sexta-feira, 2 de março de 2012

Krugman

A propósito da recente vinda de Paul Krugman a Lisboa, para receber um doutoramento honoris causa “conjunto” da da Universidade de Lisboa, da Universidade Nova e da Universidade Técnica (!), Vasco Pulido Valente questiona hoje na sua coluna no “Público”: “uma realidade, pouco agradável, vai pouco a pouco aparecendo, ainda hesitantemente, sob forma de pergunta: “E se não existissem os meios para o Estado social (e ramificações), que o país tirou da sua miséria com os salvíficos ‘fundos’ da ‘Europa’ e com uma dívida externa que não consegue, ou conseguirá, suportar?” Ou pior do que isso: “E se os 30 anos desta próspera e feliz democracia não passassem, no fundo, de um enorme exercício de irresponsabilidade, em que se enganaram os nativos, mas não se enganou mais ninguém no mundo?” O sr. Krugman volta para Nova Iorque e não leva os nossos problemas (nem mesmo se ofereceu para pôr na ordem a sra. Merkel). Nós ficamos, tristonhos, por aqui: “E se for preciso ‘refundar’ o regime, como se faz?”

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