sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Cunhal, o "soberano"


«O indivíduo que planeava transformar Portugal numa espécie de Bulgária do Ocidente, o promotor do PREC, o responsável pelas “nacionalizações” e pela ocupação dos “latifúndios”, o desorganizador da economia, o inimigo da “Europa”, esse parece que desapareceu. Só resta, com muito sentimentalismo, como ele gostaria, a máscara do soberano, perante a qual ainda uma pequena parte do país se acha obrigada a genuflectir. A consciência histórica dos portugueses é um óptimo reflexo da inconsciência que os trouxe à miséria e ao desespero.»

Vasco Pulido Valente
in «Público»

1 comentário:

  1. Este homem era o Diabo em figura de gente. Bastava/basta olhar para a cara dele, para as expressões de ódio sempre que aparecia na televisão e até nas fotos dos jornais. Ódio e maldade em cada frase proferida, traduzida no destino diabólico que ele preconizava para os 'fascistas', para os latifundiários e para as cinco famílias que, segundo ele e os seus sócios e secretários para toda a obra, Soares e Alegre, eram donas de Portugal. Pois eram e ainda bem, pelo menos não eram corruptas nem roubaram indecentemente o povo nem nunca traíram a Pátria. Em compensação com o novo regime a essas 'cinco' famílias foi-lhes retirado o suposto poder que pelo menos fazia progredir o país e em sua substituição amesendou-se à mesa do orçamento e aos comandos da Nação um bando de traidores e de outros tantos ladrões, todos de altíssimo coturno, que não só devastaram a economia do país como se locupletaram com as enormes riquezas, pertença absoluta do povo português, em proveito próprio.
    Se este facínora tivesse chegado efectivamente ao poder em Portugal (e andou lá muito perto e mesmo assim provocou estragos irreparáveis) o nosso país teria desaparecido do mapa e o infeliz povo português, incluíndo as mulheres de todas as idades, andariam a carregar pedregulhos e a construir estradas e todo ele a viver na maior das misérias, como aconteceu na ex-União Soviética durante décadas sem fim. Este inferno só não veio a verificar-se na totalidade porque os E.U.A. se interpuseram (em seu benefício, como é evidente) nas ambições demoníacas deste e de outros bandidos da mesma estirpe, como Soares e os seus amigos traidores de Paris.
    Tivesse Gorbachov aparecido 10 anos antes e Portugal jamais teria sofrido o horrendo destino a que foi sujeito, fruto da maldição lançada pelos espíritos do Mal encarnados pelos falsos pregoeiros da igualmente falsa 'democracia e liberdade'. E ainda há quem diga que o Diabo não existe.

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