domingo, 31 de maio de 2009

Impressões romanas (II): CASAPOVND

A CasaPound é um antigo edifício público abandonado, situado na Via Napoleone, perto do Termini, que foi ocupado com o propósito de providenciar habitação a famílias italianas carenciadas. À frente deste projecto está Gianluca Ianonne, que esteve no nosso país no ano passado, que com os seus rapazes formou esta associação de promoção social que tem feito um trabalho extraordinário de solidariedade e acção cultural. Um exemplo e uma inspiração para toda a Europa.

À entrada da CasaPound estão pintados na parede vários nomes das principais figuras consideradas como referências para os ragazzi. Há apenas um português: o nosso, mas também deles, Fernando Pessoa.

As paredes das escadas estão decoradas com quadros e fotografias, que vão desde Tamara de Lempicka às mulheres do ventennio, passando pelo inspirador Ezra Pound, no primeiro piso.

Na cave funciona o estúdio de música Bunker Noise Service e a sala de trabalho do Blocco Studentesco. No primeiro piso há várias salas de trabalho, incluindo a da Radio Bandiera Nera, e o Ornitorinco. No último andar existe uma sala grande onde regularmente há conferências, apresentações de livros, entre outras actividades. Nos restantes pisos vivem as famílias italianas que graças aos camaradas italianos aqui encontraram um tecto.

sábado, 30 de maio de 2009

Boletim Evoliano n.º 6

Campanha do PNR em Coimbra



Hoje estive na acção de campanha do PNR em Coimbra, onde estiveram presentes vários militantes locais e o presidente do partido. Começou-se com uma distribuição de folhetos em frente ao Portugal dos Pequenitos, coberta pela televisão, que entrevistou o cabeça-de-lista, Humberto Nuno de Oliveira, seguindo-se um almoço-convívio após o qual se realizou um contacto com a população no centro da cidade. A recepção foi boa, notando-se no entanto um grande descontentamento com os políticos em geral e uma tendência para a abstenção. A notícia desta acção de campanha foi transmitida no Telejornal da RTP1.

Destino: Coimbra


Hoje o meu destino é Coimbra, onde vou para participar na acção de campanha do PNR que decorrerá na cidade. Depois de um almoço-convívio, onde estarão presentes o presidente do partido e o cabeça-de-lista às Europeias 2009, terá lugar uma distribuição de folhetos e um contacto com a população.

Os interessados podem inscrever-se por e-mail, para PNRCoimbra@gmail.com, ou por telefone, para o n.º 96 148 83 75.

sexta-feira, 29 de maio de 2009

3.º tempo de antena do PNR

Por todo o lado

Um dos vários amigos que me telefonou hoje por causa do terceiro tempo de antena do PNR disse-me que, por causa disso, se tinha fartado de ver a minha imagem pela blogosfera nacional fora. Não resisti a responder-lhe, ironizando: É caso para dizer, je suis partout...

Contai aos vossos filhos...

29 de Maio de 1453 é uma data a não esquecer na História europeia. Foi o trágico dia da queda de Constantinopla, capital do Império Romano do Oriente, ocupada pelos turcos até aos nossos dias. É necessário fazer perdurar a sua memória, em especial nesta altura em que a Europa assiste de novo a uma invasão em várias frentes, mas desta feita com uma frente interna, a das comunidades alógenas alimentadas pela imigração. Pior ainda é postura derrotista e a atitude conformada de muitos europeus, quando não colaboracionista com a destruição da nossa civilização. Há apenas uma coisa a fazer manter vivo o espírito da Reconquista.

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Impressões romanas (I): Entre os tifosi

Para o Roma, o Sérgio e o Chico.

Começo a série de posts “impressões romanas”, sobre a minha recente ida à cidade eterna, desrespeitando a ordem cronológica, pelo futebol. Estranharão os que me conhecem, com certeza, já que não é coisa a que dê demasiada importância. Mas como hoje se jogou a final da Champions League em Roma, não resisti. Se em Roma temos que ser romanos, como diz o ditado, desta vez até fui romano de clube, pelo menos por um jogo.

