Não contando com aquele ícone da minha adolescência que foi o ZX Spectrum, o meu primeiro computador foi um Macintosh Plus. A culpada desta iniciação informática foi a minha mãe que, nos idos anos 80 do século passado, decidiu comprar uma máquina dessas para uso doméstico. Rapidamente todos nos habituámos intuitivamente à facilidade de utilização de um computador. Lembro-me que os meus colegas de liceu estranhavam e os professores também. Não por ser um Mac, mas por quase ninguém ter computador, muito menos entregar trabalhos impressos. Foi uma aventura engraçada até que, devido aos projectos de engenharia do meu pai, um PC entrou lá em casa. Um verdadeiro pesadelo! Para quem estava habituado a usar o ambiente Mac e o respectivo processador de texto, usar comandos MS-DOS e o insuportável WordStar era uma verdadeira tortura. Nessa altura cheguei a ganhar uma certa aversão a computadores...
Depois veio o Windows, esse monoteísmo informático, que nivelou tudo. Converti-me, como tantos outros, forçadamente. Até ao passado fim-de-semana, quando comprei um Mac e em poucos minutos reencontrei a facilidade de um sistema que faz muito mais sentido na minha cabeça. Mas também porque talvez não haja amor como o primeiro...
E sim, este post foi escrito num Mac.

E quando puder farei o mesmo. Já nao há pachorra para Windows e Mr. Gates.
ResponderEliminarFazes muito bem!
ResponderEliminarUm abraço transatlântico.
Eu já tentei, mas não consigo funcionar com Mac... são anos e anos de condicionamento PC.
ResponderEliminarEste comentário também foi feito num Mac. Parabéns pela excelente escolha.
ResponderEliminarEu não tenho um mac, mas hoje vi um episódio do MacGyver, em louvor dos tempos de juventude.
ResponderEliminarO Mac é a ferramenta da burguesia endinheirada. Os proletários escrevem em PC! Ahah ;)
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