domingo, 12 de setembro de 2010

Que ler? Venner!


O Miguel Vaz releu "O Século de 1914", uma obra imprescindível de Dominique Venner, publicada em Portugal no ano passado pela Civilização, com tradução de Miguel Freitas da Costa. Este é realmente um livro para ler e reler, e para depois a ele continuar a recorrer. Por isso o Miguel diz que se tornou "de cabeceira". Eu li-o pela primeira vez no original, em francês, e reli-o em português. É, de facto, um livro inspirador, que cito amiúde. Uma síntese formidável para melhor compreender o século XX e perceber a actual situação da Europa.


Da ampla bibliografia de Venner, há outro livro que, na minha opinião, é ainda mais importante: "Histoire et tradition des Européens. 30 000 ans d'identité". Esperemos que um dia seja também traduzida para a nossa língua. Este regresso às origens, às referências europeias maiores, é um apelo ao renascimento de uma identidade multimilenar.


Referência ainda para outro livro excelente, "Le Coeur Rebelle", onde Venner faz uma reflexão autobiográfica profunda, falando do activismo político, da guerra, da prisão e da forma como mudou ao longo da vida sem no entanto se arrepender do passado.


Por fim, não me canso de recomendar aqui a óptima e obrigatória "La Nouvelle Revue d'Histoire", dirigida por Dominique Venner, que se vende nas bancas portuguesas.

5 comentários:

  1. Em primeiro lugar, agradeço a referência. Realmente «O Século de 1914» tornou-se um dos meus livros de cabeceira. Esta obra de Venner tem tudo para se tornar o «Vu de Droite» de uma nova geração.

    Seria excelente que o eventual sucesso desta edição levasse a mais apostas em Venner. Gostava de ler, em português, as outras obras do historiador francês, principalmente "Le Coeur Rebelle", que o autor cita frequentemente para descrever o seu percurso.

    Enquanto isso não acontece, resta-me contentar-me com a excelente "La Nouvelle Revue d'Histoire", que vou encontrando em muitos quiosques portugueses. Já não é nada mau!

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  2. Venner é um mestre, sem dúvida. Era bom que se começasse a traduzir mais. Pode ser que "O Século de 1914" seja um impulso. Esperemos que sim.

    Poder comprar a "NRH" nas bancas nacionais é realmente um privilégio.

    Abraço.

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  3. Vais encontrando em muitos quiosques? Tens mais sorte do que eu ;)
    Estou farto de chatear os tipos do press center do Campo Pequeno e nunca mais...

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  4. É questão de ires à Livraria Barata. É perto e tem a vantagem de mandarem vir vários exemplares.

    Abraço.

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  5. Os quiosques PressLinha, presentes em muito shoppings, têm quase sempre a NRH. E as livrarias Books & Living também constumam ter.

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