A AS Roma recebia o Catania e eu juntei-me aos meus amigos portugueses e italianos, que levam estas coisas da bola a sério, para assistir. Depois de não termos conseguido comprar bilhetes, já que o jogo era considerado “perigoso” devido a confrontos anteriores e, por isso, vedado a não-residentes na cidade, conseguimo-los através dos ragazzi dos Padroni di Casa, que nos abriram as portas da mítica Curva Sud.

À entrada do estádio olímpico de Roma, ao qual nunca tinha ido, deparámo-nos com o impressionante obelisco de mármore, com 17,5 metros de altura, com as inscrições “Mussolini Dux”. Juntamente com os mosaicos fascistas no chão e o Stado dei Marmi, já dentro do perímetro do complexo desportivo, são algumas das réstias do inicialmente chamado Foro Mussolini, construído entre 1928 e 1938, segundo o projecto de Enrico del Debbio e depois de Luigi Moretti.

Uma vez dentro do estádio, depois de revistado pela polícia, uma coisa supreendeu-me logo, é permitido comprar bebidas alcoólicas. Os vendedores correm as bancadas servindo cerveja de lata em copos de papel por 4 euros, entre outras coisas, como é o caso do Amaro, um licor de café vendido por 2 euros em garrafinhas cilíndricas, que fiquei a saber ser a bebida dos ultras. Provei, mas é demasiado doce para o meu gosto. Enquanto provava, assisti a um verdadeiro desporto de bancada que é o salto para a Curva Sud. Explicaram-me que os que não conseguem bilhete de época para esta tão apetecida zona, compram para o lado e saltam as barreiras de acrílico depois de fintar os stewards. Algo que começa antes do início do jogo e se arrasta pela primeira parte. Esta travessia para a “terra prometida” dos hooligans é feita por rapazes bastante jovens, que assim provam, de alguma forma, a sua coragem.

O jogo teve sete golos, algo que nunca esperei de uma partida italiana, e a Roma ganhou por 4-3, no último minuto. Seria de esperar que fosse uma festa nas bancadas, mas não. Nem quis acreditar quando no primeiro golo os adeptos não só não festejaram como vaiaram a equipa. A maioria dos cânticos eram também contra a presidente do clube, que me disseram não investir na equipa, preocupando-se apenas em ganhar dinheiro para si própria. Rosella Senci, proprietária da Roma desde a morte do seu pai Franco Senci, no ano passado, era o alvo da ira dos tifosi. Cânticos, palavras de ordem, vaias, panos, tudo serviu para a atacar.

Resultado: uma óptima e divertida experiência que me ocupou até quase à hora do concerto que se ia realizar ali perto.

2.º tempo de antena do PNR

Cadernetas de cromos (XV)

A caderneta de hoje é FBI, uma colecção de 200 cromos, publicada em 1958 pela Agência Portuguesa de Revistas, baseada num original espanhol da editorial Rollan.


PNR nos Olivais e Encarnação


Hoje estive na acção de campanha do PNR nos mercados dos Olivais e Encarnação, com o cabeça-de-lista e o presidente. Trata-se de uma freguesia onde o voto no partido tem vindo a crescer e o apoio é notório e declarado. Uma óptima manhã a dar a conhecer as propostas do PNR, com a presença da imprensa.

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Início da campanha

Iniciou-se hoje oficialmente a campanha eleitoral para as Europeias 2009. Para começar, aqui fica um lembrete:

domingo, 24 de maio de 2009

Fintado

Diz o meu caro amigo Humberto que me conseguiu fintar na compra do último número da «NRH», é verdade. Confesso que sou muito (demasiado?) chato na insistência que faço na compra e publicidade desta revista de referência, aquisição é um acto militante, mas desta vez fui ultrapassado. Apesar disso, já comprei! Adianto que é mais uma edição a não perder, pormenores em breve.

