Merkel pôs uma menina palestina a chorar”. O maniqueísmo era evidente: de um lado a “chefe da Europa egoísta”, do outro uma criança inocente com os sonhos desfeitos. Recordemos que Merkel apenas fez uma constatação de facto: a Europa não pode acolher todos os refugiados do mundo.

No entanto, para as cabeças bem-pensantes, da esquerda à direita, o Velho Continente tem a obrigação de acolher todos os “migrantes”, como agora se diz na novilíngua do politicamente correcto. Quem discordar é automaticamente classificado como “racista” e “xenófobo”.

Mas os números são implacáveis e basta observar a dimensão da massa humana que atravessa o Mediterrâneo diariamente para nos apercebermos de que uma política de “portas abertas” é catastrófica.
Nada como um caso concreto para exemplificar o absurdo a que chegámos. Na semana passada, em Casale San Nicola, na periferia de Roma, a população local opôs-se à colocação na povoação de um grupo de refugiados africanos. O protesto contou com o apoio de militantes da Casa Pound e terminou com confrontos com a polícia de choque, chamada para garantir a passagem dos refugiados. Uma vez instalados, com direito a cama, alimentação, assistência médica e transporte, os refugiados protestaram e a Imprensa italiana publicou as queixas destes: querem acesso à Internet, cigarros, carregadores de telemóveis e mais computadores! A crise e a austeridade são só para os europeus?

Perante este caso, que não é isolado antes paradigmático, recordo-me de uma passagem do discurso premonitório do visionário político britânico Enoch Powell, proferido em 1968: “Devemos estar loucos, literalmente loucos, enquanto nação ao permitir o influxo anual de cerca de 50 mil dependentes, que são em grande parte o material do crescimento futuro da população de origem imigrante. É como observar uma nação ocupada na preparação da sua própria pira funerária”.

Editorial publicado na edição desta semana de «O Diabo».

2 comentários:

  1. Este postal é muito rassista. Os migrantes devem ser acolhidos pela Europa que explorou a África no passado e agora pelo neocolonialismo fassista. Os migrantes são nossos irmãos e vêm fazer os trabalhos que os europeus não querem. E trassem muita diversidade e exotismo.

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  2. Os 'globalization-lovers' que fiquem na sua... desde que respeitem os Direitos dos outros... e vice-versa!
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    Nazismo não é o ser 'alto e louro', bla bla bla,... mas sim... a busca de pretextos com o objectivo de negar o Direito à Sobrevivência de outros!
    Existem 'globalization-lovers'... e existem 'globalization-lovers' nazis (estes buscam pretextos para negar o Direito à Sobrevivência das Identidades Autóctones).
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    P.S.
    Todos diferentes, todos iguais!...
    Isto é: TODAS as identidades Autóctones devem possuir o Direito de ter o SEU espaço no planeta!...
    {nota: Inclusive as de 'baixo rendimento demográfico' (reprodutivo)!... Inclusive as economicamente pouco rentáveis!...}
    -> Uma NAÇÃO é uma comunidade duma mesma matriz racial onde existe partilha laços de sangue, com um património etno-cultural comum.
    -> Uma PÁTRIA é a realização de uma Nação num espaço.
    .
    P.S.2.
    Devemos estar preparados para a CONVERSA DO COSTUME dos nazis made-in-USA [nota: estes nazis provocaram holocaustos massivos em Identidades Autóctones]: «a sobrevivência de Identidades Autóctones provoca danos à economia…»
    [Nota: é preciso dizer não ao nazismo democrático e sim ao separatismo, isto é: é preciso dizer NÃO àqueles que pretendem determinar/negar democraticamente o Direito à Sobrevivência de outros]
    .
    P.S.3.
    http://separatismo--50--50.blogspot.com/

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