quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Éléments n.º 132

Alain de Benoist e a «Éléments» são incontornáveis. Mesmo com algumas mudanças significativas de posição e apesar de várias polémicas recentes, não resisto a acompanhá-los. O facto de não se estar inteiramente de acordo com um autor ou publicação, não impede que lhe reconheçamos a qualidade e o interesse. Foi por isso que, da última vez que estive em Paris, me dirigi ao quiosque perto da Sorbonne onde sei que encontro a revista.

O número que comprei tem como dossier “Rebeldes e falsos rebeldes”, com artigos de Pierre Le Vigan, que faz a apresentação e escreve sobre “os verdadeiros rebeldes da Rebelião”, François Bousquet, sobre a “a doença infantil do capitalismo”, e Pierre Bérard que se interroga “a rebelião é possível?”

A destacar, também, a reflexão de Alain de Benoist “por que a democracia deve ser reinventada” e a entrevista sobre o seu último livro, “Dictionnaire des prénoms”, bem como o artigo de Jean-François Gautier sobre “as grandes ilusões da bioética”. Nesta revista de 64 páginas há ainda muitas outras coisas a descobrir, entre vários artigos, ideias, críticas a livros e filmes, etc.

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