sábado, 23 de maio de 2009

Um céliniano esclarece

O FSantos, meu grande amigo, presenteou-nos com um brilhante comentário vindo de um verdadeiro céliniano, em resposta a mais um texto dos do costume sobre o grande autor francês. Esclarece ele: “Céline não colaborou com a Alemanha. Era anti-semita e esse aspecto da Alemanha nazi atraíu-o mas nunca o levou a actos concretos de colaboração com o ocupante. O resistente Robert Champfleury era o vizinho do andar inferior ao de Céline na Rue Girardon (Montmartre) e conta no seu testemunho "Céline ne nous a pas trahi" como o Dr. Destouches sabia das actividades resistentes que se desenrolavam no andar de baixo, das reuniões conspiratórias que lá decorriam. Obviamente nunca as denunciou. O mesmo Dr. Destouches que passava falsos atestados médicos para livrar jovens do STO, o serviço de trabalho obrigatório nas fábricas alemãs (por cada duas pessoas enviadas os alemães libertavam um prisioneiro francês). O mesmo Céline que, na embaixada alemã, com a cumplicidade do seu amigo e actor Gen Paul, ridicularizou completamente Adolf Hitler, perante o choque dos assistentes, no que terá sido um jantar memorável. Céline, a ter um rótulo, seria anarquista, dizia o que pensava sem se preocupar com as conveniências e com as consequências. Só sofreu com isso. Não era perfeito mas era uma pessoa humana, procurando bizarramente não o demonstrar. Quem com ele de perto privou sabia isso. Como escritor foi dos melhores do séc. XX. A pura apreciação literária da sua obra continua a sofrer com o estigma de estar identificado com o campo perdedor da II Guerra. Porque é que ninguém denuncia o fanático estalinismo de escritores consagrados como Aragon ou Jorge Amado? Porque é que não se fala na abominável “Ode ao GPU” de Aragon, elogio vergonhoso do antecessor da KGB. Ou do prémio literário que Amado recebeu da URSS nos anos 30, no auge do terror?

Sobre o tema volto a aconselhar “Céline e a Alemanha (1933-1945)”, de Alain de Benoist, que considero que, “desmistifica o infundado retrato de "nazi colaboracionista" de Céline, feito por alguma esquerda, bem como certas partes da defesa deste escritor a seguir à Guerra”.

Criminalidade e hipocrisia

Um dos textos que várias pessoas me indicaram desde que voltei foi a lúcida, honesta e corajosa reflexão de Pacheco Pereira que não resisto a reproduzir: "Se Portugal fosse um país a sério, não deixaria sequer um político balbuciar (como fazem no Bloco de Esquerda), face aos acontecimentos no Bairro da Bela Vista, que se trata de uma "questão social". Que a Igreja o diga, ainda se percebe, porque o seu Reino não é cá na Terra, e a caridade com o bom e o mau ladrão faz parte da sua missão. Mas a caridade não é a missão do Estado. A missão de Estado é garantir a nossa segurança, sem mas, nem ambiguidades.
É inaceitável que tal se diga como explicação, argumento, desculpa, hesitação, em vez de dizer-se claramente que os pobres não fazem carjacking, não se armam com uma caçadeira e não vão assaltar bancos, bombas de gasolina, ourives e ourivesarias, e caixas multibanco, para comprar roupa de marca. A subcultura da violência que se instalou nalguns bairros de Lisboa, Setúbal e no Porto, com todas as variantes que vão da violência do futebol e das claques (já todos estão esquecidos do rap dos Ultras da Ribeira) aos gangs organizados, é, como todas as coisas, "social", mas é, primeiro e antes de tudo, criminal. É mais próxima das organizações mafiosas e camorristas, com os seus códigos de honra que servem como factor de identidade e de defesa contra a polícia, do fascismo e da violência terrorista.

Que o diga a maioria dos habitantes desses bairros, gente pacífica e, essa sim, atingida pela pobreza e pela exclusão, mas que ainda arranja forças para ir trabalhar nas limpezas de escritórios às seis da manhã, ou para a construção civil nas carrinhas dos subempreiteiros. Essa sabe muito bem a violência de que é vítima pelos mesmos que, nos momentos cruciais, os jornais e comunicação social hesitam em dizer a cor e a tribo, porque não é politicamente correcto, hesitam em nomear como gangster, ou em tratar... como criminoso. Aparecessem eles de mão ao alto e cabeça rapada, com tatuagens com cruzes gamadas, em vez de ouvirem o kuduro, serem cool niggers, e muito SOS Racismo, e haveria um coro repressivo de mata e esfola. Assim é um "problema social" que eles, coitados, resolvem a tiro e a cocktail Molotov, e a duzentos à hora, porque não têm emprego nas obras.
"

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Humberto Nuno de Oliveira no Jornal 2



Mais uma excelente prestação televisiva do cabeça-de-lista do PNR, Humberto Nuno de Oliveira, desta vez na RTP2.

