domingo, 6 de outubro de 2013

Os círculos uninominais


Há em Portugal vários defensores dos círculos nominais, que asseguram que esta é a solução para crise de representatividade que vivemos. Sempre me pareceu um falso argumento. Aliás, sempre vi como consequência desta alteração o início de um caminho para um indesejável  bipartidarismo.

A este propósito, escreveu Vasco Pulido Valente no «Público»: «Os círculos de um único candidato, forçosamente de maioria simples, que na gíria se chamam “uninominais”, têm tendência a criar dois grandes partidos, como sucedeu em Inglaterra, e a varrer os pequenos de cena. Com círculos desse tipo, em que uma certa “inteligência” babadamente se revê, o resultado seria reforçar o PS e o PSD e acabar com CDS, o PC e o Bloco. Não percebo o que se ganharia com o exercício. Além de que milhares de presidentes de câmara já nos mostraram como se pode corromper um concelho — pelos mesmos métodos com que amanhã se corromperá um círculo eleitoral.»

1 comentário:

  1. ...círculos uninominais... leia-se: mudar alguma coisa... para que tudo fique na mesma!!!


    A mama dos ravioli-mafiosi tem de acabar!!!
    -> De facto, os políticos são eleitos é para gerir o bem público!...
    -> Toda a gente pôde ver: políticos incompetentes (fazendo jeitinhos a certos lobbys) ao contraírem dívida... conduziram o país rumo a uma espiral recessiva e rumo à falência!
    -> Quando um qualquer ravioli-mafiosi começa a falar em deficit e dívida pública... a resposta do contribuinte deverá ser: «o quê!? o quê!? o quê!?... os políticos foram eleitos TÃO E SOMENTE para gerir o bem público!...»
    Explicando melhor, quando um político quer contrair dívida... tal terá de passar por um outro 'crivo'!... Leia-se: o contribuinte terá de reconhecer que o político em causa possui competência para tal!!!
    Ora, de facto, quando uma entidade qualquer contraí dívida das duas uma:
    - ou vai recuperar o investimento... ou... vai afundar-se ainda mais!...
    Resumindo: o Estado só deverá poder contrair dívida... mediante uma autorização expressa do contribuinte - obtida através da realização de um REFERENDO.
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    P.S.
    -> O contribuinte não pode andar constantemente a correr atrás do prejuízo: BPN, PPP's, etc, etc, etc.
    !!!...DEMOCRACIA SEMI-DIRECTA...!!!
    -> Há que apoiar os 'Políticos Disponíveis para serem Fiscalizados' (pelo contribuinte): "O Direito ao Veto de quem paga".
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    ---> É uma 'regra' da democracia:
    - Um ministro das finanças que dê abébias a certos lobbys tem a vida facilitada... pelo contrário, um ministro das finanças que queira ser rigoroso, tem de enfrentar uma (constante) tempestade política.
    [uma nota: apesar do legado que deixou… Rui Rio, durante os anos do seus mandatos, foi o autarca mais criticado pelos media… pois é, não fez jeitinhos a certos lobbys…]
    ---> Mesmo depois de já terem sido estoirados mais de 200 mil milhões em endividamento... os 'Políticos Carta Branca' querem estoirar mais: eles continuam a falar em mais e mais despesa... “não enquadrada” na riqueza produzida!?!?!
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    ---> Por um sistema menos permeável a lobbys, os 'Políticos Disponíveis para serem Fiscalizados' (pelo contribuinte) deverão fazer uma gestão transparente para/perante cidadãos atentos... leia-se, são necessários melhores mecanismos de controlo... um exemplo: "O Direito ao Veto de quem paga" (vulgo contribuinte): ver blog 'fim-da-cidadania-infantil'.
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    O CONTRIBUINTE TEM QUE SE DAR AO TRABALHO!!!
    -> Leia-se: o contribuinte tem de ajudar no combate aos lobbys que se consideram os donos da democracia!
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    Anexo:
    LOBBYS PATRONAIS E LOBBYS SINDICAIS UNIDOS:
    - ambos, nas suas negociações com os governos, QUEREM MANTER O CONTRIBUINTE DE FORA… de facto, os mafiosos dos lobbys patronais (e dos lobbys sindicais) não querem que QUEM PAGA (vulgo contribuinte) possua o Direito de Vetar negociatas…
    [os lobbys poderão negociar normalmente com os governos… só que… depois… a coisa terá que passar pelo ‘CRIVO’ do contribuinte: "O Direito ao Veto de quem paga"]

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