quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

É de ler...

A crónica de ontem de Jaime Nogueira Pinto no jornal «i», intitulada "Como nós fomos...", vale a pena. A propósito do livro "Império, Nação, Revolução", de Riccardo Marchi (cuja leitura deve ser completada com o livro "Folhas Ultras", como já aqui referi), fala das direitas radicais portuguesas durante o Estado Novo, história da qual, como diz, fez parte. E conclui: "Éramos assim. Como as esquerdas radicais, vivemos intensamente os combates políticos da nossa época e, bem longe dos estereótipos de senhoritos reaccionários ou de caceteiros do regime, pensámos e lutámos por ideais de integração nacional e justiça social. Que hoje podem parecer utópicos, mas na época nos surgiram como a alternativa ao que estava e àquilo que vinha." Cabe-me apenas dizer que conheço alguns que ainda são assim...

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