quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Lampedusa


Muito se escreve sobre a tragédia que se abate sobre Lampedusa, mas o discurso é o mesmo de sempre, nunca saindo das balizas do politicamente correcto, para não "ofender" os vigilantes de serviço. Pela dimensão que toma de dia para dia, esta é uma questão fundamental para a Europa que não deve - muito menos pode - ser encarada com visões idílicas. É necessário um reality check, uma chamada à razão. O artigo de hoje de Vasco Graça Moura, publicado no «DN», toca num ponto fundamental, que saliento na citação abaixo:

«São de estarrecer os mapas e diagramas sobre os fluxos de migração de África para a Europa. Dos que vi, o que mais me impressionou foi o do Corriere della Sera de Sábado passado, admitindo um número de entre 55 e 74 milhões de seres humanos que poderiam chegar ao Sul da Europa até meados do século, penetrando nela pelos mais variados pontos. Os movimentos de deslocação de migrantes para Norte arrancam bem do coração da África e desmultiplicam-se mais ou menos em todas as direcções.
Não pode pensar-se que apenas um ou dois Estados-membros da União Europeia, por exemplo, a Itália ou a Espanha, devam arcar com o acolhimento dessa massa humana de desgraçados de fluxo tendencialmente ininterrupto. As políticas de acolhimento e inclusão têm de ser discutidas, analisadas e aprovadas com intervenção de todos e as responsabilidades de todos devem ser devidamente equacionadas. Mas não nos iludamos: mesmo que o quisesse, a União Europeia não teria capacidade para acolher tanta gente. E a consequência inevitável de tal facto é a de que as medidas de inclusão terão como contraponto de dimensão bem mais expressiva uma série de políticas de exclusão.»

1 comentário:

  1. O 'BARRIL DE PÓLVORA'
    A elite da finança e das corporações está apostada em destruir a Nações.
    Armadilhou o sul da Europa pelo endividamento, quer com a colaboração de políticos medíocres, quer fazendo os estados resgatar com o seu dinheiro a corrupção financeira. Eles querem destruir as soberanias… dividir/dissolver as Identidades para reinar… tudo para criarem uma "massa amorfa" de gente inerte, pobre e escravizada e assim melhor estabelecerem a Nova Ordem Mundial: uma nova ordem a seguir ao caos – uma ORDEM MERCENÁRIA (um Neofeudalismo)... ou seja, a 'Ordem Natural' que emerge de um 'barril de pólvora' (leia-se, o caos organizado pela alta finança).
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    -> Qualquer pessoa que fale no (legítimo) Direito à Sobrevivência das Identidades Autóctones… é logo… acusada pelos Media (nota: São controlados pela alta finança – capital global) de ser racista, etc.
    -> Os nazis que procuram pretextos com o objectivo de negar o Direito à Sobrevivência das Identidades Autóctones… contrariamente… recebem 'palmadinhas nas costas' pelos Media.
    Nota: nazismo não é o ser 'alto e louro', bla bla bla,... mas sim a busca de pretextos com o objectivo de negar o Direito à Sobrevivência de outros!...
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    -> Andam por aí povos... que se não se põem a pau... levam com uma substituição populacional em cima!
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    -» O pessoal fala nos crimes cometidos por comunistas, fala nos crimes cometidos por nazis hitlerianos e… não costuma falar nos crimes cometidos por 'globalization-lovers' à USA.
    -» Os 'globalization-lovers' à USA foram/são uns nazis muito perigosos… de facto estes 'globalization-lovers' nazis [nazis made-in-USA, argumentam com a CONVERSA DO COSTUME: «a sobrevivência de Identidades Autóctones provoca danos à economia»] têm um 'currículo' que fala por si:
    - veja-se o que estes 'globalization-lovers' nazis fizeram aos nativos norte-americanos: houve Identidades Autóctones que sofreram um Holocausto Massivo;
    - veja-se o que estes 'globalization-lovers' nazis têm feito aos nativos da Amazónia;
    - etc.

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