domingo, 31 de maio de 2009
Impressões romanas (II): CASAPOVND
sábado, 30 de maio de 2009
Campanha do PNR em Coimbra
Hoje estive na acção de campanha do PNR em Coimbra, onde estiveram presentes vários militantes locais e o presidente do partido. Começou-se com uma distribuição de folhetos em frente ao Portugal dos Pequenitos, coberta pela televisão, que entrevistou o cabeça-de-lista, Humberto Nuno de Oliveira, seguindo-se um almoço-convívio após o qual se realizou um contacto com a população no centro da cidade. A recepção foi boa, notando-se no entanto um grande descontentamento com os políticos em geral e uma tendência para a abstenção. A notícia desta acção de campanha foi transmitida no Telejornal da RTP1.

Destino: Coimbra

Hoje o meu destino é Coimbra, onde vou para participar na acção de campanha do PNR que decorrerá na cidade. Depois de um almoço-convívio, onde estarão presentes o presidente do partido e o cabeça-de-lista às Europeias 2009, terá lugar uma distribuição de folhetos e um contacto com a população.
sexta-feira, 29 de maio de 2009
Por todo o lado
Contai aos vossos filhos...
29 de Maio de 1453 é uma data a não esquecer na História europeia. Foi o trágico dia da queda de Constantinopla, capital do Império Romano do Oriente, ocupada pelos turcos até aos nossos dias. É necessário fazer perdurar a sua memória, em especial nesta altura em que a Europa assiste de novo a uma invasão em várias frentes, mas desta feita com uma frente interna, a das comunidades alógenas alimentadas pela imigração. Pior ainda é postura derrotista e a atitude conformada de muitos europeus, quando não colaboracionista com a destruição da nossa civilização. Há apenas uma coisa a fazer — manter vivo o espírito da Reconquista.
quinta-feira, 28 de maio de 2009
quarta-feira, 27 de maio de 2009
Impressões romanas (I): Entre os tifosi
Começo a série de posts “impressões romanas”, sobre a minha recente ida à cidade eterna, desrespeitando a ordem cronológica, pelo futebol. Estranharão os que me conhecem, com certeza, já que não é coisa a que dê demasiada importância. Mas como hoje se jogou a final da Champions League em Roma, não resisti. Se em Roma temos que ser romanos, como diz o ditado, desta vez até fui romano de clube, pelo menos por um jogo.
A AS Roma recebia o Catania e eu juntei-me aos meus amigos portugueses e italianos, que levam estas coisas da bola a sério, para assistir. Depois de não termos conseguido comprar bilhetes, já que o jogo era considerado “perigoso” devido a confrontos anteriores e, por isso, vedado a não-residentes na cidade, conseguimo-los através dos ragazzi dos Padroni di Casa, que nos abriram as portas da mítica Curva Sud.
À entrada do estádio olímpico de Roma, ao qual nunca tinha ido, deparámo-nos com o impressionante obelisco de mármore, com 17,5 metros de altura, com as inscrições “Mussolini Dux”. Juntamente com os mosaicos fascistas no chão e o Stado dei Marmi, já dentro do perímetro do complexo desportivo, são algumas das réstias do inicialmente chamado Foro Mussolini, construído entre 1928 e 1938, segundo o projecto de Enrico del Debbio e depois de Luigi Moretti.
Uma vez dentro do estádio, depois de revistado pela polícia, uma coisa supreendeu-me logo, é permitido comprar bebidas alcoólicas. Os vendedores correm as bancadas servindo cerveja de lata em copos de papel por 4 euros, entre outras coisas, como é o caso do Amaro, um licor de café vendido por 2 euros em garrafinhas cilíndricas, que fiquei a saber ser a bebida dos ultras. Provei, mas é demasiado doce para o meu gosto. Enquanto provava, assisti a um verdadeiro desporto de bancada que é o salto para a Curva Sud. Explicaram-me que os que não conseguem bilhete de época para esta tão apetecida zona, compram para o lado e saltam as barreiras de acrílico depois de fintar os stewards. Algo que começa antes do início do jogo e se arrasta pela primeira parte. Esta travessia para a “terra prometida” dos hooligans é feita por rapazes bastante jovens, que assim provam, de alguma forma, a sua coragem.
