sexta-feira, 30 de outubro de 2009

A Actualidade de Carl Schmitt

A novíssima Antagonista lançou-se no mercado editorial português com o livro de Alain de Benoist “Guerra Justa, Terrosimo, Estado de Urgência e Nomos da Terra: A Actualidade de Carl Schmitt”. Aconselhando a todos esta obra bem interessante, desejo vida longa e muito sucesso a esta editora que tem já previstos vários lançamentos. Abaixo fica a capa e a sinopse da contracapa.

Neste seu trabalho Alain de Benoist contesta radicalmente a legitimidade teórica, política e moral do conceito de “guerra justa”, contra o terrorismo “global”.

Demonstra como este pode ser remetido às suas dimensões mais simples e naturais, que permitiriam combatê-lo sem o alimentar.

Relaciona-o com o fenómeno, tipicamente moderno, da criminalização do inimigo, segundo a análise de Carl Schmitt, cuja actualidade é apurada por Benoist. O terrorismo, com efeito, não tem apenas raízes islâmicas, mas igualmente ocidentais e até estatais.

De facto a “globalização” do terrorismo lembra irresistivelmente as teses de Schmitt na sua Teoria da Guerrilha.

O autor chega à conclusão de que o “globalitarismo” americano contém um perigo mortal para o mundo moderno, ao ocultar a origem do elemento político e conflitual na vida do homem. Consequentemente um planeta “definitivamente pacificado” pela hegemonia “benévola” dos Estados Unidos da América pode vir a produzir uma guerra civil mundial sem fim e de proporções catastróficas.

Irlanda presente!

Folk Advance (F. A.) é um grupo de indivíduos cuja ambição comum é, não só a defesa, como o avanço da mente, corpo e alma europeias. Esta secção específica do F. A. está localizada na Irlanda. Este sítio é uma plataforma de notícias e informação destinada a membros do F. A. e a camaradas espalhados pelo globo.

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Parabéns, por Tutatis!



Não resito a juntar-me aos que felicitam Astérix e os restantes gauleses que preencheram a nossa infância pelos seus 50 anos. Também não resisto a partilhar uma esperança que tinha em criança, juntamente com tantos dos meus amigos de então, e que se foi desvanecendo, a de ler um dia um álbum intitulado Astérix e os Lusitanos. O «Público» brincou com a coisa... será que ainda há esperança?

Éléments n.º 132

Alain de Benoist e a «Éléments» são incontornáveis. Mesmo com algumas mudanças significativas de posição e apesar de várias polémicas recentes, não resisto a acompanhá-los. O facto de não se estar inteiramente de acordo com um autor ou publicação, não impede que lhe reconheçamos a qualidade e o interesse. Foi por isso que, da última vez que estive em Paris, me dirigi ao quiosque perto da Sorbonne onde sei que encontro a revista.

O número que comprei tem como dossier “Rebeldes e falsos rebeldes”, com artigos de Pierre Le Vigan, que faz a apresentação e escreve sobre “os verdadeiros rebeldes da Rebelião”, François Bousquet, sobre a “a doença infantil do capitalismo”, e Pierre Bérard que se interroga “a rebelião é possível?”

A destacar, também, a reflexão de Alain de Benoist “por que a democracia deve ser reinventada” e a entrevista sobre o seu último livro, “Dictionnaire des prénoms”, bem como o artigo de Jean-François Gautier sobre “as grandes ilusões da bioética”. Nesta revista de 64 páginas há ainda muitas outras coisas a descobrir, entre vários artigos, ideias, críticas a livros e filmes, etc.

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Cadernetas de cromos (XVII)

Hoje trago duas cadernetas, os Álbuns 1.º e 2.º de História Natural, uma colecção publicada no nosso país em 1958, pela Editorial Ibis, integrada na Colecção Cultura e baseada um original espanhol da Editorial Bruguera do mesmo ano. Composta por 500 cromos com desenhos de E. Vicente e Miguel Conde, esta era uma colecção única dividida em dois álbuns.

