segunda-feira, 28 de junho de 2010

Arrastões

Tenho um colega de trabalho que é assíduo leitor do «Correio da Manhã», jornal que não é propriamente da minha eleição, mas que reconheço ser corajoso na divulgação da criminalidade que assola o nosso país e que muitos querem ocultar. Hoje de manhã, o meu colega disse-me: "Tens que ler isto..." E, realmente, tinha.

Em duas páginas era tratada a onda de violência e criminalidade provocada por "grupos grandes de jovens vindos dos bairros sociais à Linha da CP de Cascais, durante o Verão". Alguém se lembrou do famoso Arrastão de 2005? Ora, segundo a notícia, "Para evitar futuros arrastões, a Polícia vai colocar o Corpo de Intervenção (CI) a patrulhar os comboios daquela linha".

Para melhor compreendermos a situação a que chegámos, é de ler a reflexão de Manuel Catarino sobre a "Insegurança", publicada na mesma edição do jornal. Diz ele, sem papas na língua: "Portugal, por muito que as estatísticas demonstrem o contrário, é um País inseguro. Não interessa se o número de crimes tem tendência a decrescer. O que importa é outra coisa: a capacidade de punição dos incorrigíveis apanhados a fazer o que não devem – que é pouca ou nenhuma. Os tribunais de pequena instância criminal – criados precisamente para julgar a pequena criminalidade – demitiram-se dessa função: não ligam, não querem saber, adiam, deixam para a semana. Fazem-no sem o menor respeito pelas vítimas. Isto provoca a revolta de quem espera Justiça – e gera um sentimento de impunidade entre a escumalha". O jornalista exemplifica depois com um caso verdadeiro ocorrido na semana passada, para concluir: "Moral da história: a lei penal ou a má vontade dos magistrados – ou as duas coisas juntas – são um convite ao pior: quem assalta pode continuar a fazê-lo alegremente – e quem é vítima fica a saber que o melhor é não apresentar queixa para evitar mais maçadas."

1 comentário:

  1. ---> Observando o comportamento dos m@rdia, eles fazem exactamente aquilo que seria de esperar: eles engrandecem os crimes cometidos pelos europeus autóctones... e dissimulam os crimes cometidos por alienígenas...

    DE FACTO:
    -> A superclasse (Banca Mundial, Grandes Corporações Multinacionais) possui a sua estratégia de poder - eles têm em vista um Neofeudalismo... ou seja: eles fomentam a destruição/dissolução (dividir para reinar) das pátrias, das identidades, das tradições autóctones, promovendo o nascimento de um mestiço desenraizado e fácil de escravizar...
    --->>> Consequentemente, a superclasse protege o pessoal gerador de caos - nomeadamente, o pessoal empenhado numa corrida demográfica pelo controlo de novos territórios -,... e ataca os povos que pretendem sobreviver pacificamente no planeta.

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