Nuno Rogeiro fala da "Antologia Poética de Rodrigo Emílio" na última edição da revista «Sábado». Diz que o Rodrigo, "como não se sabe, foi um grande poeta do pequeno Portugal." Refere a editora e o prefácio "subtil e completo" de António Manuel Couto Viana, para terminar assim: "Dizer indispensável é dizer pouco." É de louvar.Mas há um reparo a fazer; um "pormaior"... Nesta nota, "esquece" o Bruno Oliveira Santos. E não se percebe porquê, já que seria indispensável referir quem organizou a antologia e fez a introdução.
Espero que ainda reste um exemplar para mim ;)
ResponderEliminarDescansa que está guardado.
ResponderEliminarSe calhar o Rogeiro ainda não engoliu a indirecta que ouviu aquando da primeira homenagem ao Rodrigo na SHIP, quando Alberto Correia de Barros falou nos (cito de memória) "muitos [dos vira-casacas que] andam por aí, cheios de vaselina"...
ResponderEliminarSegundo parece, até o Marcelo Rebelo de Sousa mencionou o livro do Rodrigo Emílio na sua intervenção dominical.
ResponderEliminarOh, só fica bem mencionar os defuntos e os não-activos (politicamente), então?
ResponderEliminarSim, MRS mostrou o livro no seu programa televisivo, mas é curioso ver que na lista
ResponderEliminardos livros apresentados publicada na página do programa na internet não consta...
Isso são tudo coincidências...
ResponderEliminarA RTP entretanto colocou a referência ao livro online.
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