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Nick Griffin na BBC

A presença de Nick Griffin no programa QuestionTime da BBC, justificada pela eleição de dois eurodeputados do BNP nas últimas eleições europeias, gerou grande polémica e protestos. O programa está agora integralmente disponível online, dividido em seis partes.

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Ragazzo dell'Europa


Ragazzo dell'Europa che casa più non hai,
Ma solo un po' di terra per cui combatterai
Tu che difendi ancora una bandiera
Perchè nel cuore tu hai una fede vera!

Ragazzo dell'Europa dai bei capelli biondi
Erede di un passato di sangue e fedeltà
Sì è caduto il muro, ma poco sai è cambiato?
E adesso il tuo futuro chi lo deciderà?

Ragazzo dell'Europa che vivi sulla strada
Il fiore dei tuoi anni dietro a una barricata
La terra dei tuoi avi reclama libertà
La piovra a stelle e strisce un giorno scaccerà!

Ragazzo che hai per simbolo una croce cerchiata
Tu che la testa non l'hai mai piegata
Né all'invasore russo, né a quello americano
Perché ami il dio coraggio e non il dio denaro!

Ragazzo di Berlino, ragazzo di Belfast
Ragazzo londinese, ragazzo di Roma
Ragazzo di Parigi, ragazzo di Madrid
Ragazzo dell'Europa non può finire qui!
... Non può finire qui, non può finire, finire qui!

Ragazzo dell'Europa, a música que os Hobbit dedicaram aos "camaradas portugueses" presentes no concerto de Madrid.

De volta!


domingo, 25 de outubro de 2009

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Ramiro Ledesma Ramos (VI)

Um dos "cadernos livres de História" do brilhante historiador francês Jean-Claude Valla que sintetiza muito bem a relação entre Ledesma Ramos e a Falange Espanhola. O título do último capítulo diz tudo: "Um fascismo de esquerda?"

Ramiro Ledesma Ramos (V)


Um "romantismo de aço" é como José Cuadrado Costa classifica o pensamento político de Ramiro Ledesma Ramos neste livro, que tem prólogo de Carlos Caballero Jurado e R. S. Quintanilla e alguns apêndices com artigos de Ledesma.

Ramiro Ledesma Ramos (IV)

Interessante opúsculo que reúne artigos de R. S. Quintanilla, Juan Antonio Llopart, Santiago Montero Díaz e Raúl Morodo, para além alguma documentação gráfica.

Ramiro Ledesma Ramos (III)

Este "livro-documento" é a compilação de todos os escritos políticos do fundador das JONS no semanário «La Conquista del Estado», jornal de que era director. São mais de 300 páginas que incluem, também, bastantes fotografias e outras imagens.

Ramiro Ledesma Ramos (II)


A obra considerada capital de Ramiro Ledesma Ramos.

Ramiro Ledesma Ramos


Ramiro Ledesma Ramos foi fuzilado pelos republicanos a 29 de Outubro de 1936 em Aravaca. Amanhã, o MSR presta-lhe homenagem no cemitério onde se encontra enterrado. De notar que a habitual marcha foi (democraticamente) proibida.

A lembrar esta figura que ainda hoje fascina e inspira jovens em Espanha e noutros países, publicarei de seguida as capas dos livros dele e sobre ele que constam da minha biblioteca.

Utlagi n.º 28

Durante a minha recente ida à Table Ronde, passei pela banca da associação Utlagi e comprei um número da revista deles, que existe há dez anos. Uma publicação muito interessante para todos os interessados em descobrir a cultura, a história e as tradições da Normandia e da Bretanha. Estas são duas pátrias carnais que visitei demoradamente há alguns anos e pelas quais me apaixonei.

