sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Mortos: 200 Milhões - Todos Nós


Esta é a capa da edição portuguesa de "Le Camp des Saints", de Jean Raspail, publicado pelas Publicações Europa-América, em 1977, com o título “Mortos: 200 Milhões - Todos Nós”, recentemente reeditado em França. Como afirmei num post a que chamei "perigosa parábola", urge republicá-lo no nosso país.

A sinopse desta obra premonitória rezava assim:  

«Um dia, num futuro que não vem longe, uma estranha frota de velhos navios corroídos pelo tempo e pelo uso parte do golfo de Bengala e ruma em direcção à Europa. Traz a bordo um milhão de estropiados: os esfomeados dos "países subdesenvolvidos", que, cansados da miséria, resolvem bater às portas do paraíso do homem branco.

Como irá ele reagir à invasão pacífica dos que vêm buscar abrigo nas suas terras? Com a respiração suspensa, o mundo espera. Entretanto, ao longo de todas as fronteiras do hemisfério rico, outros milhões de homens - muitos - aguardam para se aventurarem também à conquista do paraíso...

Ficção científica? E talvez não, se tivermos presentes as previsões demográficas para o ano 2000...

É este o grave problema que Jean Raspail nos propõe neste romance grave. Um romance em que, através do trágico ou do burlesco das situações imaginadas, o autor assume uma posição que o leitor pode aceitar ou rejeitar. O problema, esse, talvez não possa ignorá-lo...»

2 comentários:

  1. Este comentário foi removido pelo autor.

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  2. ---> A Superclasse (alta finança internacional) ambiciona um Neofeudalismo - uma Nova Ordem a seguir ao caos -, consequentemente, a Superclasse pretende "dividir/dissolver Identidades para reinar"... [nota: a Superclasse controla os Media, e não só...]
    ---> A Esquerda não-Identitária e a Direita não-Identitária são MARIONETAS ao serviço da Superclasse {entre outras coisas... servem para branquear o holocausto massivo de povos nativos economicamente pouco rentáveis - um exemplo: os nativos americanos nómadas que seguiam as manadas de bisontes}.

    ---> Mais, no limite, a Superclasse ambiciona a privatização da vida: de facto, ao mesmo tempo que promove o caos... a Superclasse também promove a ideia de que a humanidade é um 'caso' perdido: não sabe tomar conta de si própria.


    NOTA:
    As marionetas ao serviço da superclasse:
    -> promovem a ideia de que aqueles povos que estão numa corrida demográfica pelo controlo de novos territórios... possuem todo o Direito de ocupar e dominar os territórios que muito bem entenderem;
    -> promovem a ideia de que a humanidade é um 'caso' perdido: o planeta está a caminhar para um caos demográfico e ambiental;
    -> etc
    E AO MESMO TEMPO
    -> promovem a ideia de que medidas para evitar o caos demográfico (ex: as medidas tomadas pelo governo chinês) são um atentado à dignidade humana;
    -> promovem a ideia de que os povos que são anti-globalização - e que pretendem pacatamente sobreviver no planeta -,... não possuem esse Direito!!!!!!



    ANEXO
    ---> Não podemos permitir que as Esquerda não-Identitária e a Direita não-Identitária efectuem uma 'eucaliptização' o discurso... visto que, no interior do SEPARATISMO-50-50 poderão existir uma Esquerda Identitária e uma Direita Identitária.

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