Lembram-se quando as esquerdas europeias e muitos direitinhas andavam embevecidos com o "santo" Obama? Pois bem, apesar de pouco ter mudado nos EUA, parece que muitos continuam a viver no reino da fantasia, por ignorância ou simplesmente má-fé.A notícia do «Público» de hoje, que refere que o actual presidente norte-americano “pede ajuda aos republicanos para aprovar reforma das leis de imigração”, mostra como pouco ou nada mudou. Este presidente, aliás, perante uma maioria da população contrária à imigração, chegou até a elogiar “a acção do seu antecessor, George W. Bush, dizendo que foi "corajoso" por ter tentado fazer uma reforma da imigração, embora sem sucesso.”
Não me interpretem mal, longe de mim defender o Dubya. O que quero dizer é que, apesar do novo presidente ser “bronzeado” (Cavaliere dixit), os EUA e o seu projecto de hegemonia mundial continuam iguais a si próprios...
Em termos geopolíticos, a situação até está pior em relação a nós. É curioso como, no mesmo jornal, Vasco Pulido Valente refere, a esse propósito, que “com o fim da 'guerra fria' a segurança da Europa deixou de ser prioridade da política externa americana (Obama, por exemplo, ainda não arranjou tempo para cá vir).”
Mas que interessa tudo isto? Obama é o “futuro”, “change”, “yes we can” e outras tretas do género. Porque o que conta é a ilusão... e a realidade que se lixe.
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