Neste número podemos encontrar uma homenagem a Jean Mabire, com a republicação de dois artigos originalmente publicados na revista «Viking», bem como artigos sobre megalitismo, o escritor bretão Erwan Ar Moan, os irlandeses Patrick Pearse e Michael Collins, a vila basca de La Rhune, entre outros, para além de notícias e poesia.

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Vai a pé...

... não andes de carro.

IdentidaD n.º 21

Mais um número deste excelente jornal que se venda nas bancas do país vizinho. As duas novidades nesta edição são: o preço mais baixo, € 2, e o suplemento em catalão nos exemplares vendidos na Catalunha.

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Synthèse Nationale n.º 15

A ligação para a Synthèse Nationale, há muito que constava da coluna à direita, mas esta é a primeira vez que refiro aqui a respectiva revista. Neste caso, o exemplar foi-me dado pelo próprio Roland Hélie, simpático e dedicado director, que teve a amabilidade de me oferecer aquando da minha recente ida a Paris.

O n.º 15 desta "revista política, cultural, nacional e identitária" tem como tema central "Reunir e resistir" e conta com artigos de Robert Spieler, François Ferrier, Philippe Randa, Jean-Claude Rolinat, Arnaud Raffard de Brienne, Franck Abed, Nicolas Tandler, Pieter Kerstens, Lionel Baland, Vincent Vallois, Patrick Goffman, Francis Bergeron, entre outros, para além da revista de blogs, críticas a livros e anúncios a eventos, como o grande "encontro nacional e identitário" que é o terceiro aniversário da Synthèse Nationale, que se celebrará em Paris, no próximo dia 11 de Novembro, com a presença de várias personalidades francesas e de outros países.

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Um jornal independente

A destoar da voz única da imprensa nacional, temos todas as terças-feiras «O Diabo». Para aguçar ainda mais a vossa curiosidade, revelo aqui algumas das matérias que me pareceram mais interessantes na edição de hoje desse semanário.

No seu habitual "fogo amigo", António Marques Bessa faz "um pequeno exercício sobre a política externa portuguesa", que afirma "tem-se revelado como unilateral, dependente dos USA e secundariamente dos governos, sem isenção para nenhum". Para o catedrático do ISCSP, os nossos governantes "ainda não perceberam que a política americana está errada e não devemos segui-la como cães de fila".

Nos artigos dos colaboradores habituais, o destaque vai para o de António Pina do Amaral, que analisa a "perspectiva revolucionária de Rolão Preto", demonstrando que "a ideia de que só a esuqerda é que é revolucionária nasce da incultura histórica de uns e da propaganda de outros". Acrescentando que, "a equação direita = conservadorismo é uma simplificação grosseira". A não perder.

Para além das notícias sobre a actualidade nacional, a opinião de Brandão Ferreira, Alberto João Jardim, entre outros, os comentários acutilantes de Fra Diavolo, bem como as "munições" de Henrique Afonso, referência para o artigo de Gonçalo Magalhães Collaço, "Da verdadeira bandeira de Portugal". Razões de sobra para comprar «O Diabo».

Cadernetas de cromos (XVI)

As cadernetas de cromos voltaram a esta casa! Ainda me falta partilhar grande parte da minha colecção e não resisto a divulgá-la. Bem sei que alguns não compreendem o fascínio que estes rectângulos de papel exercem sobre alguns de nós. Mas, pelo menos o meu amigo Mário Martins sabe do que falo...

A caderneta de hoje é o álbum n.º 2 de A Conquista do Oeste, uma colecção de 576 cromos esmaltados a cores, publicada em 195 pela Ibis, baseada num original espanhol da editorial Edigesa de 1956.

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

XIV Table Ronde

No passado dia 4 de Outubro, decorreu perto de Paris o maior encontro identitário europeu, a Table Ronde, promovida pela associação Terre et Peuple, que se realizou pela décima quarta vez. Portugal esteve mais uma vez representado por uma delegação de cinco pessoas.

