terça-feira, 15 de setembro de 2009

Nacionalistas do PNR à beira da eleição

Esta é a chamada de capa da edição de hoje do semanário «O Diabo» para uma notícia que analisa os resultados das sondagens relativos aos partidos sem representação parlamentar, coisa que mais nenhum outro órgão de comunicação social fez. Referindo a recente sondagem da Universidade Católica, que coloca o PNR à frente dos chamados “pequenos partidos” nas intenções de votos dos inquiridos, o que a confirmar-se possibilitaria a eleição de um deputado por Lisboa nas próximas eleições legislativas. A este propósito o jornal entrevistou o presidente do partido, José Pinto-Coelho, que afirmou: “temos vindo sempre a crescer de votação, o que nos permite acreditar num bom resultado. Estou convencido que vamos crescer. Agora, que ser prudente em relação às sondagens. Uma coisa é o que se diz perante um inquérito de opinião, outra é como se vota.

4 comentários:

  1. Bom, é preparar-se para o pior e esperar o melhor. Só espero que um resultado aquém do esperado não desanime as hostes.

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  2. Exacto, o melhor é termos todos calma e não dar demasiada importância a estas sondagens, até porque quem as realizou, o Dr. Pedro Magalhães refere que "os valores para os pequenos partidos não permitem quaisquer inferências". Isto está no blogue dele "Margens de Erro", por isso calma. Se o partido tiver pelo menos os 25 mil já se pode abrir o champanhe pois se isso acontecer, lá vem a bela da subvenção Estatal...

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  3. As sondagens dão uma indicação de voto aos eleitores quando anunciam previamente as percentagens de voto previstas para quem deverá ficar em 1º, 2º, 3º ou 4º lugares, o que influencia o resultado da votação, sempre no sentido das sondagens, pois uma boa parte do eleitorado acaba por ser induzido a escolher apenas de entre os partidos que são apontados nas sondagens como ficando em 1º ou 2º lugares. Trata-se de uma tendência desportiva, onde ou se ganha ou se perde. Só por isso as sondagens deveriam ser proibidas e são-no em alguns países. Além disso, estão a tornar-se suspeitas de serem mal feitas ou pouco sérias porque se enganam sistematicamente a favor dos grandes partidos. No final, apesar de tudo, os pequenos partidos acabam por ter sempre mais votantes do que os indicados nas sondagens.

    Na política não é como no desporto, pois quem fica em 2º, 3º ou 4º lugares também acaba por influenciar o poder. Apenas não têm qualquer influência a abstenção, os votos brancos ou os dados a partidos que não chegam a eleger representantes para a assembleia. Também é muito diferente ganhar com maioria absoluta ou relativa, pois se a maioria for relativa o partido ganhador terá que procurar fazer uma coligação ou governar sem ela e na dependência do voto parlamentar. Em qualquer dos casos há que ter em conta outras políticas e outras sensibilidades. Por vezes é essa a única solução e é a democracia que fica a ganhar nestes casos.

    Os grandes partidos são alvos de cobiça de interesses particulares que os apoiam esperando receber compensações em retorno quando aqueles forem poder e mais fácil será o retorno se tiverem uma maioria absoluta, por isso um povo politicamente esclarecido deve fugir sempre de dar maiorias absolutas a quem quer que seja, embora todos os partidos as peçam.
    Os 2 super partidos contam já com a vitória de um deles. Vamos mudar isso e votar nos pequenos partidos, nos que têm expressão eleitoral ou estão à beira de eleger o seu 1º deputado. Ganham a democracia, a justiça e a valorização da Assembleia da República (para onde vamos votar) e perdem a arrogância e a corrupção.

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  4. Espero que o PNR cresça isso é o mais importante e que os portugueses vão abrindo os olhos para aquilo que se está a passar. O tempo está contra nós, pois os imigrantes e extra-europeus cada vez são mais e com as taxas de natalidade que apresentam (...)
    O Combate é duro mas é pela nossa estirpe.

    Portugal aos portugueses

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