segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Ponyo

O grande mestre da animação tradicional Hayao Miyazaki regressa com Ponyo à beira-mar, uma interpretação livre do conto de Hans Christian Andersen, “A Pequena Sereia”. Enquanto não vejo o filme, é sempre bom recordar as sábias palavras que este realizador japonês quer transmitir aos animadores mais novos, lidas no «ípsilon» de sexta-feira passada: “Preciso de lhes dizer que parem de usar a Internet e o correio electrónico, que voltem ao papel e ao lápis e utilizem os seus cinco sentidos para desenhar.

domingo, 30 de agosto de 2009

Pratt inédito


Na penúltima edição de «Le Figaro Magazine» vi alguns extractos do álbum póstumo de Hugo Pratt, publicado em França há dias. Trata-se de uma obra do início dos anos 70 que só foi encontrada em 2007 por um antigo redactor do «Corriere dei Piccoli», onde Pratt trabalhou. Se uma descoberta tardia destas é desde logo fantástica, a história não podia ser melhor, pelo menos para quem, como eu, cresceu no ambiente das aventuras de Emilio Salgari — considerado no artigo do «Le Figaro Magazine» como o Jules Verne italiano. Sandokan, o Tigre da Malásia, herói da minha infância — dos livros, da série televisiva, dos cromos — passado à nona arte pelo mestre Pratt, ainda por cima com grandes semelhanças com Corto Maltese, é uma surpresa daquelas. Directo para a lista de compras!

sábado, 29 de agosto de 2009

Mais Alatriste

O Capitão Alatriste volta ao panorama editorial português com “O Cavalheiro do Gibão Amarelo”, publicado pelas Edições ASA. Aguardemos agora a tradução de “Corsarios de Levante”, para termos em português todas as aventuras deste herói popularizado por Arturo Pérez-Reverte publicadas até agora.

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Terre & Peuple Magazine n.º 40

O último número da revista da associação Terre et Peuple tem como tema de capa “A nossa Europa” e oferece-nos um excelente dossier com os artigos “A Europa e as suas fronteiras”, de Alain Cagnat, “A Europa Branca”, de Pierre Vial, “A verdadeira pressão turca reforçar-se-á no seguinte ao votos dos cidadãos”, de Jean-Gilles Malliarakis, e a entrevista com Robert Spieler, delegado geral da Nouvelle Droite Populaire.

A destacar, a reportagem ilustrada com fotografias a cores da Universidade de Verão da Terra e Povo, realizada em Lisboa em Junho deste ano, com a presença de Pierre Vial, Gabriele Adinolfi, Enrique Ravello, entre outros. A não perder, também, o artigo e a dupla entrevista sobre o ensino Steiner-Waldorf e a publicação da comunicação de Kate Nauwelaers na XIII Table Ronde “A arte e o artesanato populares, uma ética e uma estética”.

Para além de outros artigos, podemos ainda ler críticas a livros, nas quais se destaca a de Pierre Vial ao último livro de Dominique Venner “Ernst Jünger. Un autre destin européen”, bem como comentários sobre a actualidade e as habituais rubricas sobre genealogia e culinária.

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

We must be mad...


Quando vejo notícias que nos dão provas do processo de substituição demográfica em curso em Portugal e na Europa, como a que informa que “dois em cada 15 bebés são filhos de estrangeiros”, sempre celebradas entusiasticamente pelos imigracionistas como sendo algo “positivo”, lembro-me do premonitório discurso de Enoch Powell, que ficou conhecido como “Rivers of Blood”, em especial desta passagem: “We must be mad, literally mad, as a nation to be permitting the annual inflow of some 50,000 dependants, who are for the most part the material of the future growth of the immigrant-descended population. It is like watching a nation busily engaged in heaping up its own funeral pyre.

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Réfléchir & Agir n.º 32

O último número da excelente «Réfléchir & Agir», a autodenominada “revista autónoma de desintoxicação ideológica”, tem como tema central “A Matriz. A deriva autoritária da democracia”, com artigos de Eugène Krampon, Jacques Kotoujansky, Léon Camus, François Costes, Eric Pinel, e as entrevistas com Thierry Meyssan, Aymeric Chauprade e Éric Delcroix.

Destaque ainda para a grande entrevista com Guy Sajer e os artigos “Breve história da floresta francesa”, de Thomas de Pieri, “O monstro de Loch Ness é um mito?”, de Pierre Gillieth, o in memoriam ao escritor chileno Miguel Serrano, por Arnaud Lallement, a reflexão sobre Claude Lévi-Strauss sobre a “afirmação das diferenças”, de Éric Norholm, e “AC/DC Autoestrada para o inferno”, de Pierre Gillieth, sobre o grupo de rock australiano.

Nas muitas notas de leitura, é de assinalar a que se refere ao primeiro número da revista da associação portuguesa Terra e Povo. Sem esquecer as habituais críticas a livros, música e cinema, os breves comentários à actualidade e outras secções habituais, referência ainda para as conclusões de um inquérito feito aos assinantes da revista, através do qual se pode ficar a conhecer melhor o público da «Réfléchir & Agir».