Este ano o tema foi «Pela Reconquista, volta Charles Martel!» e a abertura dos trabalhos foi feita por Pierre Vial, que leu uma mensagem de apoio de Daisy Pirovano, representante da Lega Nord, impossibilitada de estar presente, devido a um acidente natural que atingiu a sua terra, na qual foi recentemente eleita presidente da câmara. Seguiu-se a intervenção do presidente da Terra e Povo, Duarte Branquinho, que fez uma introdução à história do povo português e da Reconquista em Portugal e dos seus exemplos, falando depois das diferenças entre o nosso país e outros países europeus no que toca à questão da islamização, lembrando no entanto a necssidade de se manter vivo o "espírito da Reconquista" e terminando com a importância de uma rede identitária europeia. Teve de seguida a palavra o austríaco Helmut Müller, da associação SOS Heimat, que falou da questão da imigração/invasão no seu país, referindo estudos que prevêem que em 2030 a Áustria tenha 30% de população imigrante, maioritariamente de origem turca, facto ignorado pelos media. Concluiu dizendo que é preciso lembrar aos políticos que devemos "amar a nossa pátria como amamos a nossa família". Terminou a sessão da manhã o conhecido escritor e jornalista Jean-Gilles Malliarakis, que centrou a sua exposição no debate político sobre a entrada da Turquia na UE, tema do seu mais recente livro, publicado este ano pelas Éditions du Trident. Considerando a UE uma "Europa de pequenos homens cinzentos", Malliarakis afirmou que "não há um grande projecto geopolítico na cabeça de Barroso e dos eurocratas. Somos governados por políticos que nos mentem, que não se importam com os seus povos e com a Europa."


Da parte da tarde, a primeira oradora foi Hilde de Lobel, representante do Vlaams Belang, que falou da crescente islamização da Flandres, da necessidade de um combate comum contra a imigração/invasão e contra a adesão da Turquia à UE. Seguiu-se a intervenção de Enrique Ravello, presidente da Tierra y Pueblo, que traçou o percurso do pensamento identitário em Espanha e o trabalho da sua associação no plano cultural e metapolítico, revelando que os múltiplos micro-partidos na "área nacional" têm resultados eleitorais ridículos e que uma esperança surgiu na Catalunha com a Plataforma per Catalunya, que já conseguiu eleitos locais e que se espera venha a eleger pelo menos um deputado ao parlamento catalão. Depois foi a vez de Robert Spieler, delegado geral da recém-constituída Nouvelle Droite Populaire e excelente orador, que cativou a numerosa assistência com a sua intervenção centrada na questão da entrada da Turquia na UE e na situação actual da política francesa. A terminar os trabalhos, como é hábito, falou o presidente da Terre et Peuple, Pierre Vial, que lembrou a Reconquista como evento fundamental da história da Europa e a importância de o dar a conhecer às mais novas gerações. Lembrou os feitos de Charles Martel, citando alguns antigos manuais escolares que contrastam com a ausência de referências nos manuais de hoje. Afirmou que, por isso, "é preciso ensinar às crianças de hoje quem foi Charles Martel e a sua importância na história europeia".
Como nos anos anteriores foi montada uma extensa zona de bancas, onde era possível encontrar livros, revistas, música, artesanato, representações de associações, publicações e autores que autografavam as suas obras, e uma zona de refeições. O material da Terra e Povo esteve disponível numa banca conjunta com a Tierra y Pueblo.

domingo, 18 de outubro de 2009

O efeito Venner

Ainda ontem o comprou e já o citou... O Miguel Vaz associa muito bem uma passagem do livro de Dominique Venner — recém-publicado no nosso país e que referi aqui ontem — "O Século de 1914. Utopias, Guerras e Revoluções na Europa do Século XX", com uma notícia sobre a recente manifestação contra o aborto em Espanha.

sábado, 17 de outubro de 2009

Brain drain

As páginas centrais do semanário «Expresso» de hoje trazem uma notícia preocupante que mostra bem a situação pouco animadora em que nos encontramos. Sob o título "Mais de 100 licenciados deixam o país todos os meses", revela-nos que "Portugal está no top da fuga de cérebros". Ou seja, deixamos ir os melhores e importamos mão-de-obra desqualificada e barata, desiquilibrando ainda mais o mercado laboral nacional. É mais uma das "maravilhas" dos movimentos migratórios. Aqueles que tanto louvam a imigração, nunca tocam neste fenómeno de emigração que tanto prejudica o nosso país.

