segunda-feira, 20 de setembro de 2010

A vez da Suécia


A estafada história de espantar sobre o "papão da extrema-direita" vai ser repetida como sempre a propósito dos 5,7% atingidos pelos Democratas Suecos, que lhes garantiram 20 deputados no parlamento sueco. Uma verdadeira vitória já que, devido às suas propostas anti-imigração, o partido liderado por Jimmie Akesson ter sofrido um verdadeiro bloqueio mediático.

Há uma coisa que deixa completamente baralhados os suspeitos do costume. Aqueles países que antes eram apontados como exemplos de abertura e integração, começam agora a despertar para os graves problemas da imigração desregrada que se tornou numa verdadeira invasão do continente europeu. Primeiro foi a Holanda e agora a Suécia. Outros se seguirão.

Por fim, há a registar a falta de respeito e consideração com que continuam a ser tratados todos os partidos rotulados (por vezes convenientemente) como "extrema-direita" e os seus eleitores. Se cumprem as regras do jogo democrático, merecem ser tratados da mesma forma, concorde-se ou não com eles.

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