É o que diz o Eurico de Barros das chamadas Tapeçarias de Pastrana, na sua habitual crónica no "DN". Esta foi publicada a 21 de Agosto, enquanto me encontrava de férias, e só agora a li. Diz ele:
"Quaisquer que tenham sido as razões que levaram as Tapeçarias de Pastrana a sair de Portugal e a ficar em Espanha todo este tempo, a verdade é que elas são um tesouro nacional, uma peça artística e patrimonial ímpar, e ilustram factos e feitos de uma época áurea da nossa história. Deviam, por isso, ficar permanentemente em Portugal, para serem apreciadas pelos portugueses e por quem nos visita. Convinha era haver "vontade política" do Ministério da Cultura e do Governo. Mas será que a têm?" Para reflectir...
Entretanto, recordei a óptima visita ao MNAA organizada pela
Terra e Povo, no passado dia 27 de Junho.
Li hoje no livro que o Público editou sobre o Nuno Gonçalves que o Estado português adquiriu em 1938, em Londres, uma pintura de São Pedro atribuída ao pintor. Eram outros tempos...
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