Obama e a paz

Ontem, ao ler a revista «Sábado» desta semana, lembrei-me do Miguel Vaz que, quando se atreveu a criticar a atribuição do Nobel da Paz deste ano, foi imediatamente acusado de cegueira, entre outros mimos. Criticar o "Santo" Obama é pecado nos dias que correm, é por isso que não resisto a citar aqui a linhas de Alberto Gonçalves nessa revista: "Obama merece o prémio? Repito: não é essa a questão. No máximo, admito que, depois de distinguir terroristas, belicistas, pantomineiros, demagogos, genocidas e uma freira tresloucada, o Comité é coerente em celebrar o pacifismo de um homem que, no dia do anúncio, discutia no Congresso o aumento de tropas e armamento no Afeganistão."

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Dominique Venner em português


A magistral obra de Dominique Venner — historiador de referência e amiúde referido neste blog — "O Século de 1914. Utopias, Guerras e Revoluções na Europa do Século XX" foi finalmente publicada em português pela Civilização Editora, com tradução do Miguel Freitas da Costa. Um volume obrigatório nas nossas bibliotecas. Foi a surpresa do dia, quando dei de caras com ele hoje, ao passar os olhos nas novidades da livraria, como faço habitualmente. Apesar de já ter a edição francesa, não resisti a comprá-lo automaticamente, não sem antes telefonar a dar os parabéns ao tradutor, que me havia dado conta de ter iniciado este trabalho há algum tempo.

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Há vida para além das eleições...

O eleitoralismo presta-se, por natureza, a muitas (demasiadas) ilusões. É por isso que me congratulo sempre com o fim destes períodos eleitorais, porque é quando se começam a dissipar entusiasmos passageiros e a soltar aqueles que apanharam uma boleia sem saber onde queriam ir.

No caso concreto do PNR, ao contrário de muitos que só entendem os partidos como forma de conseguir eleitos, gosto de ver que permanece com um eleitorado fiel e que sobrevive enfrentado grandes adversidades. Para além dos votos, o mais importante foi o aumento de candidaturas autárquicas, especialmente a juntas de freguesias, bem como os cerca de cem membros de mesas eleitorais que foi possível reunir. Um aspecto muito importante, que refiro muitas vezes aos que repretem incessantemente que tudo seria diferente "se tivéssemos dinheiro", foi o fracasso de certas candidaturas a quem os outdoors e restante marketing de nada serviram.

Como sempre, prefiro a militância. E a certeza do nosso caminho. Não confundamos nunca o nosso objectivo. Queremos a vitória das nossas ideias – da nossa concepção do mundo. Não podemos confundir esta nossa vontade com um efémero sucesso eleitoral do partido, ou de uma sigla. A nossa via não é a do imediatismo. A nossa luta é um longo caminho no qual nunca podemos esquecer os pontos-chave: a defesa da nossa identidade étnica, cultural e civilizacional; o combate ao liberalismo e ao mundialismo; a defesa da justiça social e do Ambiente.

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Renovar Lisboa

O Partido Nacional Renovador apresentou o seu programa para a Cidade de Lisboa, intitulado «Renovar Lisboa», com críticas aos «planos urbanísticos dos diversos políticos do sistema, a começar pelos autarcas, que são dos principais responsáveis pela actual situação», propondo-se acabar com aquilo que considera «políticas do betão, rodeadas de interesses e negociatas».

Programa do PNR para Lisboa.

Dia 11 de Outubro, vota PNR.