É hoje noticiado no «Correio da Manhã» que "um quinto da população prisional é estrangeira". Este é um dado inconveniente para os eternos defensores que tudo o que vem de fora é bom e que a melhor política é a das fronteiras abertas. Diz-nos o jornal que: "Segundo dados da Direcção-Geral dos Serviços Prisionais (DGSP), os cidadãos de países africanos, com Cabo Verde à cabeça, são os que mais têm contribuído para estes números. Seguem-se os europeus – impulsionados por países como a Espanha e a Roménia – e as pessoas oriundas da América do Sul, com destaque para o Brasil."
E qual é o resultado destas alterações nas prisões nacionais? Jorge Alves, presidente do Sindicato Nacional do Corpo da Guarda Prisional (SNCGP), é categórico: "O meio prisional tem mudado para pior por causa do aumento do número de reclusos estrangeiros".
Por fim, há que ter em conta que este artigo se refere apenas aos estrangeiros, não considerando os reclusos de origem estrangeira que conseguiram a nacionalidade portuguesa.
Aguarda-se o comunicado indignado da sinistra organização que dá pelo nome de sos racismo (assim, com letra pequena, que é para mostrar o que eles valem). Pelo sim, pelo não, vamos esperar sentadinhos.
ResponderEliminarEm França também a maioria dos reclusos são franceses. Mas 80% são de religião muçulmana.
ResponderEliminarTive dados da aumentação destes últimos anos, e aparece que os reclusos aumentaram em Portugal de 120%.
Espanha + 140%
Holanda + 240%
Tirem as vossas conclusões.
Sabendo também que em França, não existe dados ou estatísticas que não sejam aldrabadas, e de forma geral é o sistema que prevalece para a Europa toda. Deixo isto para quem ainda pensa que estamos a viver numa democracia.
Obrigado pelo comentário, que me fez lembrar o filme "Un prophète", de Jacques Audiard.
ResponderEliminar