Mas o «Público» está de parabéns sobretudo pela posição de rejeição do acordo assumida no editorial. Desmonta o ridículo argumento dos que o consideram essencial para a afirmação do português como língua universal, com a óbvia comparação com o inglês, que é verdadeiramente universal hoje, sem qualquer necessidade de um acordo planetário, e conclui com "uma última e fatal fragilidade neste acordo - as regras definidas são facultativas. Para que serve então um acordo global se, afinal, é indiferente escrevermos António ou Antônio?" Para nada!
Um desejo para 2010: que a imprensa portuguesa siga o exemplo do «Público» no que respeita ao (des)acordo ortográfico.
Saúda-se a corajosa decisão da equipa editorial do Público. Veremos se são a excepção ou a regra. Jornais como o desportivo Record já aderiram ao (des)acordo ortográfico há algum tempo.
ResponderEliminarPois, mas o jornal Record não vende por causa da qualidade ou conteúdo dos seus textos.
ResponderEliminarJá agora, pronuncia-se o "d" em Record? Uns pronunciam, outros não, será que devia se escrever "Recor" ou "Record"? Ou as duas formas estão correctas?
Já agora, uma outra nota: Para ler as notícias na página do Público agora é preciso ser-se assinante. Ou seja, as pessoas vão deixar de ler as notícias do Público!
"Record" é uma palavra inglesa que passou para a nossa língua como "recorde". Deve, por isso, ler-se o "d". Lembra-me o caso de Garrett, no qual há gente que insiste em pronunciar "garré"...
ResponderEliminarQuanto à grafia, acho que o jornal mantém a forma inglesa por tradição.
Cumprimentos.