Regresso

Volto de Roma maravilhado com a cidade (eterna) que havia visitado há quinze anos e tão marcadas memórias me deixara e com o activismo que por lá vi. A CasaPound e todos os projectos associados são simplesmente un altro mondo. Desenvolvimentos em breve...

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Estado: ocupado

Estes últimos dias têm sido muito preenchidos, felizmente com activismo. Do apoio ao Humberto Nuno de Oliveira no debate na RTP1, na passada segunda-feira, que correu optimamente, à gravação do tempo de antena, o trabalho de campanha eleitoral do PNR está em alta. Por outro lado, a preparação do fim-de-semana romano que se aproxima, naquela que é “a primeira vez que uma delegação portuguesa organizada visita a CasaPound”, como disse o Miguel Vaz, tem sido igualmente esgotante. Resumindo, ando ausente da blogosfera, mas pelas melhores razões. Até para a semana.

segunda-feira, 11 de maio de 2009

sábado, 9 de maio de 2009

Agora são séries

O Miguel Vaz enviou-me uma daquelas correntes blogosféricas que eu não recebia há muito e não tinha saudades. Mas ele, como me conhece, tratou de me avisar antes e garantir que eu respondia. Esperto! Ora, desta vez são séries televisivas, mais concretamente “o top 15 das séries que deram consistência à minha vida”. Poupando-me a discursos, aqui ficam por ordem cronológica 15 séries pelas quais fui apanhado e a imagem um Eagle. Eu simplesmente adorava aquelas naves...


Por fim, como a quem é praxado só lhe falta praxar (esta é para ti Vaz), passo esta coisa ao Harms, ao Nonas, ao BOS, ao José Carlos e ao Mário Martins.

Tarde alternativa


Consegui assitir a todas as intervenções e ao início do debate que se seguiu, no encontro que referi aqui ontem, na Fnac do Colombo, sobre o livro Alvorada Desfeita, de Diogo de Andrade. Encontrei vários amigos, entre os quais o Miguel Vaz, com quem muito apreciei o Prof. Marques Bessa, que no seu estilo característico falou sem rodeios sobre o paupérrimo panorama da história alternativa em Portugal e afirmou que “escrever um livro destes é um acto de coragem” e “pensar um livro destes é um acto de liberdade individual”. Seguiu-se Luís Salgado Matos que considerou a obra — de que gostou — um livro de acção, cinematográfico, onde “não há página onde não caia o mundo”. Depois teceu algumas críticas, nomeadamente à quase ausência da Marinha e a certos pormenores militares, bem como à simplicidade de construção das figuras femininas. A última intervenção coube a Joaquim Aguiar, que se centrou no exercício de história alternativa do livro, considerando a sua trajectória curta e criticando a possibilidade real desta diferente versão dos acontecimentos. Segundo ele, na altura, perante a contingência inevitável da alteração da natureza das Forças Armadas, a sorte do regime e da manutenção império português não poderia ser muito diferente da dos outros impérios europeus. Considerando que em Abril de 74 não houve uma mudança de ciclo histórico mas um corte, afirmou que hoje estamos numa crise do mesmo tipo. O que é muito mais complicado, para Joaquim Aguiar, é que hoje não podemos simplesmente abandonar as dívidas, como abandonámos o império.

sexta-feira, 8 de maio de 2009

Não vai melhorar...

Quantas vezes ouvimos dizer que as situações de crescente tensão social e étnica noutros países europeus nada têm que ver com Portugal? Pois, para os que ainda andam adormecidos no sono do “país dos brandos costumes”, é preciso relembrar que, tendo obviamente em conta certas particularidades, mutatis mutandis temos aqui os mesmos problemas e consequências numa perspectiva global europeia. Com tendência a piorar.

Como não comparar as reacções no Bairro da Bela Vista à morte de um “jovem”, atingido pela GNR após um assalto, que ontem chegaram ao lançamento de “dois 'cocktails molotov' contra carrinhas do Corpo de Intervenção da PSP”, a casos praticamente idênticos em França, por exemplo?

Todo este desafio e ataque à autoridade só irão agravar-se, nomeadamente devido ao crescente sentimento de impunidade, alimentado pela comiseração de agremiações e políticos que vêem nos ditos “jovens” — discriminatoriamente — eternas vítimas, meros “bons selvagens” que a sociedade (i. e. nós) perverteu.