O jogo teve sete golos, algo que nunca esperei de uma partida italiana, e a Roma ganhou por 4-3, no último minuto. Seria de esperar que fosse uma festa nas bancadas, mas não. Nem quis acreditar quando no primeiro golo os adeptos não só não festejaram como vaiaram a equipa. A maioria dos cânticos eram também contra a presidente do clube, que me disseram não investir na equipa, preocupando-se apenas em ganhar dinheiro para si própria. Rosella Senci, proprietária da Roma desde a morte do seu pai Franco Senci, no ano passado, era o alvo da ira dos tifosi. Cânticos, palavras de ordem, vaias, panos, tudo serviu para a atacar.
Cadernetas de cromos (XV)

PNR nos Olivais e Encarnação
terça-feira, 26 de maio de 2009
segunda-feira, 25 de maio de 2009
Início da campanha
domingo, 24 de maio de 2009
Fintado
sábado, 23 de maio de 2009
Um céliniano esclarece
Sobre o tema volto a aconselhar “Céline e a Alemanha (1933-1945)”, de Alain de Benoist, que considero que, “desmistifica o infundado retrato de "nazi colaboracionista" de Céline, feito por alguma esquerda, bem como certas partes da defesa deste escritor a seguir à Guerra”.
sexta-feira, 22 de maio de 2009
Humberto Nuno de Oliveira no Jornal 2
Mais uma excelente prestação televisiva do cabeça-de-lista do PNR, Humberto Nuno de Oliveira, desta vez na RTP2.
sexta-feira, 15 de maio de 2009
quinta-feira, 14 de maio de 2009
Estado: ocupado
segunda-feira, 11 de maio de 2009
Grande debate
IdentidaD n.º 18
Mais um número deste óptimo jornal mensal espanhol, de novo com uma referência a Portugal, neste caso o lançamento da revista da Associação Terra e Povo.sábado, 9 de maio de 2009
Agora são séries

- Alfred Hitchcock Presents
- The Twilight Zone
- Thunderbirds
- Monty Python's Flying Circus
- All in the Family
- Space: 1999
- Conan, O Rapaz do Futuro
- Yes Minister
- Twin Peaks
- Verano Azul
- The Black Adder
- O Tal Canal
- La Piovra
- The Simpsons
- Seinfeld
Por fim, como a quem é praxado só lhe falta praxar (esta é para ti Vaz), passo esta coisa ao Harms, ao Nonas, ao BOS, ao José Carlos e ao Mário Martins.
Tarde alternativa
Consegui assitir a todas as intervenções e ao início do debate que se seguiu, no encontro que referi aqui ontem, na Fnac do Colombo, sobre o livro Alvorada Desfeita, de Diogo de Andrade. Encontrei vários amigos, entre os quais o Miguel Vaz, com quem muito apreciei o Prof. Marques Bessa, que no seu estilo característico falou sem rodeios sobre o paupérrimo panorama da história alternativa em Portugal e afirmou que “escrever um livro destes é um acto de coragem” e “pensar um livro destes é um acto de liberdade individual”. Seguiu-se Luís Salgado Matos que considerou a obra — de que gostou — um livro de acção, cinematográfico, onde “não há página onde não caia o mundo”. Depois teceu algumas críticas, nomeadamente à quase ausência da Marinha e a certos pormenores militares, bem como à simplicidade de construção das figuras femininas. A última intervenção coube a Joaquim Aguiar, que se centrou no exercício de história alternativa do livro, considerando a sua trajectória curta e criticando a possibilidade real desta diferente versão dos acontecimentos. Segundo ele, na altura, perante a contingência inevitável da alteração da natureza das Forças Armadas, a sorte do regime e da manutenção império português não poderia ser muito diferente da dos outros impérios europeus. Considerando que em Abril de 74 não houve uma mudança de ciclo histórico mas um corte, afirmou que hoje estamos numa crise do mesmo tipo. O que é muito mais complicado, para Joaquim Aguiar, é que hoje não podemos simplesmente abandonar as dívidas, como abandonámos o império.
sexta-feira, 8 de maio de 2009
Não vai melhorar...
Quantas vezes ouvimos dizer que as situações de crescente tensão social e étnica noutros países europeus nada têm que ver com Portugal? Pois, para os que ainda andam adormecidos no sono do “país dos brandos costumes”, é preciso relembrar que, tendo obviamente em conta certas particularidades, mutatis mutandis temos aqui os mesmos problemas e consequências numa perspectiva global europeia. Com tendência a piorar.Como não comparar as reacções no Bairro da Bela Vista à morte de um “jovem”, atingido pela GNR após um assalto, que ontem chegaram ao lançamento de “dois 'cocktails molotov' contra carrinhas do Corpo de Intervenção da PSP”, a casos praticamente idênticos em França, por exemplo?
