domingo, 21 de fevereiro de 2010

O “português”

Eu sou, talvez, português porque para mim o português é isso: o mundo, a miscigenação, a interculturalidade.” Esta afirmação é do recém-anunciado candidato à presidência da República, Fernando Nobre, publicada na edição de ontem do semanário «Expresso», que o entrevistou.

Claro está que cada um tem o direito às suas opiniões ou, neste caso, às suas definições. Apesar da incerteza demonstrada à partida naquele “talvez”. O que lamento, sinceramente, é não haver um candidato que afirme, claramente, que o português é: Portugal, um Povo, uma Cultura.

3 comentários:

  1. Ele parece não ter é a certeza se "o português" é isso que ele defende.

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  2. Enfim, já estamos habituados a estes disparates lançados e impulsionados na base pelo politicamente correcto e pela lavagem cerebral sistémica das ultimas décadas.

    Incrivel como se resumem a meia duzia de frases desvirtuadas de contexto, para tentarem fazer crer que o PORTUGAL é isso que eles apregoam.
    Mas não é, nunca foi e nunca será. A identidade portuguesa sempre foi definida e inequivocamente caucasiana de raiz europeia até ao tutano. O que se passou nas ex-colónias, nunca mas nunca alterou o que se passava em Portugal e é isso que os ditos cujos gostam de meter ao barulho para ver se enganam tordos.

    Saudações nacionalistas

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  3. Bom, e as partes onde ele diz que é um patriota e tem muito orgulho em ser português?

    É cosmopolita e minho-timorense, mas é "dos nossos".

    - Flávio Gonçalves

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