Agenda alternativa

Hoje pelas 18 horas, na Fnac do Colombo, terá lugar um debate sobre o recém-publicado livro de história alternativa Alvorada Desfeita, de Diogo de Andrade, com a participação de António Marques Bessa, Joaquim Aguiar e Luís Salgado de Matos.

Agenda para hoje

Hoje, entre as 18 e as 20 horas, terá lugar um debate entre candidatos às Europeias 2009, organizado pelo Gabinete do Parlamento Europeu em Portugal, na Estação do Rossio (Atrium inferior), e onde estará presente o cabeça-de-lista do PNR, Humberto Nuno de Oliveira.

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Homens e livros

Hoje, durante o almoço das quintas (não confundir com o jantar das quartas), lancei a seguinte provocação ao meu caro amigo Paulo Cunha Porto. Ao ler ontem no «Público» o artigo sobre a biblioteca de Pacheco Pereira, pensei: para quando um sobre o Paulo e os seus quase 30 mil volumes?

Segunda provocação: para quando um tão necessário como esperado regresso à blogosfera?

i... vai disto

Num país de tão fraca imprensa, não pode deixar de ser notícia o projecto de um novo diário nascido hoje. O «i», que não resisti a comprar, é o mais recente jornal português, dirigido por Martim Avillez Figueiredo, que pretende agitar as águas paradas do panorama da informação no nosso país. A ver vamos...

Começo pelas coisas boas. Para além de aparecer, o que já é digno de nota, como referi, este jornal tem o formato de que gosto muito do espanhol «ABC». Ainda na forma, o design é atractivo e bem conseguido. Agora no conteúdo é que as minhas simpatias começam a desvanecer. Bem sei que é um diário, mas a maior parte das notícias são breves e ligeiras. A opinião, numa avaliação preliminar, adivinha-se como de “direita liberal”, e o “prato forte” são os exclusivos do «The New York Times», jornal que me dizem não atravessar os melhores momentos financeiros. Seja como for, esperemos que o «i» mostre que ainda há espaço para novos projectos de imprensa escrita em Portugal, para além da internet e dos gratuitos.

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Cadernetas de cromos (XIV)

Hoje a caderneta é A Volta ao Mundo em 80 Dias, uma colecção de 106 cromos esmaltados reproduzidos do filme de Michael Todd sobre a famosa obra de Júlio Verne, publicada em 1958 pela Agência Portuguesa de Revistas.

terça-feira, 5 de maio de 2009

Breve comentário

No programa da Sic Notícias que referi no post anterior — não lhe posso chamar debate, porque foi uma explanação de cada um sobre as propostas do seu partido —, que até foi interessante tendo em conta que deu expressão a partidos normalmente “esquecidos”, considero que a melhor prestação foi a do meu amigo e camarada Humberto Nuno de Oliveira. É claro que sou naturalmente suspeito ao afirmá-lo, mas nem isso me impede de o dizer. Falou sempre com segurança e clareza, não se deixando levar por algumas perguntas da moderadora e resistindo serenamente a algumas das tiradas dos seus vizinhos de mesa. A serenidade foi, aliás, a palavra de ordem deste programa, por vezes a resvalar para a sonolência.

A única coisa que tive pena foi não ter sido possível ouvir uma resposta do Humberto à provocação final feita pelo candidato do Partido Humanista, agremiação mundialista com propostas simplesmente delirantes. Eles pensarão provavelmente o mesmo das do PNR, mas enfim...

Ligar o aparelho

Hoje há uma óptima razão para quebrar o meu habitual jejum televisivo. O meu candidato às Europeias, Humberto Nuno de Oliveira, estará no debate na Sic Notícias às 22 horas. Até já.

Cadernetas de cromos (XIII)

A caderneta de hoje é Trajos Típicos de todo o Mundo, uma colecção de origem nacional, composta por 206 cromos ilustrados por Carlos Alberto Santos, publicada em Fevereiro de 1958 pela Agência Portuguesa de Revistas.

domingo, 3 de maio de 2009

PNR em Faro (IV): Discursos

Na Avenida da República, populares juntaram-se aos manifestantes para ouvir as palavras de Rui Roque, dirigente do PNR-Faro, e de José Pinto-Coelho, presidente do partido.