Todo este desafio e ataque à autoridade só irão agravar-se, nomeadamente devido ao crescente sentimento de impunidade, alimentado pela comiseração de agremiações e políticos que vêem nos ditos “jovens” — discriminatoriamente — eternas vítimas, meros “bons selvagens” que a sociedade (i. e. nós) perverteu.
Agenda alternativa
Agenda para hoje
quinta-feira, 7 de maio de 2009
Homens e livros
Segunda provocação: para quando um tão necessário como esperado regresso à blogosfera?
i... vai disto
Num país de tão fraca imprensa, não pode deixar de ser notícia o projecto de um novo diário nascido hoje. O «i», que não resisti a comprar, é o mais recente jornal português, dirigido por Martim Avillez Figueiredo, que pretende agitar as águas paradas do panorama da informação no nosso país. A ver vamos...Começo pelas coisas boas. Para além de aparecer, o que já é digno de nota, como referi, este jornal tem o formato de que gosto muito do espanhol «ABC». Ainda na forma, o design é atractivo e bem conseguido. Agora no conteúdo é que as minhas simpatias começam a desvanecer. Bem sei que é um diário, mas a maior parte das notícias são breves e ligeiras. A opinião, numa avaliação preliminar, adivinha-se como de “direita liberal”, e o “prato forte” são os exclusivos do «The New York Times», jornal que me dizem não atravessar os melhores momentos financeiros. Seja como for, esperemos que o «i» mostre que ainda há espaço para novos projectos de imprensa escrita em Portugal, para além da internet e dos gratuitos.
quarta-feira, 6 de maio de 2009
Cadernetas de cromos (XIV)
terça-feira, 5 de maio de 2009
Breve comentário
A única coisa que tive pena foi não ter sido possível ouvir uma resposta do Humberto à provocação final feita pelo candidato do Partido Humanista, agremiação mundialista com propostas simplesmente delirantes. Eles pensarão provavelmente o mesmo das do PNR, mas enfim...
Ligar o aparelho
Cadernetas de cromos (XIII)
segunda-feira, 4 de maio de 2009
domingo, 3 de maio de 2009
PNR em Faro (IV): Discursos
PNR em Faro (III): Marcha
PNR em Faro (II): Conferência de imprensa
PNR em Faro (I): Almoço-convívio
sábado, 2 de maio de 2009
O PNR e a Europa
Anonimatos
Destes anonimatos, cheios de boas intenções, se vai a caminho da tentativa do apagamento gradual da nossa diversidade. O caminho do nivelamento e da uniformização, que nos levará dos povos aos tipos de consumidores: o mundo massificado do homo consumans. Algo que apenas pela afirmação e valorização das nossas diferenças poderemos evitar.
sexta-feira, 1 de maio de 2009
Ao Algarve! Para o Dia do Trabalho Nacional
No dia um de Maio, o PNR vai novamente celebrar, na rua, o "Dia do Trabalho Nacional", desta vez em Faro.Como disse José Pinto-Coelho, "A presença dos nacionalistas, mais do que nunca, faz todo o sentido, neste momento em que se vive uma depressão gerada pela gula capitalista que endividou as pessoas, criou ilusões, incentivou ao consumo sem que este tivesse sido acompanhado pela produção, fez disparar o desemprego e as falências e, como sempre, quem mais sofre são as famílias e os trabalhadores.
Por isso, no dia 1 de Maio peço que correspondam ao meu apelo de mobilização e apoio ao PNR em Faro".
Esta manifestação é precedida de um almoço-convívio e de uma Conferência de apresentação do Cabeça de Lista do PNR às Eleições Europeias, Humberto Nuno de Oliveira.
13.15 horas Almoço-convívio
15.30 horas Conferência no Hotel Santa Maria
17.00 horas Concentração para o desfile no Largo do Carmo
17.30 horas Começo do desfile até ao fim da Avenida da República que termina com breves palavras do Dirigente do PNR-Faro, Rui Roque e do Presidente de Partido, José Pinto-Coelho




