sexta-feira, 25 de outubro de 2013

O “livro” de Sócrates: “absolutamente desnecessário”


Tendo em conta o autor, a recente entrevista que deu e a sessão de (re)lançamento político que ocorreu com a desculpa de um livro, não tenho qualquer interesse em ler a recém-publicada tese de José Sócrates.

Mas, dúvidas houvesse, dissiparam-se com a leitura da opinião de Vasco Pulido Valente, hoje, no «Público»: «O “livro”, absolutamente desnecessário, é de facto uma prova escolar (uma “tese” de mestrado), sem uma ideia original ou sombra de perspicácia, que assenta na larga citação e paráfrase de — vá lá, sejamos generosos — 30 livros, que se usam pelo Ocidente inteiro, e em algumas fantasias francesas (Sciences Po oblige

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