PNR em Faro (III): Marcha

Para a celebração do Dia do Trabalho Nacional os manifestantes concentraram-se no Largo do Carmo e fizeram uma marcha até à Avenida da República.


PNR em Faro (II): Conferência de imprensa

Após o almoço teve lugar a apresentação da candidatura do PNR às eleições europeias, onde o cabeça-de-lista, Humberto Nuno de Oliveira, falou para uma plateia de militantes e imprensa.

PNR em Faro (I): Almoço-convívio

No óptimo dia de activismo que foi o Dia do Trabalho Nacional está de parabéns o Núcleo de Faro do PNR, pela organização e mobilização. Após a realização do Conselho Nacional do partido, tempo para um excelente convívio num almoço que juntou vários militantes e onde, no fim, o proprietário do restaurante pediu ao cabeça-de-lista e ao presidente do PNR para assinarem o livro de honra da casa.

sábado, 2 de maio de 2009

O PNR e a Europa

Aqui fica uma amostra do excelente dia de activismo ontem na capital algarvia. Nesta parte da conferência de imprensa onde se anunciou a candidatura do PNR às eleições europeias podemos ouvir o cabeça-de-lista, Humberto Nuno de Oliveira, falar sobre a Europa, o multiculturalismo, o mundialismo, a imigração, entre outros.

Anonimatos

Sobre mais uma ideia brilhante parida pelo politicamente correcto, desta vez o currículo anónimo, escreve Helena Matos, na sua coluna “O certo e o errado”, na última edição da revista «Sábado»: “É um disparate saído da cabeça do patronato francês, para se livrar das acusações de racismo e discriminação.” Claro está que medidas imbecis deste género não acabam com a “discriminação”, nomeadamente porque na entrevista profissional, como nos diz a jornalista, “inevitavelmente se percebe se o candidato é preto, branco ou chinês, homem ou mulher.” Uma coisa é óbvia: seleccionar é discriminar. Para além da necessidade indiscutível de discriminação racial num casting para os papéis de Malcom X, Jeanne D'Arc, ou Mao Tse Tung, por que não poderemos discriminar, mesmo baseados em premissas erradas? Se eu abrir um restaurante chinês não posso querer que todos os meus empregados sejam chineses? Pode ser absurdo, mas não cabe ao proprietário decidir, da mesma forma que decide que marca de molho de soja vai utilizar? Hoje em dia acha-se cada vez mais que não, por medo de “racismo” e vontade de parecer “moderno”.

Destes anonimatos, cheios de boas intenções, se vai a caminho da tentativa do apagamento gradual da nossa diversidade. O caminho do nivelamento e da uniformização, que nos levará dos povos aos tipos de consumidores: o mundo massificado do homo consumans. Algo que apenas pela afirmação e valorização das nossas diferenças poderemos evitar.

sexta-feira, 1 de maio de 2009

Parabéns!

Um ano de inconformismo. Venham mais!

Ao Algarve! Para o Dia do Trabalho Nacional

No dia um de Maio, o PNR vai novamente celebrar, na rua, o "Dia do Trabalho Nacional", desta vez em Faro.
Como disse José Pinto-Coelho, "A presença dos nacionalistas, mais do que nunca, faz todo o sentido, neste momento em que se vive uma depressão gerada pela gula capitalista que endividou as pessoas, criou ilusões, incentivou ao consumo sem que este tivesse sido acompanhado pela produção, fez disparar o desemprego e as falências e, como sempre, quem mais sofre são as famílias e os trabalhadores.
Por isso, no dia 1 de Maio peço que correspondam ao meu apelo de mobilização e apoio ao PNR em Faro".
Esta manifestação é precedida de um almoço-convívio e de uma Conferência de apresentação do Cabeça de Lista do PNR às Eleições Europeias, Humberto Nuno de Oliveira.

13.15 horas Almoço-convívio
15.30 horas Conferência no Hotel Santa Maria
17.00 horas Concentração para o desfile no Largo do Carmo
17.30 horas Começo do desfile até ao fim da Avenida da República que termina com breves palavras do Dirigente do PNR-Faro, Rui Roque e do Presidente de Partido, José Pinto-Coelho