Mas este post foi motivado pelos vários textos que automaticamente apareceram a lembrar, a esse propósito, casos do passado, como a Inquisição, mas com especial referência ao III Reich. Neste último caso, é curiosa a desonestidade com que nunca se referem as destruições de livros pós-Segunda Guerra Mundial. Na Alemanha foram destruídas dezenas de milhares de livros escolares, de poesia, bem como obras de autores alemães "suspeitos de alimentar o militarismo", como von Clausewitz! Noutros países sucederam situações semelhantes, mas é algo que raramente é mencionado.
Da próxima vez que se chocarem (naturalmente) com a queima de livros, lembrem-se que todos os regimes o fazem... até os "bons".
Neste aspecto concordo contigo. Queimar um livro, qualquer livro, é sempre um acto bárbaro. Digo mais: não duvido que muitos dos que tomaram parte nessas queimas do pós-guerra fossem os mesmos que participaram nas fogueiras de livros dos nazis. Só as baratas sobrevivem a desastres nucleares.
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