Claro que os motivos do jornal são os do costume: "o futuro" e a "defesa da língua". Na imprensa dita de referência continua a valer o corajoso exemplo do «Público». Sigam-se outros.
segunda-feira, 28 de junho de 2010
Mais de acordo
Infelizmente, os que mais deviam ser contra o (des)acordo ortográfico — a imprensa e as editoras — aderem ao disparate e adoptam-no. É o caso do «Expresso», que a partir de Sábado passado passou a escrever com essas regras, que se aplicam agora em todas as publicações do grupo Impresa. Nessa última edição, há algumas excepções a louvar. O suplemento «Actual» ainda mantém o 'c' (até quando?) e Miguel Sousa Tavares e José Cutileiro continuam a "escrever de acordo com a antiga ortografia", segundo a nota no final dos seus textos. Obrigado a ambos. Mesmo assim, Cutileiro foi presenteado com um "exceções" na sua coluna habitual "O Mundo dos Outros".
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Há que resistir até 2015, altura em que passa a ser obrigatória a novilíngua.
ResponderEliminarEsse é o espírito: resistir!
ResponderEliminarO «Público» não é o único. Essa referência do desporto chamada «A Bola» também resiste ao (des)acordo ortográfico!
ResponderEliminarÓptimo! Não sabia. A última vez que comprei «A Bola» ainda tinha o formato tradicional...
ResponderEliminarQue outros exemplos se sigam!
"A Bola" é aliás, sem favor, o jornal que melhor trata a língua portuguesa. Já foi melhor, é certo, mas apesar de tudo continua a manter o lugar de vanguarda.
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